Consciência

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Os degraus da consciência não têm fim e são permanentes; cada passo é uma percepção maior.

Ignorância é "doença social", e a cura é tomar consciência.

O que sua consciência exige de você focar é o que deve focar; para quê? Para aprender; quando aprender, você vai deixar de focar nesse pensamento.

O terceiro olho é a consciência, e nela, enxerga-se a realidade.

Minha consciência é meu segurança particular, porque é ela que cuida do que entra e do que sai da minha mente. Meu inconsciente é minha residência, o lugar onde tudo que sinto, penso e vivo se acumula, mesmo sem eu perceber. Se meu segurança se distrai e dorme, se minha consciência perde a atenção, a mídia invade. Ela traz ideias, valores, medos e desejos que não são meus, ocupa minha residência sem pedir permissão e começa a me influenciar. Por isso, é minha responsabilidade manter meu segurança acordado, atento, protegendo o que deixo entrar na minha mente e no meu ser.

Metáfora:
Deus é a consciência.
Diabo é a falta de consciência.

Entre seguir o lado esquerdo ou direito, prefiro seguir minha própria consciência.

Quem tem consciência, não obedece;
Obedece, quem tem medo de ter consciência.

O inconsciente está em todo o nosso redor, enquanto a consciência é o que escolhemos focar nesse redor.

Estar inconsciente é estar distraído com o que acontece ao nosso redor, enquanto estar consciente é estar atento ao que acontece.

É impossível estarmos conscientes o tempo todo e em tudo. Nossa consciência escolhe no que queremos focar no momento. Por exemplo, se você está lendo esse texto, você está consciente nele, focado, e inconsciente ao seu redor. Assim que você se distrai, sua consciência muda para outra coisa ao seu redor. Nossa consciência escolhe o que queremos prestar atenção, seja no que olhamos, ouvimos, tocamos, sentimos ou pensamos, e ignoramos o que não queremos.

Existem várias coisas dentro do nosso inconsciente "já esquecidas", ou seja, coisas que não vemos mais importância, mas que continuam lá. Voltamos a dar importância a elas quando lembramos, geralmente quando é preciso trazer para o presente para resolver alguma situação ou para reviver sensações boas ou ruins. O que focamos, aprendemos, e quando aprendemos, deixamos de focar naquilo e passamos a focar em outras coisas dentro do inconsciente, de acordo com o que escolhemos prestar atenção.

Na medida em que a consciência vai crescendo, as mentiras da realidade vão aparecendo.

As mudanças são necessárias para a evolução de uma nova era, pois precisamos de consciência para seguir em um objetivo;

⁠Abra as portas da sua consciência. Tome um pequeno gole da tua própria razão
Sossega as tuas ansiedades, desapega a quem você confiou a tua paixão
Redescubra as tuas prioridades e desperte a tua convicção
Seja plena com as tuas esperanças e escute o seu coração!

Pior do que a mente vazia é a consciência pesada.

A consciência administra apenas a superfície da existência. O Primevo governa, em silêncio, tudo aquilo que a razão acredita controlar. Enquanto o homem imagina decidir os rumos da própria vida, forças muito mais antigas já inclinaram sua vontade, seus afetos, seus medos e seus desejos. A consciência escreve a narrativa; o Primevo determina o enredo.

É verdade que o teu corpo é finito, mas a tua consciência, o teu espírito é infinito!
A cada vida trazes um curso para fazer, mas só vais saber as notas e se passaste ao voltares ao mundo espiritual. Talvez tenhas que repetir o mesmo curso em várias vidas!!!
A tua teimosia e mania que sabes muito, só te traz sofrimento, não te deixa aprender novas disciplinas....é preciso estar com abertura a todo o conhecimento, e assim discernir o que faz sentido.

Faça acordar a consciência de uma classe e durma com a sua conciência tranquila.

O Primevo não esquece. Tudo o que a consciência sepulta continua respirando nas profundezas do ser, aguardando apenas um corpo, um gesto ou um sonho por onde possa regressar. Nada do que é essencial desaparece; apenas desce para regiões onde a linguagem já não alcança. E, de tempos em tempos, rompe o silêncio para recordar ao homem que aquilo que ele chama de passado nunca deixou de ser presente.

A vida insiste em se mostrar absurda, mas é nesse absurdo que a consciência encontra seu território; e só quem encara o caos sem ilusões descobre a textura nua da existência.

A consciência não amadurece por acúmulo, mas por desapego. Tudo o que pesa demais — certezas, rótulos, expectativas — acaba por deformar o olhar. O ser lúcido aprende a caminhar mais leve, não por indiferença, mas porque entendeu que apenas o essencial atravessa intacto o tempo.

Nem toda distância é abandono; algumas são formas superiores de cuidado. A consciência que se preserva aprende a retirar-se sem rancor, sabendo que permanecer onde o sentido se perdeu é trair a própria inteireza. A maturidade não está em ficar a qualquer custo, mas em saber partir sem destruir o que foi verdadeiro.