Conselho para uma Pessoa Orgulhosa
BOCÓ HONORÁRIO
Demétrio Sena - Magé
Ocorre muito comigo: rever uma pessoa com quem convivi por algum tempo, mesmo sem ter me tornado um grande amigo, e me apressar para cumprimentá-la efusivamente, sendo recebido com um olhar de "eu, hein..."; quando muito, com aquele "oi" mascado como um restinho de fumo. Então retorno ao meu canto, se ambos estivermos no mesmo ambiente, ou sigo meu caminho xingando a mim mesmo, em pensamento.
Mas não tomo emenda: quando, pouco tempo depois, vejo outra pessoa com quem tive uma convivência semelhante (quem sabe, na realização de um trabalho, um projeto em comum), corro logo para o quase abraço, como se fôssemos velhos amigos de infância que se perderam e acabam de se reencontrar. Aí dou de cara com o mesmo "eu, hein" silencioso... os mesmos lábios dormentes. Razão pela qual nunca passo muito tempo sem me xingar em pensamento.
Sou desses bobões que dão muita importância para pessoas. Que veem amizades em relacionamentos breves e até superficiais. Acho marcante uma boa conversa de rua com um desconhecido, que para mim, a partir daquele momento já não é um desconhecido. Se participo de algo por alguns dias, com esse desconhecido, ele praticamente se torna um amigo de vida inteira... desses com quem me preocupo e chego até a pedir notícias a um conhecido em comum.
Pensando bem, não penso mesmo em tomar emenda. Não ser assim me deixa vazio. Ser de outro jeito é como não ser quem sou. Passar por esses constrangimentos de me sentir situado por alguém é menos pior do que sentir o vazio de não sentir nada por uma pessoa com quem tive pelo menos um momento agradável. Pessoas, para mim, são pessoas. Nunca soube tratá-las como algarismos em equações vivenciais.
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Respeite autorias. É lei
Sangue igual ao meu, uma pessoa importante que Deus me deu o prazer de compartilhar uma vida até meus últimos dias, seja de tristeza ou alegria, que dure pra sempre esse amor, de irmão, ou seja, qual for, o importante é que nunca vou deixar de senti-lo!
Para minha irmã, Débora Caleffi de Almeida
No final será você e Deus
Se você é uma pessoa que conquista, vai encontrar alguns amigos falsos e outros de verdade.
Mesmo assim, continue vencendo.
O que você levou anos para construir pode ser destruído em um instante.
Por isso, continue construindo, mesmo assim.
Não imponha, mas esteja atento ao que os outros podem fazer para te atrapalhar. Continue seguindo em frente e construindo o seu caminho.
Em um mundo onde o valor de uma pessoa era medido pelo peso da carteira, e não pelo que carregava no peito, dois irmãos caminhavam perdidos. Não estavam perdidos apenas no espaço, mas em algo muito mais profundo: no sentido de existir.
O mais velho, Elias, lembrava vagamente de quando as pessoas sorriam sem interesse escondido. Ele guardava essas memórias como quem protege um objeto raro, quase extinto. O mais novo, Theo, nunca chegou a conhecer esse mundo. Cresceu aprendendo que gentileza não comprava pão e que sonhos não pagavam dívidas.
As cidades eram altas e frias, feitas de vidro e números. Crianças aprendiam a contar dinheiro antes de aprender a contar histórias. Quem não tinha, desaparecia. Não morria oficialmente, apenas deixava de ser visto.
E foi assim que os irmãos se perderam do resto do mundo: recusando-se a esquecer quem eram.
Eles vagavam de bairro em bairro, fazendo pequenos trabalhos que ninguém queria, sempre pagos com o mínimo possível. Ainda assim, dividiam tudo. Um pedaço de pão partido ao meio tinha mais valor do que qualquer moeda que já haviam visto. À noite, deitados sob o céu poluído, Elias contava histórias inventadas sobre um tempo em que caráter era riqueza. Theo ouvia como quem escuta uma promessa.
Um dia, chegaram a uma região esquecida, um lugar onde o sistema havia falhado. Não havia bancos nem grandes prédios, apenas pessoas cansadas. Ali, algo estranho acontecia: ninguém tinha muito dinheiro, mas ninguém parecia vazio.
