Conselho para uma Pessoa Orgulhosa
A mentira é uma arma empunhada pela nossa mão virada para nosso peito, as vezes não mata, mas sempre faz um bom estrago.
Vivemos em um mundo cheio de mistérios, quando o ceticismo cria raizes em você, do nada uma porta se abre e se fecha no quarto que você medita e nesse momento você começa a repensar e postular novas ideias sobre o assunto.
Deixar sua janela da alma aberta, pode não ser uma boa prática, o vento aparentemente não nos trás riscos, mas, o vento é brisa, frescor, mas, também é tempestade e é um tornado...
O mal tem várias faces, várias formas de se apresentar e se você não estiver atento, vai mais uma vez se deixar enganar.
O contato com o mundo espiritual, de tantas narrativas lógicas e coerente, torna isto uma verdade meio que incontestável, mas, acreditarmos que nós temos algum tipo de poder ou comando sobre eles é sonhar com as asas da imaginação demasiadamente, porquê, eles estão no nosso mundo, mas nós, não estamos no mundo deles.
Porque ninguém é feliz sozinho, a felicidade é uma condição criada por alguém, pra outro alguém e está regra também vale para a infelicidade....
Ninguém, fica feliz ou infeliz atoa, por nada....
Algumas pessoas tem dentro de si um mar revolto, uma tempestade que não cessa e que ninguém consegue ver.
Somos uma Alma que habita um Corpo e como podemos deixar o Corpo com suas infinitas limitações decidir o que fazer, expondo a Alma a vexames, muita das vezes descomunal.
Estamos aqui de passagem, para uma jornada épica, então, nunca esqueça que o Corpo nunca teve uma Alma, mas sim, Alma que tem um Corpo, então divirta-se e boa jornada.
A vida tem disso: a hora que você mais precisa de uma mão, lhe daram um ponta pé, na hora que você mais precisa de um afago, lhe daram uns tapas, mas, não desista a vida é uma escola.
Algumas pessoas passaram na sua vida como uma estrela cadente: rápida, linda, vivida, brilhante e passageira, mas, nunca mais sairá da sua lembrança.
Uma ausência tão profunda que chega a dar medo.
Você não sabe o que vem, o que te espreita, condecorada com o som do silêncio e o brilho do sol ausente com o brilho negro da noite que trás a esperança.
A vida? Podemos dizer que é como um rio, que nasceu lá encima de uma montanha e vem vivendo até se encontrar e morrer no mar.
Irão lhe jogar pedras, lixos, retirarem seus peixes, nadar em você, navegar, mas isso pouco importa.
