Conselhos para Pais e Filhos
Espero que neste Isolamento social
os filhos ingratos sintam na pele o que é a Solidao?
para os Pais que deixaram no Asilo.
e que ele é o Corona são os Mesmos.
Um Virus!
SAUDADES... MUITAS SAUDADES...
Certa vez meu pai falou: “Meu filho, não diga nem faça nada que um dia possam usar contra você. Respeite o próximo, as leis, as regras de convívio social. Cuide da sua vida e de seus familiares e amigos próximos. Tua saúde é o bem mais precioso: Assim poderá sobreviver e ajudar aos mais necessitados. E lembre-se sempre: 1) Quem bate em pequeno é covarde, quem apanha de grande é bobo. 2) “Lute para ter o que é seu de direito, jamais cobice ou tome nada dos outros.” Não assim, literalmente, eu acrescentei outros conselhos dele. Procurei pautar minha vida seguindo os conselhos do meu pai. Depois do décimo tombo sério e ralada geral, deixei de brincar / competir com o Carrinho de rolimãs. Depois de quebrar os óculos de um coleguinha, nunca mais usei o estilingue e a sacolinha com mamonas. Depois de ser atropelado por um caminhão aos 10 anos, nunca mais atravessei as ruas desafiando o trânsito. Fascinado por armas de fogo, após os primeiros tiros decidi manter distância dos gatilhos. E assim fui levando. Sempre preferindo prevenir, para depois não ter que remediar. Mas acidentes acontecem, independente dos seus cuidados. Nem todos os acidentes são provocados por humanos. Os fenômenos naturais provocam cataclismas, tragédias universais. Quem pode evitar os efeitos devastadores das erupções vulcânicas, dos terremotos e tsunamis? Quem poderia prever a mortandade diante da Gripe Espanhola? Agora me recordo dos versos da canção “Quem inventou o amor”, de Dorival Caymmi (Quem inventou o amor / Não fui eu / Não fui eu, não fui eu / Não fui eu, nem ninguém / O amor acontece na vida...). Pois então, quem criou esse terrível Coronavírus / Covidi-19 não fui eu, não sei quem foi, mas essa pandemia está me impedindo de seguir a rotina: Pagar taxas e impostos, comprar alimentos, pagar as contas mensais, abastecer o carro, curtir o samba raiz com amigas e amigos toda semana, paparicar os netos, procurar não dar trabalho para os filhos. Confinado voluntariamente desde o dia 14 deste mês, antecipei as medidas indispensáveis à preservação de todas as pessoas com as quais convivo, muitas das quais nem mesmo sei o nome. Recomendei ao síndico do meu prédio a imediata adoção de medidas, como disponibilização de álcool gel nos acessos (portaria, elevadores), a restrição para entrada de terceiros no prédio, as orientações básicas aos funcionários, a interrupção de quaisquer atividades nas áreas comuns. Repassei minhas preocupações aos familiares e amigos. Continuo seguindo à risca as recomendações das autoridades da área da saúde. Mas a saudade de tudo o que deixei de fazer é o que mais me martiriza, ao lado do pesar pelos adoecidos e pessoas menos afortunadas. Sinto muita saudade dos bailes, dos espetáculos teatrais e musicais que deixei de frequentar, dos cinemas que nunca mais entrei, das peladas domingueiras, das caminhadas diárias nos parques da cidade e até mesmo das missas.
Pois é. Não adianta “chorar o leite derramado”. Agora só nos resta orar e ter esperanças de dias melhores. Nesse meio tempo, é bom ir anotando na agenda tudo aquilo que nós gostaríamos de fazer. Até lá.
