Conquistar Menina que Ja tem Namorado
- Não chores quando eu morrer, pois jamais vou te ouvir;
- Não me peças desculpas, pois já não posso mais te perdoar;
- Não me ofereça flores, pois já não posso agradecer;
- Mesmo que grites lá fora, o teu choro não vou ouvir;
- Então peça perdão hoje, se reconcilie hoje e ame hoje. Porque amanhã pode ser tarde demais!
E eu também já me suicidei.
Não é pela vida, mas para acabar com a dor. E foi assim que já me suicidei, inúmeras vezes, por inúmeras dores. Suicidei aquele amor que me fazia mal naquele instante, mas que depois não havia mais como revivê-lo. Suicidei-me por medo por não abrir aquela porta, por angústia de ser tão difícil realizar aquele sonho, pelo sorriso que não dei, pela mão que não estendi, suicidei-me aos poucos. A dor desaparecia, mas com ela pedaços da minha história. O medo crescia e com ele o momento de me reerguer, momento de renascer, momento de parar e enfrentar, sabia, era inevitável. Suicidei-me enquanto fugia dos problemas, enquanto empurra os problemas para o amanhã. Suicidei-me toda vez que desistia de um sonho, de um desejo, suicidei-me quando desisti do amor. Mas há sempre um novo dia para provar que a dor passa, que o medo acaba, que os erros você corrige e que suicidar-se não é a única opção e nesse novo dia você nasce mais forte. E como o sol todos os dias supera a noite, você aprende a se superar. A vencer o seu próprio medo, a parar de recuar e, finalmente, avançar. Enfrente, mas sempre em frente. Vivendo por você, pelo seu sorriso, pelo que você ama, vivendo pelo que realmente importa: ser feliz. Suicide-se, mas para renascer mais forte, mais focado, mais determinado, para, enfim, viver a vida que sempre quis viver.
Validade da amizade
Algumas amizades já vem com a data vencida. São pessoas que deixam a impressão de que nunca deveríamos tê-las conhecido.
Algumas amizades tem prazo curto de validade (como leite em sacola, tipo C). Desembarcam em nossa vida por uns dias, algumas semanas... de repente saem e a gente nem percebe. Delas só nos lembramos quando as vemos em algum lugar, assim mesmo, há casos até da gente pensar: “essa pessoa não me é estranha...” Mas não lembramos nome e nem de onde a conhecemos. Não tiveram relevância na nossa vida.
A amizade de pessoas especiais são do tipo Longa Vida, duram mais! E são tão intensas que, mesmo vencida a validade, por muito tempo as guardaremos vivas na memória.
A amizade de pessoas MUITO ESPECIAIS, ah, essas guardaremos eternamente no peito e na lembrança! São pessoas que em muitos momentos nos trouxeram alegria, deram força e sentido ao nosso viver. São pessoas tão especiais que a data de validade dessa amizade nunca expira, independentemente do tempo e da distância!
Resumo: Só a morte separa verdadeiros amigos!
"Ser ÚNICO já é uma grande conquista. Seja você e busque a sua história. Legado, só se constrói sendo autêntico e pensando no bem de todos."
As vezes perdemos tempo
em nossas vidas provando
quem somos .
Porem se já sabemos, não
há necessidade de comprovar
nada a quem quer que seja.
Temos que viver a vida sem
machucar alguém.
Se ajudarmos, tudo bem;
caso contrário, basta não ferirmos.
Assim fica claro quem somos
e a que viemos.
São nossas atitudes e não meras
palavras; que nos define ;aliás estas
há muito tempo veem perdendo
seu valor em muitas vozes que
ecoam ao vento.
Muitos vivem de discursos e na
hora de demonstrar o verdadeiro
amor, simplesmente nos abandonam,
ou fogem da luta , e não estão nem
ai se nos causarem dor; e pior se
ostentam como donos da verdade.
Quando você acalmar o seu coração, vai perceber que Deus já acalmou a tempestade e paralisou o vento que atormentava a sua vida. O medo impede você de ver o Senhor agindo em seu favor.
Ela já foi frágil, hoje definiria-a como decidida. Foram dias difíceis que ela teve que passar, alguns deles até sozinha. Mas nada que a resistisse, fizesse murmurar ou querer retroceder. Ao contrário! Chorou quando foi necessário, teve seus dias de "luto"... não durou muito. A alma está limpa, o coração, depois que foi ferido, finalmente estava se curando. Hoje ela tomou a direção e tem amado os novos caminhos.
