Conquistar Menina que Ja tem Namorado
O brilho nos olhos de quem já perdeu tudo e começou do zero tem uma intensidade diferente, um fogo que não depende de combustível externo, mas de uma brasa interna que aprendeu a queimar mesmo debaixo da chuva mais torrencial que a vida pôde enviar.
Carrego uma fé que já foi quebrada muitas vezes. Mas ela insiste em se refazer, sem espetáculo. Não porque tudo vá dar certo, mas porque me recuso a abandonar totalmente a possibilidade de sentido. Às vezes, isso já basta para seguir.
Eu já fui mais leve. Antes de compreender o peso das coisas. Antes de sentir tão profundamente o mundo. Antes de perceber que crescer também é perder partes de si. E nem sempre o que se perde volta a nascer.
Reconstruí-me tantas vezes que já não reconheço minha forma original. Talvez isso não importe mais. O que ficou ainda respira, ainda insiste, ainda luta. E talvez isso seja o bastante para continuar.
Nem toda fé nasce da esperança. Às vezes, ela nasce do desespero de quem já esteve tão perto do abismo que somente Deus permaneceu olhando.
Já não temo a tristeza como antes. Hoje compreendo que ela também é uma linguagem através da qual a existência tenta conversar conosco.
Há dores que não procuram resposta, porque a pergunta já é a resposta: continuamos vivos, mesmo depois do que nos diminuiu.
O que me fere não é apenas perder, mas descobrir que parte de mim já havia se despedido antes de eu perceber.
A esperança é curiosa: costuma escolher como morada exatamente os corações que já não acreditam merecê-la.
A consciência é o único lugar onde o passado continua acontecendo, o futuro já começou a doer e o presente nunca permanece tempo suficiente para existir
O vazio não é a ausência de tudo, é a presença esmagadora daquilo que já não pode voltar, mas também nunca consegue partir completamente.
"Às vezes somente em poder sair da cama já é lucro; tudo se transforma em uma conquista. Vencer o peso do dia a dia começa no primeiro movimento de abrir os olhos e decidir tentar de novo."
—By Coelhinha
Conhece a ti mesmo já dizia Sócrates e eu prossigo se não for possível espelha se nas vidas dos outros.
O mais curioso dentro da atual pandemia mundial são os novos hábitos ocidentais adquiridos, já praticados de forma tradicional pelos orientais a muitos anos. Como o uso de mascaras em publico diante de uma doença. Os sapatos deixados na entrada da casa. O cumprimento por reverencia sem qualquer contato físico. O uso de toalhas quentes esterilizadas durante as refeiçoes. Agora uma pergunta que não quer se calar, uma simples coincidência ou uma adequação da cultura oriental para o mundo inteiro,
nestes novos tempos.
O poder do som, já era conhecido pelos chineses a milhares de anos do passado. A tal ponto, que o Imperador mantinha um grupo seleto de fieis afinadores de todos instrumentos, que percorriam todos lugares do reino, afinando pelo diapasão imperial com isto controlava o bem estar, as idéias, o espirito, os pensamentos e as atitudes a favor do império. Logo o som, tons vibracionais é o guia das águas, da vida e do comportamento humano.
O caminho degradante que no Brasil, se segue já era previsível desde a década de 1970, pelos militares, por sermos uma nação continental, da mesma forma que será com a Amazônia brasileira, imensa, insondável, não dividida, sem uma mão forte para administrar. Falo por que vivi lá. O que é imenso, perde se o controle, e é maldosamente no interesse de uma minoria gananciosa, permitirem alguns estados brasileiros, terem o tamanho que tem.
Em termos práticos no Brasil, sou a favor da desmilitarização das forças armadas. Já que não temos guerra contra ninguém e se tivéssemos com o equipamento sucateado e antiquado que temos, perderíamos a primeira investida. Não existe o por que de mais investimentos em guerra, que na pratica não funcionam... melhor preparar as forças armadas para uma função de assistencialismo a catástrofes climáticas e catástrofes oriundas da poluição. Uma nação que não tem uma bomba atômica, não pode falar em guerra no aspecto internacional. Então vamos parar de ficar brincando de tiro ao alvo e investir o dinheiro do contribuinte, aonde realmente seja coerente e necessário.
Grande parte da ficção na literatura e nos meios audiovisuais, já sabemos a muitos anos que são acessados por sintonia fina com a realidade do inconsciente coletivo universal. Jules Gabriel Verne, conhecido nos países de língua portuguesa como Júlio Verne nascido em Nantes, França, 8 de fevereiro de 1828 e falecido em Amiens, França, 24 de março de 1905, é sem duvida o mais claro exemplo disto como escritor francês, considerado por críticos literários o inventor do gênero de ficção científica, tendo feito previsões em seus livros sobre o aparecimento de novos avanços científicos, como Viagem ao Centro da Terra de 1864, Da Terra à Lua de 1865 e Vinte Mil Léguas Submarinas de 1869. Antecipando no século XIX os caminhos científicos de foco para as novas descobertas nas próximas gerações.
