Conselho para uma Pessoa Orgulhosa
"A cada dia me convenço de que a falsidade é uma sombra que revela o mau-caráter do ser humano. Assim como o próprio Cristo foi traído por um dos seus, que esperança resta para um mortal como eu? Não é a traição que me surpreende, mas a ingenuidade daqueles que venderam a lealdade. Minha maior sabedoria é ter aprendido a lidar com a falsidade dos outros e encontrar força para manter minha autenticidade diante deles."
"Amar o seu filho é uma bênção que nos completa, mas amar o filho dos outros é um dom que nos eleva.
"Quem se sente onipotente por portar uma arma desconhece o verdadeiro poder adquirido através de apenas um livro, que pode mudar sua vida, e alterar sua mente."
"O funk domina as ruas da periferia. Suas letras confrontam uma cultura ou anunciam um novo modelo social?"
"Há uma linha tênue entre ajudar e virar escravo voluntário! Ser parceiro é dar uma força quando alguém precisa de ajuda, mas é algo bem diferente quando nos anulamos querendo carregar o mundo nas costas, deixando que folgados abusem de nossa boa vontade. Dizer "não" para o abuso alheio não nos torna pessoas ruins ou egoístas; nos faz indivíduos com amor-próprio e saúde mental em dia. Quem se acostumou com a nossa escravidão voluntária sempre vai achar ruim quando decidimos nos libertar. Aprender a colocar limites na nossa vida é a verdadeira libertação da caridade abusiva!"
TANKA 008
Em um céu cinzento
uma garça rompe o frio
e segue o seu rumo.
O vento sopra teu nome
Em meu silêncio profundo.
Recomeçar sempre deve ser visto
como um ato de responsabilidade,
e nunca como uma promessa vã de mudança.
A vida sempre se renova
quando usamos sabedoria em nossas escolhas
e a esperança cresce pelo crivo da disciplina.
Pois quem retorna ao caminho
com a consciência do erro cometido
Já não repete o passado,
mas caminha com maior firmezadiante do Criador.
Cada geração escreve
uma página da história,
mas é a memória que impede
que as páginas anteriores
sejam esquecidas
PANDORA E ZAFIRA
Amizade entre uma cachorrinha e uma águia — puro amor e lealdade
“Quando o amor é verdadeiro,
a amizade cria asas.”
Gotinhas de Amor: onde a magia acontece .
“Onde a infância toca a natureza,
nasce uma gotinha de amor.”
Rau era pequeno, mas tinha uma energia tão grande que parecia caber um sol dentro dele.
No Berçário 2, todo mundo conhecia seu jeito sapeca: quando ficava animado demais, ele dava umas “mordidinhas de brincadeira” — e saía correndo todo risonho, com os cachinhos pulando atrás dele.
As professoras diziam:
— Lá vai o Vampirinho do Coração Doce!
Mas no fundo, Rau não queria morder…
Ele só queria mostrar carinho de um jeito todo dele.
E com o tempo, aprendeu que abraços apertados e sorrisos sinceros mordem muito mais — só que por dentro.
UMA FLOR NO MEIO OBSTÁCULOS
Flor de lótus é um símbolo poderoso em muitas culturas, representando a resiliência, a beleza e a transformação.
Raízes profundas:
Assim como a flor de lótus cresce em águas lamacentas, mas mantém suas raízes profundas e fortes, eu também enfrentei desafios e dificuldades na minha vida, mas mantive minha força e resiliência. Minhas raízes são minha família e fé.
Esta é a minha história, uma jornada de descobertas e crescimento.
Ao longo dos anos, eu aprendi que a vida é cheia de desafios e oportunidades, e que é importante nunca desistir de nossos sonhos.
" Uma Flor no meio do Obstáculos
"O 'Gotinhas de Amor' não é apenas uma instituição; é um celeiro de formação humana e profissional. É lá que o futuro da educação se constrói e que se prova, dia após dia, que a Gotinha faz história."
— Rosana Figueira
Autora e Pedagoga
É na infância que tudo começa,
no olhar atento, no gesto que acolhe.
Uma mão que cuida, uma escola que observa,
um educador que não se omite.
