Conquistar Menina que Ja tem Namorado
Já parou pra pensar que tudo o que faz, sem duvida nenhuma provoca as mais variadas reações nas mais diversas pessoas?
Que quando se trata uma pessoa bem, ela tem um bom motivo pra também te tratar bem?
Ora, mas porque cargas d'água então, tantas pessoas não se falam, não se suportam?
Penso que tudo é contagiante, definitivamente tudo o que você faz, sem mesmo perceber, trás pra você enormes consequencias.
Quando se está feliz, os outros percebem, e querem estar junto de você, para poderem receber e sentir essa mesma felicidade. Agora quando se está triste, carrancudo, as pessoas ficam com receio de chegar perto, de conversar contigo.
Não perca tempo com inúteis, com coisas, pessoas e planos inúteis.
Você não precisa criar uma cena para que os outros possam te observar. Basta agir com simplicidade e honestidade que os amigos que estão perto se tornarão mais próximos e os que não estão tanto, se achegarão com certeza.
Obviamente não venho aqui dizer, que todos os meus amigos tem por mim o mesmo carinho que tenho por eles, certamente isso não acontece.. mas e daí?
Só porque uma pessoa não gosta de você, do jeito que você queria. Isso não significa que ela não gosta de você de alguma forma.
As vezes somos pretenciosos demais, nos preocupamos tanto com alguém, e esquecemos que temos tantas outras pessoas ao nosso lado, prontas para nos ajudar.
Perdemos muito tempo, com quem nada acrescenta na nossa vida.
E é certo que uma pessoa que nada te acrescenta, NADA pode te influenciar também.
De prioridade a quem te trata como prioridade, e não como opção como ando vendo por aí ;)
O primeiro e mais importante dos amores, e o amor próprio. Sem ele?
Os outros provavelmente não existiriam..
Fico feliz em saber que em algum dia desses, fui especial para alguém, e não pra todo uma população.
Me basta saber, que quando precisar de alguém. Posso contar com uns 4 ou 5 que independente da minha situação, estarão prontos para me ajudar.
ps: achei uma otima definição para amigo.!
Amigo: alguém que sabe de tudo a teu respeito e gosta de ti assim mesmo." (Elbert Hubbard)
O Jardim das borboletas
O coração se prepara para amar, a alma já está toda arrumada e o entusiasmo é que dá o ritmo do momento.
Como seria bom se as coisas fossem assim.
Se toda vez que viesse um amor pudéssemos estar preparados para ele, de corpo alma e coração!
A vida não pode ser comparada a um jardim, o coração sim.
O nosso coração é comparado a um jardim de borboletas, que no encanto dos movimentos do amor, o embalo das paixões se compara ao vôo maravilhoso de uma borboleta.
Como ignorar uma visão que no encanto do amor se faz presente, e deixar de admirar o belo e harmonioso poema que existe no suave bater de asas de uma borboleta?
Se nos jardins da vida pode ocorrer a presença de hervas daninhas, com o coração acontece o mesmo, uma vez se não for cuidado, o coração pode ser afetado pela desilusão que se torna um presente de grego!
Por sua vez, nos jardins das borboletas acontece diferente, corre-se o risco de ficar somente com o jardim, porque as borboletas podem sentir falta da beleza e ir embora.
Um coração que se mostra sem a beleza dos sentimentos que lhe volta para o amor, fica obscuro e nele vêm habitar criaturas da escuridão, nunca borboletas.
Sendo que para se mostrar realmente voltado para as coisas do bem e do amor na verdade, haveria de existir nesse coração raízes que sejam do seu instinto e o lançam para o seu interior o lado bom e divino de Deus.
Igual as borboletas que carregam consigo o dever de serem belas e diante de sua formosura tem a obrigação de encantar até os mais ávidos corações, e no intuito de fazer o belo, ainda habitam nos nossos jardins, e com a pureza de uma criatura de Deus, vem transmitir a paz com seu jeito angelical.
Na minha face se encontra o sorriso satisfeito de saber que estou reparando o meu jardim, e reparando a minha morada, para que nunca seja abandonada pelas belas borboletas que enfeitam os jardins da minha vida!