A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos em frente. Nada além de um novo rumo, um novo capítulo da história. Já não é mais possível fazer curvas, retornos, nada mais nos prende ali. Não há mais argumentos que justifiquem a nossa permanência. A não ser o medo. O medo do novo. Do incerto. De tudo aquilo que tira a sensação de segurança do peito. De tudo aquilo que parece não ser firme o suficiente para que nós mergulhemos de cabeça. Todos que me veem me enxergam como a pessoa mais bem resolvida do mundo. A mais decidida. A que encoraja a todos, a que estimula a cada amigo ou conhecido a ir além dos seus próprios limites, sair da zona de conforto, não ter medo do escuro, do que ainda não se pode saber se vale a pena insistir, persistir ou desistir. Mas de perto, olhando assim, em zoom, eu não passo de mais um desses seres humanos meio perdidos, tentando saber qual é o seu lugar no mundo, por onde preciso ir para chegar onde quero ou se tomo meia dúzia de decisões irrevogáveis que mudarão o meu destino para sempre. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende, eu diria – o medo. Em contrapartida, tenho tentado me aproximar cada vez mais de tudo aquilo que não me impede de bater asas. De voar. De ir além. Mas, ridiculamente, eu não saio do conforto e da segurança do chão. Eu não bato as tais asas que sinto prenderem, que sigo procurando espaço suficiente para abrir. Vivo a dualidade de um passarinho que sonha em conhecer o mundo, tem a porta da gaiola aberta, mas não se move. Não sai do lugar. Eu só não queria ter tanto medo. Queria que alguém me jurasse, me prometesse que tudo vai dar certo, que não vou me arrepender do próximo passo, que não preciso do que é mais cômodo e menos feliz, só por não ter certeza se a vida vai me sorrir de volta ou vai me receber com uma porta na cara e um aviso de – volte mais tarde. A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos mais em frente. É como aqueles jogos de videogame que a tela te empurra para frente e te obriga a enfrentar todos os vilões, todas as dificuldades que surgirem pelo caminho. Mas repito – tenho medo. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende a este presente que já não me acelera o coração, não me faz feliz, não me faz bem, pelo contrário, me suga, me sufoca, me maltrata, me maldiz, me adoece, eu diria – a falta de coragem. Vivo a angustia de ser um passarinho com sonhos do tamanho do mundo, com a oportunidade de realizar, ao menos por ora, pequenos feitos, mas que não se move. Não sai do lugar. Por medo de que só a vontade de ser feliz não seja suficiente para ser.
Eu aprendi a voar quando perdia minhas forças e o chão já me deixava no ar.
Alguns sofrimentos são necessários,
O medo serve para revelar afinal o tamanho da nossa coragem.
Enquanto caímos percebermos que a única saída é abrir as asas e encarar o céu,
confiamos que sob o vento de Deus e com as asas da fé nosso vôo será seguro !
Adeus, cidade! Eu vou-me embora!
Eu já vou tarde. Eu vou agora!
Choveu na roça! Felicidade!
A terra flora. Bateu saudade!
Mas se alguma coisa haviam aprendido juntos era que a sabedoria nos chega quando já não serve para nada.
Você que ja considerei um anjo em minha vida.
Hoje se transformou em um demônio, que me atormenta.
Tenho um milhão de motivos para não te querer mais, mas mesmo assim, ainda penso em você o tempo todo.
Neo-liberalismo, monocultura, padronização, o aquecimento global já não é ficção, movidos pelo lucro a vaidade e o poder, homens mortos pelo ego antes de nascer, na nova era chega a terra a nova concepção, respiro fundo fecho os olhos de pé permaneço, abro o cosmos a janela do meu coração, entrego, confio, aceito e agradeço. Luz preencha todo o meu ser e mostre o que podemos ver, além do que é material, se encontra a alegria, fé o Jah eu vou seguir com fé, fluindo na força maior, que cria e muda pra melhor, em sintonia.
Se eu mudei, sim, já não sou mais quem eu era, amadureci, aprendi a caminhar sozinha. Que minhas companhias sou eu quem escolhe e pra onde vou só a mim diz respeito, mas, se quiseres saber, não importa o que pensam, pois aprendi também a respeitar sua opinião.
