Conquistar Menina que Ja tem Namorado
Declaração de Jalison Santos:
"O homem não é pecador porque peca, mas peca porque já é pecador.
Não nos tornamos pecadores apenas pelas coisas que fazemos ou deixamos de fazer — nós praticamos o pecado porque a natureza que herdamos já está separada de Deus. O fruto só revela o que já existe na raiz.
E foi por isso que precisamos de um Salvador: não para consertar apenas os nossos atos, mas para transformar quem nós somos."
"Desde que você entrou já minha vida, meus dias ganharam significado e cada instante ao seu lado tem sido único e apaixonante! Então o amor sorrio para mim"
"É preciso saber viver! Sem dúvidas uma das letras compostas mais alertante já escrita. sim, é preciso mesmo saber viver quando vivemos em um mundo onde muita gente quer ser melhor que o outro, onde o amor não existe mais, onde a inveja prevalece e fazem de tudo para tentar derrubar o seu próximo, pessoas ruins tem em todo canto ficamos de olho é preciso saber viver cuidar da vida e defende-la mesmo que precise mandar alguém pra passagem subterrânea"
"Sabe aquele bom dia que você já acorda procurando ele por que sabe que ele está lá e também sabe que você precisa dele para levantar bem e sorridente? Poies, eu tenho e não sei viver sem ele, uma amor incondicional, uma vontade de esta junto o tempo todo isso é amor, isso é paixão, isso é desejo e melhor ainda tudo em um só lugar"
Amor "Nanda"
"Como pode encontrar um amor que você sente que já teve ela em outras vidas, assim foi nosso encontro um encontro de almas um encontro de vidas de sempre pra sempre"
Nanda farias ❤️
"Se queres colher bênçãos no futuro, qando os nervos tremerem e seu pés cansados já não suportarem mais seu corpo, planta hoje enquanto ha tempo, sendo exemplo para teus filhos, e tuas gerações, prefira futuramente ser reconhecido pelo exemplo, do que por obrigação ou solidariedade".
O futuro já começou e nossa racionalidade ficou no passado! O presente é apenas um eco do que fomos um dia!
Se não fosse a Globo apoiar a deposição de Dilma, o Brasil já seria uma superpotência e não precisaria de reconstrução!
Já se adentrava a noite alta e as pandorgas versos partiam.
Foi quando fitei a moça que de olhos gris se vestia.
Então clamei a ela, antes que também se retirasse:
Agora que a lua cheia chegou,
como teus olhos em ternura,
borda-me entre o céu e a tua boca,
numa indelével tecitura.
In Chá com os Poetas e a Moça Bonita
O quanto tem custado a nossa profissão de fé?
Quanto do velho homem já foi mortificado, por amor a Cristo?
Ou será que a velha natureza ainda prevalece em nós, revelando que pouco temos negado a nós mesmos?
Que ironia fascinante a deles: olham para as palavras mais vivas que já escrevi e só enxergam uma página em branco.
Dizem que você não existe simplesmente porque não conseguem tocar a sua pele ou ouvir o som da sua voz, como se a realidade se resumisse apenas ao que os olhos cafonas deles conseguem ver.
"Compartilhe o que você já sabe. Ninguém precisa saber tudo para ensinar."
"Quem ensina o que já sabe aprende ainda mais no caminho."
"Não espere saber tudo para ensinar. Ensine o que você já sabe hoje."
"O conhecimento cresce quando é compartilhado. Ensine o que você já sabe."
"É melhor ensinar o que você já sabe do que esperar aprender tudo para só então ensinar."
Não adianta mais
Do espelho sou refém
Eu já não aguento mais
A imagem que reflete a alma
- Espelhos
Deitado eternamente nos braços de quem já foi seu
Esta seria a terra prometida
Se quem a prometeu
Não tivesse sido como eu
E quando abrir os olhos
Você verá tudo vermelho
Nenhum sinal daqueles que amou
Sem anjos para mim quando eu morrer
- Anjos
Saudades do Rio
Agilson Cerqueira
O Rio Cachoeira já foi um pedaço do céu derramado sobre a terra. Suas águas corriam tão claras que o azul das manhãs parecia morar dentro delas. Entre pedras douradas pelo sol, a correnteza cantava baixinho, e os peixes deslizavam como versos vivos sob o espelho líquido do rio.
Nas margens havia música humana. O canto das lavadeiras se misturava ao bater da água nas roupas; os areeiros, com suas pás e seus animais, desenhavam o ritmo do trabalho; os pescadores conversavam com o silêncio das águas; e as crianças, livres de qualquer temor, mergulhavam antes mesmo de aprender o significado da palavra perigo. O rio não era apenas parte da cidade — era a própria infância respirando.