(Juares de Marcos Jardim - Santo André / São Paulo - SP)
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
Seu filho lhe cobra aquele presente,
Seus pais lhe cobram atenção,
Seu chefe lhe cobra resultados,
Seu cliente lhe cobra porque é cliente,
Seu (suas) namorada (o) lhe cobra desejos,
Seu cachorro lhe cobra carinho,
Teu carro lhe cobra gasolina,
O motorista a passagem,
O sindico lhe cobra silêncio,
A religião lhe cobra disciplina,
Seus credores lhe cobram dinheiro,
Seu governo lhe cobra impostos,
A sociedade cobra direitos,
O mundo lhe cobra informação,
Seu passado lhe cobra perdão,
Seu futuro lhe cobra expectativa,
e você ainda cobra sucesso!?
Pais Omissos – Filhos Folgados
Hoje em dia, fala-se muito em empresas auto-sustentáveis, projetos auto-sustentáveis, sustentabilidade econômica, etc. Será que é possível se produzir filhos auto-sustentáveis?
Outro dia fui aconselhar a um jovem parente, habituado a pedir uma grana emprestada “pra pagar na próxima semana”, sobre a importância de se preparar para o futuro, poupar, viver dentro de sua realidade, gastar menos do que se ganha, e outros conceitos que as mais básicas noções de economia e do bom senso recomendam para se viver bem e prosperar em um projeto de vida.
Sabe o que pirralho me disse?
— Se liga velho. Você está por fora. Isto era na sua época. Agora a coisa mudou.
Fingi que não ouvi, e para evitar um conflito desgastante dentro da família preferi contar até mil e deixar a resposta para uma ocasião mais apropriada. Passei a matutar sobre o tema.
Devo mesmo estar ficando velho, e não velho, como fui taxado assim de pronto. Sabemos que esta expressão não tem nada a ver com a idade. Todo mundo é velho para esta nova, “iluminada” e folgada geração.
Já perceberam como sabem de tudo sem ler quase nada, e que tem as mesmas respostas prontas para as mais variadas situações?
Muitos ficam até a idade adulta sem trabalhar, só estudando. Repetem ou mudam de cursos como se troca de camisa, por que alguém disse que tal profissão já era, e aquela outra é mais da hora.
Tudo bem que precisem se preparar para seu brilhante futuro, para pegar um diploma e um cargo importante, de preferência que se trabalhe pouco e se ganhe muito.
O problema é que ficam na frente de computadores por horas, vendo as últimas do Youtube, depois navegam despreocupadamente pelo Twitter, Facebook e Orkut.
Conferem os e-mails e antes de saírem para faculdade pesquisam um tema, no Google, passado pelo professor como trabalho de casa, copiam o artigo mais legal, tomam um lanche reforçado, (nem se dão ao trabalho de lavar o copo e o prato).
Para finalizar dão aquele trato no visual, e se mandam em busca do sonhado diploma, com a certeza absoluta de que fizeram um grande esforço para aprender.
Não se ligam nem por um momento que o computador e a internet têm seus custos, que a luz e a água tem que ser pagas todo santo mês, que as roupas de grife, e mesmo as de brechós tem seu valor monetário.
Não se dão conta que o lanche tem seu preço, que a lotação tem um custo diário (ida e volta) ou que o carro e a gasolina que “pegaram emprestado rapidinho”, valem umas boas horas de trabalho para serem pagos.
Alguns mais abusados têm o descaramento de pedir, além do carro, uma grana para levar “aquela gata” ao motel depois das aulas.
Se você fala com eles sobre direitos, deveres e economia é taxado de mesquinho, sovina, ultrapassado. Não adianta explicar que as lições da boa economia estão a sua volta no dia a dia, e que o estudo, conquanto importante só vai valer de verdade se colocado em pratica neste mesmo dia a dia.
O diploma é importante, mas mais importante é a maturidade que nos permite compartilhar e dividir, viver em coletividade, colocar nossos talentos à serviço, saber respeitar os limites que a boa convivência determina.
Um diploma não trabalha sozinho. Tem que ser portado por um bom profissional e pelo ser humano que cresceu e amadureceu de verdade, sobrepujando seus egos infantis e adolescentes, para eclodir num cidadão capaz e talentoso capaz de, num primeiro momento se tornar auto-sustentável e a seguir produzir pelo bem comum.
