Conselho para uma Pessoa Orgulhosa
“Poema” Uma doce paixão
O amor nasce de um olhar,vive de sorriso...
Morre de um adeus.
Mas se for o amor verdadeiro,perdura-se eternamente...
Não ah nada que apaga um grande amor.
Nem a distancia...
Nem a ausência nem o tempo.
Tudo permanece como no primeiro encontro...
O primeiro olhar,o primeiro beijo.
O amor verdadeiro adormece,
e acorda regrado com gotas do suave perfume das flores nas tarde de primavera.
Sentir o doce gosto da paixão, mais inocente...
Deixando a alma transparente no aconchego suave de um grande amor.
O amor verdadeiro é como sentir o vento tocar o rosto...
Suavemente como sopra a copa das paineiras...
E suas plumas caem ao solo e logo germina trazendo a tona nova...
Vida a natureza.
Assim é o amor verdadeiro...
Natural puro e eterno.
O amor verdadeiro...
É como a fênix..
Renasce a cada segundo...
Com louco desejo de amar.
Um grande amor euma doce paixão entre dois corações.
Suspirando no mesmo caminho.
La no alto da serra...
Deitado sobre a terra, vamos morrer...
Bem juntinhos.
A eternidade cabe num olhar.
Um instante de encontro verdadeiro é suficiente para marcar uma vida inteira.
Há olhares que seguram o tempo e o transformam em sempre.
Os pingos d'água que caem sobre meu rosto são promessas flutuantes, e a própria estrada, uma linha infinita de possibilidades.
Ro Matos
25/02/26
Minhas cicatrizes, são lembretes de uma nova consciência: "Nunca mais me abandonar para manter alguém."
Ro Matos
"O vício é uma lição gramatical: assim como o C vem antes do D, tudo o que vicia começa com C para ir em busca do D de dopamina."
— Heremita de Araúxa.
A construção do "eu" é, portanto, uma eterna negociação entre o que somos e o que o inconsciente nos impulsiona a ser.
A felicidade não é uma dívida que os outros têm com você. Ninguém é obrigado a preencher suas lacunas. A chave é valorizar o que já se tem e, acima de tudo, construir sua própria felicidade.
Gratidão e autossuficiência são o caminho.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
A surpresa da tua presença inesperada me trouxe uma breve lembrança do gosto de estar perto de mim.
É curioso como eu sempre me perco no que sei, para encontrar o que realmente preciso descobrir.
Eu já tinha te visto, mas nunca tinha te encontrado.
Incapaz de decifrar o teu olhar, torço para que eu possa caminhar até você sem medo.
Mesmo que seja breve, eu quero sentir esse gosto de mim —
e, quem sabe, encontrar um vestígio do caminho de volta.
Entre toques disfarçados, sorrisos escondidos e a mentira da verdade,
eu senti algo.
Não sei o quê, mas algo que me trouxe o medo…
e aquela sensação de volta.
Analiso teus passos na minha mente enquanto minha confusão cresce.
Tua silhueta me chama.
Eu tento não perder meus sentidos,
mas vejo teu disfarce —
e torço para que você decifre o meu.
Para que então eu possa atravessar nossa linha,
mesmo que às vezes pareça que não há nenhuma.
Quem sabe ela só exista na nossa cabeça.
Me ajuda a te entender…
o que queres que eu faça?
( ..legra )
A Flor Efêmera
A vida é como uma delicada flor.
Desabrocha lindamente
com suas delicadas pétalas.
Contudo, logo murcham e caem,
pois a sina de toda beleza
é desvanecer.
Já que a vida é breve e fortuita
Carpe Diem!
Viva intensamente e deliciosamente,
pois não há tempo a perder.
Antes que suas pétalas caiam
e sirvam de adubo
Para novas flores.
Em seu silencioso coração ela clama por ti, como uma ninfa dançando ao som da primavera, clama sua voz.
Quer sair, ser tocada pelos raios fulgentes de um sol de abril, se despe daquilo que a emudece e se veste dos desejos de ser som.
Sua voz é o verbo que chama, que posto no mundo faz emergir o que clama.
Ouça a voz que vem do coração de um deus...deixe cantar sem palavras, deixe bailar ao luar com encanto e graça.
Encontre-a nos sons delicados e nas fúrias da natureza, descubra com que ternura ou ímpeto ela vibra em ti e por ti...