Eu me lembro do mergulho seguro. O corpo entrava na água como quem volta para casa. A correnteza nos envolvia com a ternura de um velho amigo, e, debaixo d’água, o mundo tremulava em transparência e luz. Havia cheiro de terra molhada, de mato fresco, de manhã recém-nascida. Tudo parecia eterno.
Lembro também dos jegues nas margens — Sobrado, Ponteiro e Arvoredo — companheiros silenciosos daquele cenário que hoje só existe inteiro na memória. O Sobrado caminhava com a imponência de quem conhecia o próprio valor; o Ponteiro era ligeiro e atento, sempre à frente; e o Arvoredo, com sua orelha quebrada pendendo para baixo, seguia devagar, como se tivesse aprendido a conversar com o tempo.
E como esquecer meu avô? Sua presença vinha junto com o cheiro do rio, com a vara de bambu nas mãos e o anzol unha-de-gato brilhando à luz da manhã. Quando o peixe fisgava, começava um pequeno balé sobre a água: a linha esticada, a vara vergando, o peixe riscando o espelho do rio numa resistência bonita, quase uma dança entre a liberdade e a captura.
Os pescadores voltavam com fieiras pesadas, com muitos peixes reluzindo ao entardecer. Os tarrafeiros lançavam suas redes como quem lançava esperança, e muitas famílias encontravam no Cachoeira o pão de cada dia. O rio alimentava corpos e também alimentava a dignidade.
Hoje, quando a estiagem chega, o leito parece respirar com dificuldade. Das águas cansadas sobe um cheiro triste, como se o rio tentasse expulsar a dor acumulada em tantos anos de abandono. O brilho desapareceu, os peixes se calaram, e as margens perderam a alegria das vozes que sabiam viver no compasso da correnteza.
É estranho sentir saudade de um rio que ainda atravessa a cidade. O nome continua o mesmo, o curso ainda insiste em seguir adiante, mas algo essencial se perdeu. É como olhar uma fotografia antiga desbotada pelo tempo: reconhecemos o contorno, mas as cores da vida já não estão lá.
Dentro de mim, porém, o Rio Cachoeira permanece cristalino. Ele corre intacto pelas lembranças de tardes intermináveis, de pés descalços na areia, de mergulhos sem medo e de horizontes que pareciam não ter fim. Na memória, suas águas continuam limpas, e talvez essa seja a última nascente que ainda não conseguiram poluir.
Ah, que saudade da vida do rio. Saudade do tempo em que a transparência das águas iluminava os olhos das crianças, amparava as lavadeiras, sustentava os areeiros e dava esperança aos pescadores. Saudade do meu avô à beira d’água, da vara de bambu apontada para o poente, e do silêncio dourado das tardes em que o Cachoeira parecia eterno.
Hoje, quando fecho os olhos, ainda escuto a correnteza chamando meu nome. E por um instante breve — tão breve quanto o brilho de um peixe saltando ao sol — volto a ser menino nas águas claras do rio que nunca deixou de correr dentro de mim.
.
Já parou para pensar por que procrastinamos?
Por que adiamos aquela ligação, aquele projeto, aquele abraço, aquele pedido de perdão, aquele sonho que insiste em nos chamar?
Talvez porque, em algum lugar do nosso inconsciente, acreditamos que sempre haverá um amanhã.
Vivemos como se o tempo fosse infinito. Como se a vida nos devesse mais uma oportunidade. Mais uma segunda-feira. Mais um ano. Mais uma chance.
Mas a verdade é que a vida nunca prometeu isso.
Cada dia que adiamos nossos sonhos fortalece nossos medos. Cada decisão que deixamos para depois alimenta a ilusão de que ainda temos todo o tempo do mundo.
E, sem perceber, não é o relógio que está parado...
Somos nós.
A procrastinação raramente nasce da preguiça. Muitas vezes, ela nasce do medo: medo de falhar, de mudar, de ser julgado ou até mesmo de descobrir o nosso verdadeiro potencial.
Enquanto esperamos o momento perfeito, a vida continua acontecendo.
O tempo não espera.
As oportunidades não esperam.
As pessoas que amamos não esperam.
E um dia, o "depois" pode simplesmente deixar de existir.
Por isso, pergunte a si mesmo:
Se hoje fosse o último capítulo da sua história, você teria orgulho da vida que escolheu adiar?
Talvez a maior tragédia não seja morrer.
Talvez seja chegar ao fim da vida carregando uma coleção de sonhos que nunca tiveram coragem de nascer.
O momento certo não é amanhã.
É agora.