A outra opção de quem não se lança neste desafio do crescimento pessoal é a possibilidade de se tornar em mais um parasita social.
Caminhar por ai dando seus jeitinhos, se enganando e enganando aos outros, até que a sarjeta os acolha, e aquela promessa de vida termine seus dias a rastejar como um incapaz e a sobreviver da caridade alheia. Senão o pior, em ações viciadas e degradantes.
No fim concluímos que uma boa parcela de responsabilidade ao se gerar cidadãos entre produtivos e parasitas cabe ao educador.
O modelo de educação que devemos aplicar aos nossos filhos deve ser firme e consciente ou frouxo e omisso? Eis aí um dos grandes dilemas destes novos e difíceis tempos.
Os pais que amam seus filhos, os aceitam como são.
Sexualidade não é opção.
"Ah! Hoje acordei tão hetero!
Quem ama cuida e parte do cuidado é aceitação.
Colocar seu filho pra fora(ou ameaçar disso), só pq é gay?
Ser gay não é ser promíscuo, nem sacana, nem pervertido, nem nada deste tipo.
Você tem noção de quantas pessoas se matam todos os dias, só por não serem aceitas por seus pais?
Minha mãe não teria motivos para ter vergonha de mim...
"Meu filho tem doutorado, ele é perfeito no que faz, um orgulho!" MAS logo após SABER QUE ele é GAY, o COLOCA PRA FORA de casa?
ISSO NÃO É AMOR, É VAIDADE.
Deus criou o homem pra mulher e a mulher pro homem, né?
Sendo seu Deus onisciente, sabe Ele quem é e o que é cada um.
E SEGUNDO O CRISTIANISMO, RECEBE CADA PESSOA SEM FAZER ACEPÇÃO, NÉ?
E segundo o cristianismo, pecar por pecar, vc também peca.
Então pare de olhar a vida dos outros, pare de procurar desculpas para alimentar seus preconceitos.
Quer ajudar? Segundo o SEU CREDO, ore.
Ou então se abstenha!
Não tem nada de bom pra falar? Fique calado.
Não precisamos de mais uma opinião idiota.
Ser pai...
Ser pai é viver uma outra vida pelos olhos de outra pessoinha, o seu filho.
É se tornar herói de alguém mesmo não vestindo capa.
É depender da felicidade de alguém pra ser feliz.
É se abster de ser feliz para felicidade de alguém.
Ser pai é uma dedicação sem sacrifício...
É se sacrificar sem hesitação.
Ser pai é o ápice de uma realização,
é o nascimento e o renascimento de duas vidas...
Deus nosso pai,dá-nos a sabedoria necessária para respeitar nossos irmãos.(seus filhos). Lembremos que a vida é uma escola, que todos estão na mesma condição. Contudo, cursamos ciclos diferentes. Cujo grau de elevação só Deus sabe medir. Não deixeis que num ato arrogânte pensemos que somos os melhores. Faça-nos humildes e compreensíveis. Que olhemos mais para nosso comportamento do que do irmão. Que consigamos nos elevarmos a cada dia. Abençoe-nos, assim como todos nossos irmãos. Amém!
Título: Pai
Pai, um guerreiro, um sonhador.
Pai, um filho, no mundo colocou.
Pai é aquele que dá amor.
Pai, um grande inspirador.
O pai é aquele que cuida.
Que ao filho dá amor.
Que ensinar como viver.
E como superar a dor.
O pai é uma grande pessoa.
Que dá a vida por um filho.
Que tem muito carinho.
E um dia ele já foi menino.
Parabéns pelo o seu dia.
Que venha muitas conquistas.
Aproveite o momento.
Com a sua bela família.
Parabéns mais uma vez.
Sinta a grande emoção.
Você é especial.
Tem muita amor no coração.
