Conselho para uma Pessoa Orgulhosa

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⁠"A verdade é uma arma de duplo corte, ferindo tanto quem a diz quanto quem a ouve."

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⁠"É mais fácil viver em uma realidade fabricada do que enfrentar a verdade."

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⁠"A verdade é uma moeda falsa, aceita apenas por poucos."

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⁠"A sinceridade é uma virtude, mas a diplomacia é uma arte."

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⁠"Vivemos em uma geração em que poucos leem, e entre os que sabem interpretar, o nível cognitivo é, em geral, precário."

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⁠"Cada um de nós é uma história em movimento, lida por aqueles ao nosso redor."

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⁠"A maior tolice do ser humano é sabotar sua autenticidade pela idealização de uma vida perfeita."

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⁠"A oração genuína é uma expressão de amor e intimidade com Deus, que pode ser praticada em todos os momentos da vida, independentemente da presença ou ausência de sofrimento."

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⁠"Santidade não é ausência de falhas, mas uma decisão contínua de andar com Deus, ser moldado por Ele e viver de forma diferente por causa d’Ele."

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⁠"A ausência de arrependimento grita até quando ninguém diz uma palavra."

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⁠"Receber é uma arte. E saber recusar, também."

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⁠"Os primeiros passos para a vitória podem nos transformar em sombras de nós mesmos, uma caricatura que esquece a essência do caminho."

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⁠"Um espelho bem usado é uma arma sutil: não corta, mas revela."

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⁠"Persuadir é arte sutil: toca-se o ego com uma mão e as emoções com a outra."

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⁠"Ignorar também é uma forma de perder."

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⁠"Nem todo elogio é sincero — às vezes, é só o começo de uma queda planejada."

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⁠“Para o medíocre, cada vitória alheia é uma sentença que declara sua própria nulidade.”

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⁠“Ao amargurado, a conquista alheia é uma ferida reaberta que sangra sua própria frustração.”

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⁠(...) Em dezembro de 1983, nascia uma afável de uma deleitável criança, cuja vida não lhe foi tão propícia aos anseios inocentes de sua inflorescência infância.

Pertencente a uma origem humilde, ele recebeu uma educação doméstica e acadêmica sigilosamente rudimentar, porém, eficaz.

O seu caráter cortês foi moldado precocemente por ironia do destino, deixando-o parcialmente inibido ao seu mundo interior propriamente dito, ou seja, o seu “eu”.

O tempo passou, e naturalmente o menino de olhos claros, a cor da natureza, de cabelos castanhos e de uma estrutura emocionalmente épica, tornou-se num dócil homem sensivelmente inclinado a uma dimensão gerada nos corações poéticos, de seres meramente apaixonados pela arte de escrever.

Apresentando ser um mancebo convencido (o que não era) por ter um semblante austero, era um jovem bem-humorado e eufórico na área da comunicação.

As suas decepções amorosas deixaram o centro das suas faculdades glacialmente petrificadas, no entanto, maduras, sem esquecer que o universo, por um todo, conspirou propositalmente a favor de uma coesão ilibada de sua simplória dignidade masculina.

Mesmo tendo como experiência, diversas desilusões sentimentais, esse probo sonhador, nunca deixou de acreditar na força cândida do casto amor, concebendo assim, uma personalidade definitivamente singular e assaz para uma patente óptica horizontal da sua vital existência.

Aos 19 anos, tornou visível a imagem latente duma película revelação artística no seu desvanecido âmago, da qual se espargiu pelas fronteiras exteriores do universo clássico da literatura coeva.

Anos mais tarde, um ser magnificamente metafísico, chamado transcendentalmente de EL (Deus), une grandiosamente a sua alma ao core de uma linda mulher, que se tornou para ele num límpido baluarte moral e afetivo, pela qual discorre o início de uma triunfante história que não terá um ponto final escrito por mim, mas futuramente pelos seus áureos filhos, que serão eternas e importantes estrelas de uma era não muito distante ou por nobres companheiros, que o auxiliaram com bálsamo no período bélico da sua rústica jornada.

Enfim, esse fidalgo ser não foi nenhuma celebridade, nenhum fenômeno heroico e muito menos um mito greco-romano, ele foi simplesmente ele, Diogo Oliveira, mais conhecido e respeitado carinhosamente pelos seus veros amigos de: macjhogo,
"o escritor".

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⁠"Não seja ludibriado pelos holofotes pejorativos de uma geração embriagada no comodismo de sua incúria mental."

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