Conquistar Menina que Ja tem Namorado
"Não tema o silêncio de quem vai embora; tema o barulho ensurdecedor de uma alma que já não se reconhece no espelho."
"Eu já vivi em muitos lugares, mas descobri que minha única pátria verdadeira é a curvatura do seu sorriso quando você me vê chegar."
"Minha pele decorou a geografia do seu toque muito antes do meu coração admitir que já era habitado por você."
"A fé é a assinatura da alma no que os olhos ainda não podem ver, mas o coração já sente como pronto."
Apesar do inverno
O inverno chegou,
Varreu todas as folhas do chão
Não há mais flores no meu jardim
Mas o céu continua azul.
Ficou a saudade das flores
Mas o brilho do sol trouxe teu sorriso
Junto com a lembrança do passado
De teres estado aqui comigo.
Quando as flores voltarem a florescer
Estarei em outro jardim que
Florescerá abundantemente
Esperando-te chegar.
O meu amor floresce a cada dia,
Verás o jardim renascendo
Com um novo cenário
Uma nova história para contar.
Meus pensamentos ficarão contigo
Aguardando mais uma primavera chegar
A lembrança dos tempos em que nos amamos
E os momentos de felicidade intensa.
A alegria de ter estado contigo é
O suficiente para te amar intensamente...
E dar vida as estações que renascem
Em cada ciclo de vida que juntos amamos.
O Novo Testamento já respira oculto no Antigo, e o Antigo se desvela plenamente no Novo — como se ambos fossem uma mesma Revelação em dois momentos do mesmo sopro de Deus.
O SÉCULO DA ALMA.
"Tenha paciência, pois já vivestes séculos incontáveis e estás diante de milênios sem fim."
A advertência espiritual acima foi transmitida pelo Espírito André Luiz e psicografada por Chico Xavier na obra Agenda Cristã capítulo 30. Nela encontramos uma das mais profundas sínteses da pedagogia espiritual ensinada pela doutrina Espírita. Não se trata de uma frase de consolo superficial. Trata-se de uma chave filosófica para compreender a própria estrutura da existência humana.
A impaciência é uma das doenças psicológicas mais características da modernidade. O ser humano, encerrado na estreita perspectiva de uma única vida corporal, imagina que tudo deve realizar-se dentro de poucas décadas. Espera compreender o sentido da existência rapidamente. Deseja resolver conflitos morais de séculos em alguns anos. Pretende alcançar serenidade interior sem atravessar as inevitáveis provas da educação espiritual.
Essa expectativa nasce de um erro de perspectiva. O indivíduo mede o universo com a régua curta da própria ansiedade.
Entretanto a doutrina oferece um horizonte completamente diverso. O Espírito não começa na infância de um corpo. Tampouco termina na dissolução da matéria. A consciência espiritual atravessa séculos. Ela se aperfeiçoa através de inúmeras existências. Cada encarnação constitui apenas um breve capítulo dentro de uma longa epopeia moral.
Quando o Espírito André Luiz afirma que já vivemos séculos incontáveis, ele não emprega uma metáfora literária. Ele descreve uma realidade íntima vivida da alma.
A vida humana, observada sob a ótica espiritual, assemelha-se a uma escola milenar. Cada experiência é uma lição. Cada dor funciona como instrumento educativo. Cada alegria revela lampejos de harmonia que aguardam maturação futura.
Assim compreendida, a paciência deixa de ser passividade resignada. Ela
transforma-se em lucidez diante do tempo espiritual.
A própria tradição bíblica já insinuava essa dimensão temporal muito mais ampla da existência. No texto sagrado encontramos a afirmação.
"Mas, amados, não ignoreis uma coisa. Que um dia para o Senhor é como mil anos. E mil anos como um dia."
2 Pedro 3.8.
Essa passagem revela uma intuição profundamente espiritual acerca da relatividade do tempo quando observado sob a perspectiva divina. Aquilo que para o ser humano parece demorado constitui apenas um instante no movimento universal da vida.