Êxtase Descrito
Já experimentou calar hoje à noite?
Cruzar seus dedos,
Abrir um livro que lhe cause êxtase?
Molhar a pena com tinta vermelha,
Escrever o que te sufoca.
É engraçado. Sempre há algo
Novo a revelar.
Não consigo manipular todo o psicológico.
Ninguém percebe que na verdade
Pouco sabem sobre mim.
Até eu. Custo a me entender.
Às vezes chego a desistir.
E a pena?
Já molhou?
Não, não acredito que está me dizendo essa bobagem,
Algo te sufoca sim.
Já se declarou hoje?
Eu sei, como telepatia.
Sei que ama. É mentira? Não. Você sabe que não.
Experimenta desafogar.
Ou afogar, como queira
Afogar seus desamores e,
Tentar entender seu eu.
Talvez passe a noite tentando,
Certamente prefere passar a noite sonhando.
"Já venho percebendo faz muito tempo: a vida, toda ela, se liga em pontos. Linhas tortas que de tão tortas um dia se cruzam."
Já vivi muito… muito de muito e muito de nada…
Uma vida farta de nada e vazia de tudo… uma vida repleta de tanto na verdadeira imensidão do intenso, do abundante…
Já vivi sem ter sentido e já senti cuidando não ter vivido…
Já me apaixonei muitas vezes… Já me apaixonei por gestos, por sorrisos, por lágrimas… Já me apaixonei pelo verdadeiro, pelo inato, por âmagos não moldados…
Tudo o que é artificial, ajustado, abomino. Tudo quanto é genuíno e expressado com despretensão, apaixona-me…
Já fui tanto e tão pouco… Já fui de tudo um pouco… Já senti e vivi todos as sensações que um ser humano pode experimentar: já ri às gargalhadas até chorar de tanto rir; já chorei de pena; já chorei de morte; já chorei de alegria ao trazer um filho ao mundo…
Já sorri em vez de chorar, enganando o choro e enganando-me a mim… Já sorri pela felicidade do retorno dum sorriso…
Já sofri, sofrer de dor profunda, de dor intrínseca e enraizada… Já sofri sem saber porquê…
Já amei e amo… amor de amor, de dar sem pedir nem esperar… amor de filha, amor de irmã, amor de mãe, amor de mulher…
Já pedi, já implorei, já me humilhei… e de joelhos já supliquei…
Já corri até ficar sem fôlego e já corri em passos lentos sem sair do lugar ao sabor da vida e dos demais…
Esperar? Já esperei, desesperei… Hoje já não espero… a vida é uma espera constante e de tão constante ser, passou à certeza do certo… e o que é certo não é esperado…
Já quis ser e não fui e já fui o que não quis ser nem ambicionei… Já quis e não quis sem saber qual o querer…
Já dei pelo prazer de dar e já recebi sem esperar receber…
Já acreditei sem questionar e já questionei sem querer saber o porquê…
Já julguei sonhar acordada, mas os sonhos não existem… os proclamados de sonhos são meramente as vontades, os anseios não realizados… porque é tão mais fácil falar de uma utopia do que querer, lutar por concretizar o desejo… o sonho é o unívoco do querer e só deixará de ser sonho se houver vontade de querer e fazer…
Já olhei com olhos de ver, já julguei ver o que os olhos não viram e já olhei para o escuro e vi o que os olhos pensaram não ver…
Já fui abençoada com pessoas boas de índole pura, amantes da vida, do amor e do próximo…
Já cruzei com entes estranhos, ficcionando vidas que não são as suas ou não as podem ter, conjecturando realidades díspares das suas naturezas… perdidos sem quererem ser achados…
Já cruzei com a mentira, com a falsidade, aquela a que engana, atraiçoa, que não tem começo nem fim, que dilacera, aguilhoa com desdém, até com contornos de perversidade…
Já cruzei com a sinceridade e com aqueles que se dizem “demasiado sinceros” também… com a sinceridade que inunda a alma e me faz crer na vida e nas pessoas… àqueles que se dizem “demasiado sinceros” apelido-os de embustes do ser humano… não existe demasiado sincero, ou se é sincero ou não se é. A sinceridade só tem um peso e uma medida…
E hoje, que tenho hoje? Uma vida que me sorri e me envolve com os seus ensinamentos de todo um percurso caminhado perscrutando, observando e apreendendo todos os possíveis meandros, cantos e recantos do ser humano, em prol da felicidade… a minha felicidade e a dos meus…
Que retive da vida que passou por mim e da vida que agarrei de rédeas nas minhas mãos?