Todos os filhos, quer amem ou odeiem seus pais, ou alguma combinação de ambos, querem se purificar das fraquezas herdadas, livrando-se do passado.
Gosto de tudo que beijo..
A testa do pai, suada;
As mãos da mãe, quando a vejo;
A ferida do filho, que crê que sara.
Também beijo a boca de Sara..
A boca de Sara, despertam desejos e eu gosto.
Gosto de tudo que beijo.
O amor de pai e filho
É um nobre sentimento.
Atravessa o mau tempo
Sem cair no esquecimento.
É eterno, duradouro,
O mais rico dos tesouros
Desde o nosso nascimento.
Um pai não dá, para o seu filho o que ele quer, mas sim que ele precisa/ou necessita.
Seja um pai/mãe: não um covarde!
Seja um pai/mãe: de fé e acredite no potencial de seu filho (a) !!
Seja um pai/mãe: de caráter inquestionável !!
Seja um pai/mãe: amável e carinhoso !!
Vejo muito a frase:
"O meu filho não precisa de pai, pois tem uma mãe disposta a fazer tudo por ele. "
Lá vai... O seu filho sempre irá precisar de um PAI, uma mãe nunca poderá ser os dois, por mais que ela tente.
Mas um filho que não tenha pai e sim um genitor, este sim poderá ter uma mãe que seja mãe e muito mais do que muitos genitores por aí.
A hipergamia não se importa quão bom um pai você é para seus filhos.
A hipergamia não se importa sobre como você mudou suas escolhas na faculdade para melhor acomodar seu relacionamento.
A hipergamia não se importa com o quanto você se sente inspirado ou realizado como um pai que fica em casa.
A hipergamia não se importa com a mudança de quatro estados que você fez para acomodar seu relacionamento de longa distância.
A hipergamia não se importa com o grau de "apoio" que você sempre teve nas decisões ou se identifica como um "homem feminista".
A hipergamia não se importa com a sinceridade de suas convicções religiosas ou aspirações de alto propósito.
A hipergamia não se importa com aquelas palavras que você disse na cerimônia de casamento.
A hipergamia não se importa em como você financiou a volta dela para a faculdade para encontrar uma carreira mais gratificante.
A hipergamia não se importa com o quão bom você é por adotar as crianças que ela teve com outros homens.
A hipergamia não se importa com sua natureza divina e perdoadora ao desculpar suas "indiscrições juvenis".
A hipergamia não se importa com a sua magnanimidade ao assumir a responsabilidade por seus empréstimos estudantis e dívidas de cartão de crédito depois de se casar.
A hipergamia não se importa se "ele era seu melhor amigo".
A hipergamia não se importa com o café na cama que você traz para ela ou com o quão bom cozinheiro você é.
A hipergamia não se importa com todos os filmes de mulher que você assistiu com ela e alegou gostar.
A hipergamia não se importa com o quão bem você faz sua parte das tarefas domésticas.
A hipergamia não importa o quanto a família ou os amigos dela gostam de você.
A hipergamia não se importa se você pensa que é um cara "Bom" ou sobre como é convincente seu argumento para o seu senso de honra.
A hipergamia não se importa se as crianças são biologicamente suas ou não.
A hipergamia não se importa se "ela estava bêbada, ele era fofo e uma coisa leva a outra..."
A hipergamia não se importa com o quão doce, engraçado ou intelectual você é.
A hipergamia não se importa se você "nunca previu isso acontecer".
A hipergamia não se importa se você é amargurado.
fim dos tempos começo das dores, cumpre se de Deus as profecias
Filho contra pai
Irmão contra irmão
e o Amor cada vez no mundo se esfria
Ninguém pensa em alguém
O abandono virou rotina
O ar se poluindo mais e mais e agora com esse vírus da china
Só sofrimento e dor
Por isso eu te imploro meu DEUS CURA NOSSO PLANETA SENHOR
Não é só a educação dos filhos que é necessária, mas a dos pais também.
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