Os irmãos começaram ajudando como podiam. Elias consertava o que estava quebrado. Theo cuidava das crianças enquanto os adultos trabalhavam. Ninguém perguntava quanto eles tinham. Perguntavam apenas se podiam ficar.
Com o tempo, aquele lugar cresceu. Não em números, mas em laços. Pessoas de fora começaram a aparecer, atraídas por algo que não sabiam explicar. Ali, a confiança valia mais que contratos. A palavra dada era respeitada. O caráter, finalmente, tinha peso.
Sem perceber, os irmãos haviam criado um refúgio. Um lugar onde o mundo funcionava diferente.
Anos depois, quando alguém perguntava como aquele lugar havia começado, ninguém falava de dinheiro, investimentos ou poder. Falavam de dois irmãos perdidos que se recusaram a se perder de si mesmos.
E, naquele mundo que ensinava que dinheiro era tudo, Elias e Theo provaram que caráter ainda podia salvar não apenas duas vidas, mas muitas.
Eles já não estavam perdidos. Tinham encontrado um lar.
— Cyrox
"...ninguém sabe melhor qual é o seu lugar, do que uma pessoa que já foi ninguém, durante sua jornada pelo mundo."
Sou uma pessoa sem lembranças, tudo o que tinha deixei perdido pelo tempo e isso não é ruim, faz parte da minha sobrevivência.
Uma pessoa notável nunca despreza os outros. No entanto, é importante ser educado com aqueles que têm opiniões diferentes das suas.
Às vezes, comer um arroz com ovo na companhia de uma pessoa agradável te dá mais prazer do que comer caviar com alguém desagradável, pode te dar congestão.
"Jamais se aproxime de uma pessoa romântica! Ela te levará a querer ser alguém de verdade, contrariando o ego construído para o 'mundo cão'."
Saber conversar
É o que revela ser uma pessoa verdadeira. Nenhuma atividade humana exige mais atenção por ser a mais comum. É aqui que ganhamos ou perdemos.
Requer siso escrever uma carta, que é a conversa refletida e escrita, e ainda
mais conversar, pois a discrição é logo posta à prova. Os entendidos tomam pulso da alma baseados na linguagem, e baseado nisso um sábio disse: “Fale, e será conhecido”. Para alguns, a arte da conversação está em falar sem arte, deixando-a cair livremente, como a roupa. A idéia talvez seja válida quanto à conversa entre amigos. Mas, nos círculos mais elevados, a conversação deve ser mais formal, revelando a excelente substância da pessoa. Para que a conversa seja bem aceita, tem de se adaptar ao caráter e inteligência dos interlocutores. Não banque o censor de palavras- pois será tomado como um pedante gramático-, e muito menos o fiscal das opiniões- o que fará que seja evitado pelos demais, impedindo-o de se comunicar. Na conversa, a discrição é mais importante que a eloqüência.
Entre uma foto e outra
Estão a mesma pessoa
Que ama, sonha e luta
Não gasta latim à toa
Desejando que o novo ano
Traga um mundo menos insano
Recheado de gente boa!
Quando paramos de falar e começamos a ouvir, descobrimos que cada pessoa carrega uma história única. O silêncio é a chave que abre essas histórias.
O universo dos sentimentos humanos...Seria mais atraente olhar uma pessoa e pedir o manual de instruções?...Ou ficarmos como somos ,feito bobos encantados pelo mistérios que envolvem o amor?Sentir o coração receber informações ,banhadas pela magia de se apaixonar a cada movimento...Nascemos prontos para Amar ...Somos desbravadores de sentimentos..Mas as vezes vamos deixando o dom de amar pelo caminho feito cacos difíceis de juntar e colar..
Uma flor em pessoa ornada de variadas flores. Muito amor envolvido. Ah se as flores falassem, sussurariam lindas poesias aos nossos ouvidos.
Um dia você vai parar pra pensar e irá lembrar de uma pessoa que te amou mais você rejeitou.
Você ficará triste e eu estarei em um mundo obscuro, chorando por sua tristeza, lembrando que te amei e fui rejeitado...
Não há como ajudar uma pessoa com sentimentos feridos, só ela mesma pode fazer suas feridas se fecharem.