Aprendi que o amor se constrói, se edifica com o saber, com a coragem, a força, a luta diária, o acreditar, o dar e voltar a dar e se mais for necessário, novamente dar…
Que a felicidade nos pertence, que nasceu no dia em que nascemos, que é uma dádiva adquirida à nascença, que vive dentro de nós desde sempre… que emergirá e nos fará sorrir e dizer que experimentámos a felicidade, se e só se tivermos a capacidade de lutar e o querer de querer ser feliz…
Muitos querem ser muitas coisas, eu só quero ser eu mesma e isto me basta, o que sou já não tenho espaço em minha existência para tamanha carga, e tento dividir com merecedores de minha atenção um pouco desta carga que carrego comigo tão nobremente armazenada.
Sabe quando a gente tem um objeto na estante que já não transmite mais a mesma beleza? Aquele objeto empoeirado, que fica ali na estante, contaminando os outros objetos, mas que não tiramos porque ele nos trás algumas lembranças de quando ainda não tinha poeira. Pois bem, quando a gente tira esse objeto empoeirado, a estante fica bem mais bonita. E a lembrança? - A lembrança? A lembrança não é objeto. A lembrança não é palpável.
'Um simples "até já" pode conter inimagináveis nuncas. Ou sempres. Nada é mais triste que uma fotografia alegre. Quantas despedidas podem estalar dali em diante? Nada pode vir a ser mais enganoso que um simples até logo.
Maravilhosa e cruel a vida! Tudo pode acontecer. As ligações, salvo poucas, fazem-se precárias e falíveis. Nosso destino é preso a acontecimentos não controláveis. Os impulsos, cansaços e as discordâncias são imprevisíveis. E geram despedidas antes inesperáveis. Ninguém sabe de quem se afastará. Nem quais as amizades e amores de toda a vida, nada obstante existam. Raros captam a dor que estala em cada hipótese de despedida. Separar-se contém sempre a hipótese da despedida. Por isso uma dor sempre se infiltra em cada afastamento. Algo se assusta, escondido, em tudo o que se separa. Ainda que para ir ali pertinho e logo voltar.
As grandes despedidas dão-se - contudo - sem que o percebamos. As que sabemos e sofremos não são despedidas completas, pois a saudade e a memória hão de trazer de volta o sentimento genuíno que agora causa dor. As grandes despedidas infiltram-se no cotidiano e nos atos corriqueiros de cada dia, sem serem percebidas. Muitos anos depois, vamos verificar que, disfarçadas em dia-a-dia, ali estavam e estalavam saudades antecipadas, vários nuncas dos quais jamais suspeitamos. Nunca se sabe onde está uma despedida. A não ser muito depois.
Meu amor, já perdoei coisas inimagináveis, traições, ofensas, corações partidos, sonhos desfeitos. Perdoei porque quando amo meu amor é intenso, transcende meu próprio ser e não enxergo mais o eu e o você, enxergo simplesmente o nós.
Mas cuidado! Ao mesmo tempo que sou forte, sou frágil. Não tolero quem não sabe sua direção, odeio pessoas mornas. Trate-me com a delicadeza e o bem querer que mereço, pois, ao contrário, a mesma força que empenho em amar, empenho em te esquecer.
Carta aos Céus
Deus, já faz um tempo desde a última vez que consegui, em palavras, falar contigo.
É Pai… estou aqui, paralisada.
