Conselho para uma Pessoa Orgulhosa
Capoeira é uma arte,
com história nacional.
Quem a ela se dedica,
tem consciência social.
Ginga é o movimento,
de beleza sem igual.
Capoeira não é só,
movimento corporal.
É também conhecimento,
herança cultural.
De um povo obstinado,
pela liberdade pessoal.
Podemos nos confortar com a ideia de uma existência após esta vida, mas sejamos francos: a vida que temos, aqui e agora, é irrepetível. Não haverá outra oportunidade para reviver os momentos que estamos experimentando. Cada instante é único, cada decisão é definitiva. Apostar numa continuidade futura pode ser reconfortante, mas não podemos ignorar que esta vida, com todas as suas imperfeições e maravilhas, é nossa única chance de experimentar a realidade. Portanto, é fundamental que reconheçamos a singularidade de nossa existência atual e vivamos com plena consciência de que não haverá um segundo ato.
Não existem regras para o Amor, ele simplesmente acontece.
Como uma brisa suave que acaricia a pele,
Ou uma tempestade que inunda a alma.
Carinho mútuo, uma dança eterna,
Linda canção, coisa linda,
Uma declaração infinita de um amor que não conhece fronteiras.
Você é o ar que respiro,
O motivo de cada sorriso,
O momento sempre juntos,
A paixão que permanece,
Sentir um grande amor sempre em mim,
E a raiz é você, o alimento de um amor que floresce.
Quando escrevi essa canção, estava apaixonado,
Tratando da grande dificuldade de me entregar plenamente,
O primeiro verso é um desejo, um anseio profundo,
De um amor sem barreiras, sem medo de se perder.
Eu me lembro quando escrevi,
Foi a coisa mais triste que já fiz,
Pois não me acostumo sem seus beijos,
E não sei viver sem seus abraços.
Aprendi que pouco tempo é muito,
Meu mel, faço qualquer coisa nessa vida
Para ficar um pouco do seu lado.
E assim, na melodia do amor,
Cantamos juntos uma canção sem fim,
Você e eu, entrelaçados em versos e notas,
Numa declaração infinita de um amor,
Que é livre, sem regras,
Simplesmente acontece,
E permanece.
Nada vai me fazer mudar de ideia. Quando temos uma opinião formada e maturidade para entender que não podemos ser melhores do que já somos, tudo se torna perfeito porque vivemos o agora.
"Sabe, tem uma coisinha aqui dentro (...) que se engana às vezes, confunde carinho, gratidão e admiração, com amor"
O povo ri do bobo, o bobo ri do povo, mas chega uma hora que o bobo se pergunta... "Eles estão rindo de mim ou comigo?"
e ele se calou.
A desistência costuma ser vista como um fracasso, em vez de uma maneira de obter sucesso em outra coisa. Vale a pena se perguntar: a quem acreditamos que devemos justificativas quando desistimos ou quando decidimos resolutamente não desistir?
Penso em dormir como uma forma de desistir, da consciência, da vigilância. Há formas de desistir que são saudáveis.
Você não é uma nuvem, mas é uma parte do céu. Você não é o sol, mas você me lembra exatamente tudo de bom que pode se fazer quando está calor. Você não é chuva, mas quando fala e canta, sua voz é tão doce que me lembra o delicioso barulho dela. Você não é o mar, mas acalma uma pessoa que está sozinha. Você não é grama, mas eu com certeza me sinto a vontade de me sentar ao seu lado e conversar com você por horas.
A ideia de que familiares conseguem entender um ao outro sem dizer uma palavra é uma grande mentira.
O silêncio é uma linguagem sutil e poderosa, muitas vezes mais eloqüente do que as palavras. Ele possui a capacidade única de transcender as limitações da linguagem falada e escrita, comunicando verdades profundas que não podem ser facilmente articuladas. Quando nos deparamos com o silêncio, somos convidados a mergulhar em uma introspecção que revela mais do que imaginamos.
Em momentos de silêncio, nossas mentes encontram espaço para refletir, ponderar e compreender nuances que antes passavam despercebidas. Esse estado de quietude pode proporcionar uma clareza rara, onde respostas emergem para perguntas que talvez nunca tenhamos formulado conscientemente. O silêncio pode nos confrontar com nossas próprias verdades, nossos medos, desejos e motivações mais profundos.
Além disso, o silêncio em interações humanas pode falar volumes. Ele pode transmitir conforto, compreensão e até mesmo apoio, sem a necessidade de uma única palavra. Da mesma forma, pode sinalizar desconforto, tensão ou distância. A ausência de palavras permite que a comunicação ocorra em um nível mais intuitivo e emocional, onde os gestos, os olhares e a própria presença física ganham significado.
Portanto, o silêncio responde até aquilo que não foi perguntado, porque ele nos obriga a ouvir o que realmente está dentro de nós e ao nosso redor. Ele nos conecta com uma dimensão mais profunda da existência, onde as respostas não são ditas, mas sentidas e compreendidas de maneira visceral. Aprender a abraçar o silêncio é, em essência, aprender a escutar a voz da própria alma.
Uma mãe um dia me perguntou se não era perigoso pedir desculpa aos filhos. “Mas eles não precisam que os pais estejam certos para se sentir seguros?”, ela questionou. Não! As crianças precisam de pais sinceros e autênticos, não perfeitos.
Se dê a oportunidade de em um dia normal você viver por si mesma. Escreva uma carta para você, conte como foi o seu dia, expresse os seus sentimentos em cada linha e se deixe ser guiada pela emoção de suas próprias palavras.
Há tempos, vivemos na tirania do imediato. Uma geração apressada, ansiosa por respostas rápidas, sem pausas para a reflexão. E assim, nos vemos aprisionados pelo frenesi do presente, entregues ao impulso de falar, sem medir as palavras, sem respeitar o compasso natural de nossas almas e o silêncio que nos habita.
O silêncio, que deveria ser nosso amigo, tornou-se um fantasma. Tememos suas profundezas, sua quietude que nos convida a pensar. Então, falamos. Falamos para preencher o vazio, para afugentar a solidão, mas sem notar que, ao fazer isso, muitas vezes apenas propagamos o vazio. Falamos sem ouvir, sem entender, sem sentir.
Ah, como seria bom aprender a ouvir o silêncio! O silêncio que não é ausência, mas presença plena. O silêncio que nos permite ouvir a nós mesmos, que nos dá a chance de encontrar a verdadeira voz dentro de nós. Porque é no silêncio que nascem as palavras que realmente importam. É nele que podemos descobrir a beleza de uma pausa, a riqueza de um momento de contemplação.
No dia em que mais te magoaram, sentiste uma dor no peito, sentiste uma angustia...
Podemos ate dizer que sentiste que te estavas a afundar como o titanic.
Sentias-te indesejada, amaldiçoada...
Parecia que quanto mais lutavas, mais para baixo ias
Sentia ste sozinha, sem ninguem para te segurar o braço
Tinha sido roubado um pedaço teu...
Nesse momento todos os teus sentimentos ficaram parecidos
como a sensação de estares a ser sufocada
Nas tuas próprias lágrimas
Nas tuas próprias mágoas