Entre histórias, rotinas e afetos,
plantamos vínculos, proteção e amor.
Porque educar é também proteger,
e cuidar é o mais bonito ato de ensinar.
Que cada criança encontre na escola
um lugar seguro para ser, crescer e sonhar
Gotinhas de Amor.
Educar não tem prazo de validade.
Experiência não envelhece — amadurece.
Uma escola inclusiva também inclui quem educa.
Gotinhas de Amor
Pensamentos🌹
Quando sobreviver não basta
Sou uma mulher de fé.
E fé não me impediu de sofrer — me impediu de desistir.
Amei, construí família, cuidei de quem precisava de mim.
Perdi pessoas, perdi um casamento, perdi um negócio, perdi o chão.
Houve momentos em que não vivi — apenas aguentei.
Aprendi que nem tudo que acaba foi fracasso.
Algumas histórias terminam porque só um lado continua sustentando.
Não carrego raiva.
Carrego saudade do que foi bom e luto pelo que poderia ter sido.
Isso não me enfraquece — me humaniza.
Hoje, aos 60 anos, não busco glamour nem aplauso.
Busco dignidade.
Um lugar simples para viver.
Contas que caibam no bolso.
Silêncio que cure.
E paz no espírito.
Entendi que recomeçar não tem idade.
Tem coragem.
Não preciso provar nada a ninguém.
Só preciso continuar fiel a quem eu sou.
E sigo.
Com fé, com cicatrizes e com vontade de crescer.
Gotinhas de Amor:
Oceanos da Diversidade
A Aventura Tátil da Lu
Brasil,2026
Lu era uma menina curiosa e criativa.
Ela não enxergava como os outros colegas, mas isso
nunca impediu seu sorriso de brilhar.
Com as mãos, Lu descobria o mundo: sentia as formas,
as texturas, os caminhos… e com os ouvidos,
guardava sons como pequenos tesouros.
Na escola, porém, nem tudo era fácil. Algumas brincadeiras dependiam muito dos olhos, e Lu, às vezes,
ficava sem saber como
participar. Enquanto os colegas corriam ou
apontavam coisas, ela esperava, imaginando como poderia brincar junto.
A professora percebeu isso com carinho.
Então, junto com as crianças, decidiu mudar algumas coisas.
— Vamos brincar de um jeito que todo mundo
possa participar! — disse ela.
Os amigos começaram a descrever as brincadeiras para Lu, usando palavras cheias de cuidado.
Criaram jogos com objetos de diferentes
texturas, sons e cheiros.
Também inventaram os passeios sensoriais,
onde Lu explorava a sala tocando, ouvindo e
sentindo cada cantinho. Lu se sentiu acolhida.
Fez amigos, riu alto e descobriu que aprender podia ser uma aventura incrível — do jeitinho dela.
Um dia, a professora teve uma ideia especial:
— Que tal uma caça ao tesouro pela escola?
Os olhos das crianças brilharam.
Mas logo alguém perguntou:
— E a Lu? Como ela vai brincar?
Os amigos não pensaram duas vezes.
Adaptaram o jogo com amor.
Em vez de procurar pistas com os olhos, Lu usaria o tato e a audição. As pistas seriam
objetos com texturas diferentes,
sininhos, caixinhas que faziam barulho. Enquanto
caminhavam, os amigos
descreviam cada passo, cada curva do caminho.
Lu levava uma caneta de cheiro e marcava o
percurso, rindo a cada nova descoberta.
— Está quente… agora macio… escuta esse som! — diziam eles.
No final do caminho, encontraram o tesouro:
um saco cheio de
brinquedos sensoriais — bolas texturizadas,
chocalhos, tecidos e objetos curiosos.
Lu ficou tão feliz que teve outra ideia.
— Agora é minha vez! — disse ela, animada. — Vou criar uma
caça ao tesouro tátil para vocês!
E assim, naquele dia, os amigos aprenderam que existem muitas formas de explorar o mundo.
Algumas com os olhos, outras com as mãos, os ouvidos…
E todas cheias de descobertas.
Porque quando a escola acolhe, todo mundo aprende junto.
Fim
