Conselho para uma Pessoa Orgulhosa
Cada um sabe o tamanho da dor que carrega, é o peso que ela representa... Não julgue, ajude: seja luz onde só se vê escuridão e desespero!!
A gente se ocupa com tanta besteira e procura tão longe a felicidade que acaba morrendo de sede no oceano.
Você sempre vai ter 3 opções diante da vida do outro:
- ajudar
- atrapalhar
- ignorar
Cada uma dessas escolhas tem um peso específico e um significado bem relativo tanto pro outro como pra você.
Cada caso é um caso, cada pessoa é uma pessoa, cada sentimento é um sentimento mas as opções vão sempre ser as mesmas e vão exigir de você maturidade e sabedoria.
Se não for para alcançar o topo, abandone a trilha ao pé da montanha. Assim, você não atrapalha os loucos que sobem, nem carrega os fracos que descem.
Aplausos aos que lutaram, honrarias aos que venceram. Não dê a devida importância aos aplausos, a menos que você os veja do último lugar do pódio.
Todo homem vive estágios; nestes, se faz possível retroceder ou avançar. Retroceder é influenciar-se pelo conformismo. Avançar é impulsionar-se pela inconformidade do estado e estágio das coisas e pessoas.
As pessoas se acostumaram com coleiras e voltinhas diárias. Depois, elas retornam para a mesma casinha, a mesma ração, a mesma vidinha de um cão domesticado que aguarda feliz pelo pequeno "passeio à coleira" de amanhã.
As histórias de pessoas que alcançaram o sucesso não me colocam para baixo; do contrário, me motivam a chegar onde chegaram.
Se você não é referência quando o assunto é o que você faz, significa que o que você faz não se refere ao que você realmente gosta.
Atualmente, a rapidez e a comodidade que há em ir aos lugares que queremos, priva-nos a observação dos lugares que passamos. Ansiosos, pensamos nos destinos e assim erramos. Importa-nos os meios; eles são os destinos de quem vive.
Transcender o comum é observar além; é enxergar a vida do alto e ignorar o seus “baixos”; é subir e reconhecer a infinidade dos lugares e das coisas; é descer e aceitar a finitude da própria vida.
Não há destino, tão pouco presunções, à quem, mesmo que involuntariamente, busca as variáveis inusitadas da vida.
