Conselho para uma Pessoa Orgulhosa
Eu proponho uma campanha de saúde pública: vamos ser mais bem-humorados, mais desarmados. Podemos ser cidadãos sérios e respeitáveis e, ao mesmo tempo, leves. Basta agir com delicadeza, soltura, autenticidade, sem obediência cega às convenções, aos padrões, aos patrões. Um pouco mais de jogo de cintura, de criatividade, de respeito às escolhas alheias. Vamos deixar para sofrer pelo que é realmente trágico, e não por aquilo que é apenas incômodo, senão fica impraticável atravessar os dias.
"O dinheiro pode comprar uma cama muito confortável, mas o dinheiro não pode comprar o sono. Pode comprar o melhor plano de saúde, mas não a saúde."
Hoje lembrei de você,
mais me lembrei, que não está do meu lado.
De uma coisa pode saber que sempre estarei te esperando!
Não é porque eu não gosto de você. Só estou com medo. Há uma longa estrada à minha frente. Mas eu sou fraca demais. É por isso… é por isso que estou te deixando pra trás.
De novo, meus olhos se encheram de lágrimas, e fiquei triste por perdê-lo mais uma vez e, ao mesmo tempo, feliz, porque sabia, com certeza que ele ainda é único para mim.
Não fui uma grávida bonita. Eu engordei horrores e senti dores a gestação toda, foi um caos. Eu fazia um esforço sobre-humano para dormir, pois todas as posições me incomodavam, e a única parte boa foi parir. Aquelas gestantes de revistas? Existem, mas não fui uma!
Toda forma de poder é uma forma de morrer por nada
Toda forma de conduta se transforma numa luta armada
A história se repete, mas a força deixa a história mal-contada.
Sempre haverá uma mulher mais bonita e atraente do que você. O que te difere delas é sua personalidade. Acreditar no que você é capaz te faz ser mais sublime que tantas outras.
"Há coisas na vida que nos marca profundamente, que nos fazem amadurecer, que nos fazem uma pessoa melhor, por mais difícil que seja e por todas essas coisa eu sou grata, todas as pessoas que me magoaram eu só tenho a agradecer, afinal quem continua um poço de ignorância são vocês, não eu."
Bons líderes criam uma visão, articulam a visão, tomam a visão com paixão, e conduzem sem descanso até a sua realização.
Casar, para ela, não era negócio de paixão, nem se inseria no sentimento ou nos sentidos; era uma ideia, uma pura ideia. Aquela sua inteligência rudimentar tinha separado da ideia de casar o amor, o prazer dos sentidos, uma tal ou qual liberdade, a maternidade, até o noivo. Desde menina, ouvia a mamãe dizer: "Aprenda a fazer isso, porque quando você se casar"... ou senão: "Você precisa aprender a pregar botões, porque quando você se casar..."
A todo instante e a toda hora, lá vinha aquele -- "porque, quando você se casar..." -- e a menina foi se convencendo de que toda a existência só tendia para o casamento. A instrução, as satisfações íntimas, a alegria, tudo isso era inútil; a vida se resumia numa coisa: casar.
De resto, não era só dentro de sua família que ela encontrava aquela preocupação. No colégio, na rua, em casa das famílias conhecidas, só se falava em casar. "Sabe, Dona Maricota, a Lili casou-se, não fez grande negócio, pois parece que o noivo não é lá grande coisa"; ou então: "A Zezé está doida para arranjar casamento, mas é tão feia, meu Deus!..."
A vida, o mundo, a variedade intensa dos sentimentos, das ideias, o nosso próprio direito à felicidade, foram parecendo ninharias para aquele cerebrozinho; e, de tal forma casar-se se lhe representou coisa importante, uma espécie de dever, que não se casar, ficar solteira, "tia", parecia-lhe um crime, uma vergonha.
De natureza muito pobre, sem capacidade para sentir qualquer coisa profunda e intensamente, sem quantidade emocional para a paixão ou para um grande afeto, na sua inteligência a ideia de "casar-se" incrustou-se teimosamente como uma obsessão.
O Natal é uma época do ano em que as pessoas de todas as religiões estão juntas para adorar Jesus Cristo.
Quem engana, na verdade, está enganando a si mesmo. Na arte de enganar, há sempre uma perda de si mesmo no processo. Seja verdadeiro!
Adoro a chuva e sua sinfonia
O cheiro que ela desfila
Tocando uma música antiga
Abrindo uma garrafa de vinho
Aquela que trás o frio
De presente o abraço quentinho
E transforma corpos em aconchego
Adormecidos com seu sossego
Adoro a chuva mansinha
A dose de calmaria
A doce coisa de Deus
Que molha fria e suave
Que nunca precisa de chaves
Que acaba, mas nunca é adeus...