Eu clamo a Ti com gemidos inexprimíveis. Às vezes, mal consigo respirar. Fico com o olhar perdido, buscando a Tua direção, tentando encontrar algo palpável onde minhas mãos possam se apoiar. Quero confiar, e confioque o socorro vem de Ti. Sei que não falhas, mesmo quando eu falho tantas vezes, tantas vezes escondida dentro das minhas próprias limitações.
Tu és Deus de graça, de benevolência, de misericórdia sem medida. E eu… eu sou pequena diante da Tua grandeza, mas ainda assim sou Tua filha. Não tenho outro além de Ti. Não quero outro além de Ti.
Tem misericórdia de mim, ó Deus.
Vê o que ninguém vê.
Escuta o que não consigo dizer.
Recolhe as lágrimas que caem quando ninguém está olhando.
Há dias em que minha fé parece firme como rocha. Em outros, sinto-me areia espalhada pelo vento. Mas mesmo quando minha força vacila, eu sei que a Tua não vacila. Mesmo quando meus joelhos tremem, sei que Tu permaneces de pé por mim.
Ensina-me a descansar em Ti quando tudo em mim quer correr.
Ensina-me a esperar quando o silêncio parece resposta.
Ensina-me a confiar quando o medo tenta gritar mais alto que a Tua promessa.
Se for preciso quebrar algo em mim, que seja o orgulho.
Se for preciso silenciar algo, que seja a ansiedade.
Mas não permitas que se apague em mim a chama que ainda insiste em crer.
Pai, eu não preciso entender tudo. Só preciso sentir que Tu estás aqui.
E mesmo quando não sinto, ajuda-me a lembrar que presença não depende de sensação, depende de promessa.
Eu Te entrego meus medos, minhas dúvidas, minhas culpas, minhas expectativas.
Eu Te entrego o que fui, o que sou e o que ainda serei.
Sustenta-me.
Direciona-me.
Refaz-me, se necessário.
E se hoje só consigo sussurrar, recebe o meu sussurro como oração inteira.
Amém.
Ouvindo djonga
Fugindo de mim
Desconectada do mundo
Focando em fugir
A realidade me sufoca
já disse não sou daqui
E tanto desacerto
mesmos nos acertos
tanto papo que nunca virou
A quem ofereci a mão sempre me apunhalou
a confiança me ensinou o preço da dor
Sou pássaro sem ninho
entre a cruz e o abismo
Liberto o Cristo
Pulo sem destino
pra no final sempre me lembrar
E eu por mim não devo arriscar
de novo arrisco
mesmo coração arisco
cansado de ciclos
vou me embebedar
A realidade me rouba
A vida me recorda não a tempo pra chorar
A frieza que te salva
Te encobre a alma
Ser um personagem é pra quem sabe jogar
Eu nunca soube o ponto de me preservar
Sou força da natureza
queda de água sempre a desaguar
As vezes me afogo sem ter tempo de
Salvar
As vezes me desdobro em direção a algum mar.
Andarilho perdido é tanta informação pra se armazenar
são tantas pessoas que se vão sem se importar
tanta vida passando eu só sei rimar
Palavras desconexas que aquecem o coração de que souber tocar.
Se acha que vou me intimidar por suas indiretas ta muito enganada e se não gosta de mim já sabia porque no sou milho pra agrada galinha e pensa duas vezes pra fala de mim
SEM VOCÊ
Nas incertezas de um caminho que é tão doído
Sem você eu já me encontrava tão sozinho
Antes de adeus você dizer
Na magoa de um sonho que acabou
Dia a dia sentia você partir
Sem rumo, perdido vou ficando aqui
Sem você, sem você
Nem o tempo me faz companhia
Não me arranca essa agonia de viver
Sem você, sem você
O silêncio dessas horas frias são palavras que não sei
dizer
Ainda amo você
Acho que o que estou tentando dizer é que você está lá, em tudo o que sou, em tudo que já fiz, e olhando para trás, eu sei que eu deveria ter dito o quanto você sempre significou para mim.
Nota: Frase do personagem do livro "O Casamento" de Nicholas Sparks.
...MaisEu vivo realizando loucuras, vivo tentando não me arrepender de nada no futuro, isso porque já me arrependi demais no passado.
