Conquistar Menina que Ja tem Namorado
Banho de mar, sal na pele, alma lavada, energia renovada. Não sei quantas vezes já me emocionei ao falar do mar e nem quantas vezes já escrevi versos para ele ao longo da minha jornada. Eu olho para ele em toda a sua imensidão, me pergunto como pode ocorrer tantas mudanças, um processo contínuo de ciclos intermináveis naquele mesmo local, e ainda assim, continuar tão belo.
Sempre tivemos uma conexão profunda desde criança, era olhar para ele e correr para um abraço. Hoje adulta morro de saudade, me emociono em nossos reencontros e despedidas, me conecto com ele sabendo a hora certa de entrar, de apreciar, mas sempre me despeço ao sair e refaço a promessa de que nós não viveremos longe um do outro para sempre!
Eu não terminei porque não senti.
Terminei porque senti demais.
Porque a pureza assusta
quem já aprendeu a sangrar em silêncio.
Teu sorriso inocente
pedia um cuidado
que minhas mãos, trêmulas,
não sabiam se mereciam tocar.
Não foi sobre você.
Foi sobre o medo
de quebrar algo bonito
com minhas próprias cicatrizes.
Eu fui embora não por falta,
mas por excesso.
Porque às vezes amar
é também saber recuar.
Política é como nuvem: você olha e ela está de um jeito; olha de novo e ela já mudou.
No Brasil, porém, parece que o céu político ficou permanentemente dividido entre dois extremos: de um lado, o PT; do outro, os bolsonaristas. No meio dessa tempestade de polarização, discursos radicais e uma crescente influência da extrema direita, surge um psiquiatra chamado Augusto Cury.
Será apenas coincidência?
Ou, diante de tanta confusão, o país finalmente está precisando de uma boa dose de reflexão?
Talvez não seja remédio que esteja faltando.
Talvez seja lucidez.
“Quando o Estado pode definir o pensamento legítimo, a liberdade já morreu antes que a censura lhe anuncie o funeral.”
“A liberdade não começa quando o Estado deixa o homem partir, mas quando já não precisa lhe dizer para onde ir.”
A morte é a última coisa que devemos pensar, dicas do motivo?
Pois estamos atarefados demais já e temos que resolver coisas da vida antes de pensar nela e, como disse deixá-la por último.
Um novo ano já começou.
Ha apenas algumas horas
E assim os dias passarão
Um a um
Minuto a minuto
Dia após dia...
Novos dias, novas oportunidades.
São mais 365 dias
365 oportunidades para fazer melhor
Fazer diferente
Novas tentativas, propositos de mudanças
Que ao final desse tempo
Possamos contabilizar
Quantas estrelas
Fizemos brilhar
O pouco com Deus é muito
O muito sem Deus é nada
Já diz o velho ditado
Muitos se enganam
Vivem pela ambição
desprezam um pássaro na mão
preferem esperar
por aquele que ainda
está a voar
Uma oportunidade desprezada
é flecha atirada
que não volta jamais
aproveite ao máximo
cada oportunidade na estrada
Dali é que pode surgir
uma nova porta a se abrir
Cada oportunidade
Mesmo que não pareça grande
seja ela simples , seja insignificante
esteja atento
àquilo que cruzar seu caminho
tenha sabedoria
pois ali pode estar o ninho
onde ovos de ouro
podes encontrar.
editelima 60
Fevereiro/2025
"O ontem já se tornou história e o amanhã é uma promessa; o único momento em que você pode decidir ser alguém melhor do que foi é o agora."
A Arte da Necrofagia
O homem já não caça.
Habita corredores de luz artificial,
onde cadáveres repousam
sob o brilho estéril das vitrines.
Não há grito.
Não há perseguição.
Não há olhos fitando olhos
antes do fim.
A morte lhe chega limpa.
Lavada em conservantes,
selada a vácuo,
temperada com ervas
para que a consciência
não reconheça o odor da ruína.
E então mastiga.
Mastiga distraído,
enquanto conversa sobre o tempo,
sobre dinheiro,
sobre a próxima manhã.
Como se não houvesse um corpo
silenciosamente desfeito
entre seus dentes.
Há um necrófago refinado
sentado à mesa da civilização.
Usa perfume,
traja linho,
ergue taças em celebração
sobre túmulos invisíveis.
Especializou-se na arte
de consumir a morte
sem precisar contemplá-la.
Porque o homem moderno
não suporta o peso daquilo que devora.
Por isso cobre o cadáver com molhos,
renomeia músculos como iguarias,
transforma vísceras em tradição
e sangue em mercado.
O abutre, ao menos,
desce faminto sobre a carne exposta
e não profana a verdade do apodrecimento.
Mas o homem…
o homem embalsama a própria cegueira
e, com requinte, a serve quente no jantar.
Mundos ficcionais já resolveram todos os nossos problemas políticos, sociais e econômicos; só precisamos implantar.
Caixa que respira, isso tudo já elimina a vergonha
Anjo, padre, calcinha
Eu tenho referências estranhas para minha vida morna
Ainda morna
Folha de pavão
Pena de pavão
Não sinto vontade de ficar de pé
É estranho a desistência proto-exponencial
Falas difíceis, falas difíceis em potes
Socorro
Viva antes da vida e não morra antes da morte.
Não existe prejuízo por falta de cliente no estouro da bolha da IA. O mais importante ela já consumiu, a matéria prima da abstração mental humana e as infinitas possibilidades do que se pode fazer com isso.
Poderíamos resolver todos problemas da humanidade com o que temos em 2026.
Ou seguir ampliando as desigualdades e privilegiando o mais egoísta.
“Eu descobri que algumas certezas envelhecem antes de nós, e quando finalmente percebemos, já estamos defendendo algo em que deixamos de acreditar.”
O recomeço vem de alguma mudança que começa no interior e, quando ele muda, é como se já mudasse de lugar mesmo estando com o corpo parado.
