Conhecer Novas Pessoas
Coisas novas
Gosto das coisas novas em todos
os sentidos e aspectos da vida.
Elas nos renovam por dentro, nos
tornando mais capazes.
Através do novo podemos reformular
as opiniões sobre o velho.
Abrimos caminhos maiores e eficazes.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
"É tão bom quando a gente descobre que é o amor da vida da gente.
Aí fica mais fácil entender que não precisamos de aprovação, nem que todo mundo goste da gente, nem de ser linda o tempo todo, nem ter um corpo e cabelo perfeito. A gente entende que o amor é incondicional, você ama simplesmente.. se ama por ser quem é, por errar e acertar , por não desistir e continuar aprendendo , evoluindo a cada dia! "
O estado de espírito livre e desbravador das gerações mais novas foi e será sempre inerente à vida humana.
Justificável, pois, o homem é um ser pensante e de acção.
Estamos aos trinta e sete dias de quarentena.
O sol brilha nos céus, terras e mares anunciando um novo tempo, uma nova era especialmente, uma nova configuração humana a qual se ajoelha para orar e clamar a misericórdia divina e Deus no Seu agir anuncia por meio da natureza que a Sua fidelidade será eterna aos seus filhos amados.
Portanto meus caríssimos, oremos pelas boas novas as quais já despontam anunciando o retorno ao trabalho, a vida, o sustento de cada dia e a esperança renasce em cada um de nós na certeza de que o nosso Redentor cuidou e cuidará de toda essa fase tão difícil.
Vamos nos apropriar das bênçãos de Deus profetizando a cura e a libertação do Brasil e do mundo inteiro. Amém🙏
Deus te abençoe e te guarde hoje e sempre🙏
Todo missionário tem que estar preparado a imergir na cultura, para depois anunciar as boas novas do reino.
O evangelho não precisa de nada. Pois, já são as boas novas do Rei. Mas, outrossim, que precisam do evangelho, são alguns que mentem declarando serem evangélicos.
A internet usa também este modelo - laboratório de sonhos das loterias. Na mesma vertente, questiono-me sobre a televisão e os meios de comunicação. As pessoas usam os meios porque elas querem se alienar.
Defendo a ideia de que o que leva a alienação coletiva de uma nação é o medo da exclusão de cada indivíduo que forma esta nação. Os meios de comunicação, como rádio, televisão, internet, ou de arte, como música, dança, cinema e o próprio esporte, como o futebol, são catarses. São
instrumentos que proporcionam algum prazer na vida. Não só no Brasil: hoje o futebol é paixão na Inglaterra, na Espanha e na Itália.
O ser humano se desenvolveu muito tecnologicamente e cientificamente, e pouco abriu-se para as questões da essência humana, do seu eu e do seu ego, descobriu menos sobre sua mente e seu comportamento psicológico do que sobre computadores, e quanto mais ele se aproxima do computador como seu alter-ego, mais seu espelho interior fica embaçado.
Lembremos, por exemplo, que a crise da Bolsa de Valores (1929) de Nova Iorque, não foi somente uma crise financeira, mas uma crise emocional mundial, como quando o governo Collor tirou o dinheiro da
poupança das pessoas no Brasil; foi uma crise emocional coletiva e nacional.
Teve gente morrendo mais do coração pela emoção do que pela falta do dinheiro propriamente dito.
Defendo que o povo brasileiro não é ignorante por gostar de futebol e carnaval, mas por outros motivos, pela falta de alfabetização, de
escolaridade, de respeito aos direitos humanos.
Os alemães cometeram a maior catarse alienatória da história. Quiseram eliminar as diferenças culturais pasteurizando o mundo numa raça só e numa cultura só. A globalização quer eliminar as diferenças aniquilando as comunidades que resistem a sua uniformização e os países periféricos pela falta de modernização tecnológica.
Assim como os americanos têm o blues e o jazz e o baiseboll, os ingleses o rugby, nós temos futebol e carnaval. É formação cultural e não alienação.