A doutrina da reencarnação desenvolve essa percepção com clareza filosófica. O Espírito progride gradualmente através de sucessivas experiências corporais. Em cada existência ele trabalha imperfeições antigas. Desenvolve virtudes ainda embrionárias. Aprende lentamente a ciência moral do amor.
Sob essa ótica, nenhuma dificuldade deve ser interpretada como fracasso definitivo. As quedas tornam-se lições. Os erros convertem-se em aprendizado. As dores refinam a sensibilidade espiritual.
Essa concepção possui profundas implicações psicológicas.
Grande parte da ansiedade humana nasce da ilusão da urgência absoluta. O indivíduo acredita que precisa resolver tudo agora. Quer compreender todos os enigmas da vida em poucos anos. Deseja alcançar plenitude moral imediatamente.
Essa pressão interior gera frustração, angústia e desalento.
Quando a consciência assimila a realidade dos milênios espirituais, algo se transforma na alma. Surge uma serenidade nova. O Espírito compreende que a evolução é gradual. A perfeição moral é uma conquista progressiva. Nenhuma existência isolada esgota as possibilidades de crescimento.
Essa percepção não estimula a negligência moral. Pelo contrário. Ela inspira responsabilidade lúcida.
Cada dia torna-se precioso. Cada gesto de bondade representa um avanço real na jornada da alma. Cada esforço de superação grava na consciência uma conquista que nenhuma morte poderá apagar.
A pedagogia divina não se constrói pela pressa. Ela se constrói pela perseverança.
O universo espiritual funciona como uma vasta universidade da consciência. Nela aprendemos lentamente a disciplina da compaixão. A ciência do perdão. A arte silenciosa da fraternidade.
Compreender essa verdade transforma a maneira de interpretar as dores da vida.
Aquilo que parecia castigo revela-se como oportunidade educativa. Aquilo que parecia absurdo converte-se em experiência formadora.
A paciência então floresce como virtude ativa da alma. Não é imobilidade. É confiança lúcida no processo evolutivo da vida.
O Espírito aprende a caminhar sem desespero. Trabalha sem precipitação. Espera sem desânimo.
E aos poucos descobre uma verdade que somente os séculos ensinam.
O tempo não é inimigo da alma. O tempo é o grande instrumento através do qual Deus educa silenciosamente o Espírito humano.
Assim nasce a serenidade dos que compreendem a lei da reencarnação. Eles sabem que a vida não é um episódio isolado. É uma longa jornada através das eras. Uma travessia moral que se estende pelos séculos. Uma escola divina onde cada existência representa apenas uma página do grande livro da consciência.
E quando essa compreensão amadurece no íntimo do ser, surge uma convicção profunda.
A eternidade não exige pressa. Ela pede fidelidade ao bem em cada instante vivido.
"Um texto profundo sobre a pedagogia dos milênios na evolução do Espírito."
"A serenidade não nasce da ausência de problemas, mas da presença de uma consciência que já não se perturba com o transitório."
Já fiz amigos eternos
já amei e não fui amada
já fui amada e não amei
já tentei esquecer pessoas inesquecíveis
já vivi de amor
já morri de amor
já perdoei erros
já fui perdoada
já abracei pra proteger
já fui abraçada para ser protegida
já chorei sentada no chão do banheiro
já fiz juras eternas que duraram pouco
já chorei rindo ouvindo música e vendo fotos
já liguei só pra escutar uma voz
já me apaixonei por um sorriso e por um olhar
já tive medo de perder alguém especial e acabei perdendo!
Já pensaram que nunca me perderiam e perderam!
Enfim, sou normal!
"Daí, tem duas semanas que você conhece a pessoinha.
-Ela já te chama de amor, e ainda fala que te amaaa?
Eu em?
- Te orienta vaso de Deus!"
"Não que eu seja religioso (pois não sou) mas, aos meus 14 Anos de idade, eu já lia os 'Catecismos' com certa regularidade. Os 'Catecismos', do Carlos. Carlos Zéfiro!"
TextoMeu 1383