Nem todo dia vai ser leve,
alguns pesam mais do que a gente gostaria.
mas todo dia carrega uma chance:
a de recomeçar.
a vida não pede perfeição,
pede coragem.
coragem de errar e aprender,
de cair e levantar,
de olhar pra trás e ver que já não somos os mesmos.
cada dia é uma oportunidade
de ser um pouco melhor do que ontem,
de se superar
e provar a si mesmo
que a vida vale o esforço.
O dia nasceu.
A casa ainda quieta,
o quarto meio escuro,
e uma faixa de luz atravessando o chão
como se alguém tivesse aberto o mundo devagar.
Eu ainda estava cheio de ontem
quando percebi
que ele vinha limpo.
Não trouxe promessa.
Trouxe espaço.
Tem manhã que abre o céu.
Tem manhã que pesa nas nuvens.
Hoje eu não discuto com nenhuma delas.
Até a chuva tem um modo de cair
que parece cuidado.
Deus repete esse gesto todos os dias
e a gente quase não nota.
O dia nasceu.
E eu fico ali,
com a luz tocando o chão,
sem dizer nada.
Atenção.
A maledicência não é um fenômeno trivial — é uma manifestação inequívoca de desordem moral.
Não se trata de palavras lançadas ao acaso, mas de uma escolha consciente que expõe a estrutura ética de quem a pratica.
Ao falar do ausente, o indivíduo não descreve o outro — ele se revela.
Cada frase carrega mais informação sobre quem emite do que sobre quem é alvo.
Ainda mais significativo é o papel de quem escuta.
A aceitação silenciosa não é neutralidade, mas validação.
Onde não há recusa, há consentimento.
O padrão é invariável.
Aquele que hoje utiliza terceiros como objeto de discurso, amanhã utilizará você.
Não por exceção, mas por coerência comportamental.
Caráter não reside naquilo que se declara, mas naquilo que se recusa a fazer.
É uma estrutura de decisões, não de discursos.
Manifesta-se, sobretudo, na capacidade de rejeitar o que é conveniente, porém indigno.
A maledicência, nesse sentido, não corrói apenas reputações —
corrói o próprio tecido de confiança que sustenta qualquer relação humana minimamente estável.
Portanto, a posição correta não é ambígua.
Recusar é preservar-se.
Aceitar é degradar-se.
No fim, o elemento central não é o conteúdo da fala,
mas a integridade de quem escolhe falar — ou calar.
A dor é uma verdade inevitável e implacável. O amor é um risco de proporções gigantescas, mas se negar a arriscar é uma grande covardia. Tente, caia, tente de novo, mas, acima de tudo, se ame e siga em frente, você vale a pena e todos merecem uma segunda chance porque não somos perfeitos.
A Analogia do Tecelão e a Tapeçaria:
Imagine a história da humanidade como uma imensa tapeçaria. O passado forneceu os fios de ferro do patriarcado rígidos, pesados e impostos.
O presente é o momento em que as mãos femininas, antes forçadas apenas a fiar, agora decidiram redesenhar o padrão.
O futuro é o tecido que ainda não existe, mas cuja suavidade e resistência dependem da coragem de quem corta os nós do preconceito hoje.
O Rio e a Represa: Uma Reflexão sobre a Liberdade Feminina.
A sabedoria da vida nos ensina que o tempo não é uma linha reta, mas um fluxo.
Se observarmos o patriarcado como uma antiga represa, entenderemos que ele não apenas "organizou" a sociedade, mas represou a potência de metade da humanidade.
Por séculos, o passado foi o tempo do represamento: águas paradas, onde a vida acontecia sob pressão e silêncio.
Dias de chuva
Chovia…
Abrigo na memória
uma janela entreaberta,
o latido das gotas caídas,
seduzidas por letras
cantaroladas nas pontas dos dedos.
Chovia...
Nesses dias pardos
que ainda trago na boca...
Abri uma gaveta
de infância —
e não havia nada,
nada que me fizesse lembrar
a faceta de transgressor.
Chovia...
Desejos esses,
habitados em ímpetos silêncios,
de vaga mundos —
sem sair do regaço da minha mãe.
Chovia...
Vertiam-se aqueles beijos
em dia de branco chumbo,
dados com amor e paixão,
como a auga escorrida,
ecoando melodias
no meu coração
chovia, mãe
chovia
chovia
chovia
