Coração Dilacerado
Sorriso no rosto e coração dilacerado. Quantas vezes o rosto não mostra como está o coração.
(lembranças do facebook de 2020)
Corações partidos,corações dilacerados,corações que amam e não são amados. São os que escondem os sentimentos mais raros!
" Havia partido o meu coração...dilacerado pela emoção de ter naquele exato momento a certeza de ter perdido aquela que fez do meu mundo o melhor lugar do universo...agora a certeza se transforma em tristeza...em profunda solidão. "🌟
Não posso dizer que não a amo
E não posso fingir que o meu coração está dilacerado
Apenas tenho que lhe ver indo embora nesse horizonte
Se for mais fácil dizer do que fazer, então alguém me diga por quê
Você está indo agora
Não posso encontrar palavras para dizer adeus
Eu poderia pedir-lhe que me desculpe
E espero que me entenda agora
Que ele irá fazer com outro alguém
Tudo o que planejamos
Eu prefiro que ele ouça a verdade
Do que machucá-lo com uma mentira
Então eu tentei
M as não posso encontrar palavras para dizer adeus
Mas hoje eu sei que tenho que ir
Não há outra maneira
Mas eu não posso dizer adeus
Se eu lhe dissesse "até logo"
Então eu estaria errado
Porque essa voz interior está me conduzindo
Para encontrar quem eu sou
Eu sei que devo deixá-lo agora
Mas toda vez que eu tento
Não sei o por que
Não posso encontrar palavras para dizer adeus.
CHAMA ARDENTE (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Tornou-se aberto para todos
Dilacerado pelo golpe da lança
Amável coração de Jesus
Chama Ardente
Fonte infinita de santidade
Sacro Sacratíssimo Coração
Nas chamas divinais
Desse Sagrado Coração
Assim quero mergulhar
Na tua paz, Senhor
No teu abraço, Senhor
Fonte de Amor
ISBN: 978-85-4160-632-5
DO DESEJAMENTO
Alguns são feitos de um desejamento dilacerado.
Desse querer aflorado, não receio.
Nele me introduzo. E me ponho a ver o não dito.
Como quando me enamorei por uma moça.
Ela tinha um nome no meu peito escavado.
Chegava-me nas noites em que a buscava.
Deitava sua ternura sobre minha espera.
Acariciava as palavras que o silêncio esculpia.
Ela era tão docemente tingida de inteireza,
Tão despida de melancolia e incerteza.
Que apenas eu a via, andarejando ao meu lado,
Com suas mãos encravadas em minha ausência.
E eu já então, descabidamente encantado,
Apenas me sabia, ao traduzir-me fecundado,
Que mesmo a passar a só, a esperar a moça que viria,
Ela com o coração entreaberto de mim não partia.
Carlos Daniel Dojja
