Conhecer Novas Pessoas

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Sempre houve, há, e infelizmente sempre haverá pessoas inidôneas em todas as searas profissionais.


Especialmente nas que são intrínsecas às nossas necessidades mais básicas.


Quer seja na Saúde, na Educação, na Segurança…


Ou até na seara Religiosa.


Esta última, infelizmente, é a que abriga os mais apaixonados.


Nela, se não fossem os inidôneos, talvez o próprio Cristo não tivesse experimentadoa mais medonha sinergia das fúrias humanas: perseguição, entreguismo e crucificação.


E para sustentar a premissa de que o crime jamais se sustentaria sem a coparticipação de parte do Estado — e de uma esmagadora parcela do povo —, há a retroalimentação do fanatismo.


Apaixonados que passam pano para desvios de conduta das suas paixões.


Ninguém do povo, com ao menos dois dos oitenta e seis bilhões de neurônios ativos,
deveria acreditar cegamente
que líderes religiosos e profissionais da segurança
são sinônimos de idoneidade.


Isso é mau-caratismo, capricho, fanatismo — ou ambos.


Foi-se o tempo das vocações…


Elas ainda existem, é verdade!


Mas os verdadeiros vocacionados são muito raros.


Nos bons e velhos tempos, poucos se vendiam.


Líderes religiosos eram quase sinônimo de santidade,
e policiais — de honestidade.


Infelizmente, a vocação levou uma rasteira da vaidade —
e muita coisa mudou.


E, infelizmente, para pior.


Hoje, o que se vê
é quase pura vaidade pela carreira, pelo status quo.


Só temo pela molecada…


E, pasmem, chamá-la de Nutella é bem mais fácil que ao menos tentar ser exemplo!


Ela segue cada vez mais sem norte,sem ter no que — e em quem — se espelhar.


Nos bons e velhos tempos em que muitos Moleques queriam ser Homens, não havia tantos homens fazendo papel de moleques.

⁠As pessoas se togam com tanta pressa para julgar possíveis envolvidos em assuntos sensíveis, que nem dá tempo de calçar as sandálias da sensibilidade.


Vivemos tempos em que a velocidade da opinião ultrapassa, e com muita folga, a profundidade da compreensão.


Antes mesmo que os fatos respirem, já há sentenças sendo proclamadas — não nos tribunais formais, mas nos corredores digitais onde cada voz ecoa como se fosse absoluta.


Julgar tornou-se um impulso quase automático, um reflexo condicionado retroalimentado pela ansiedade de se posicionar.


Mas a sensibilidade exige pausa.


Exige escuta.


Exige, sobretudo, a humildade de reconhecer que toda história tem camadas invisíveis aos olhos muito apressados.


Calçar as sandálias da sensibilidade é um gesto simples, porém raro: significa escolher sentir antes de condenar, compreender antes de rotular, acolher antes de afastar.


Quando deixamos de lado essa sensibilidade, corremos o risco de desumanizar o outro — transformando pessoas em narrativas rasas, em culpados convenientes ou inocentes idealizados, sem jamais considerar sua complexidade.


E, nesse processo, algo em nós também se perde: a capacidade de olhar com empatia, de duvidar com honestidade e de esperar com respeito.


Talvez o verdadeiro desafio não seja formar uma opinião rápida, mas sustentar o silêncio necessário para amadurecê-la.


Porque, no fim das contas, não é sobre ter razão — é sobre não ferir injustamente.


E isso, quase sempre, começa com o simples gesto de parar… e calçar, com cuidado, as sandálias da sensibilidade.

⁠Uma das coisas mais pavorosas num mundo habitado por mais de 8 bilhões de pessoas é tropeçar numa que ainda acredita ser dona da única opinião legítima.


Não pelo incômodo da discordância — essa, quando honesta, é o que ainda sustenta qualquer possibilidade de convivência minimamente civilizada —, mas pela recusa absoluta em admitir que o mundo é muito maior do que o próprio ponto de vista.


Há algo de profundamente inquietante em quem transforma convicção em dogma e experiência pessoal em medida universal.


A pluralidade humana não é um detalhe estatístico; é a condição fundamental da nossa existência coletiva.


Cada indivíduo é atravessado por histórias, dores, referências e limites que não cabem em fórmulas únicas.


Ainda assim, há quem caminhe como se tivesse decifrado o enigma completo da realidade, reduzindo o outro a erro, ignorância ou má-fé.


Esse tipo de postura não nasce apenas da arrogância — embora ela esteja quase sempre presente.


Muitas vezes, brota do medo…


O medo de reconhecer a complexidade, de lidar com a incerteza, de aceitar que talvez não haja respostas definitivas para tudo.


É mais confortável erguer certezas inabaláveis do que navegar em um mar de ambiguidades.


O problema é que, ao fazer isso, não se empobrece apenas o debate; empobrece-se a própria experiência de viver.


Porque viver, no sentido mais pleno, exige abertura.


Exige o desconforto de ouvir, a coragem de rever, a humildade de não saber.


Aquele que se crê dono da única opinião legítima não apenas fecha portas para o outro — fecha também as janelas por onde poderia enxergar novos horizontes.


E, no fim, acaba encarcerado num mundo pequeno e insignificante demais para a vastidão que insiste em negar.

⁠Ao ver pessoas de quase 90 anos perdendo a linha nas discussões com as de quase 5, começo a desconfiar que partiremos todos desse mundo esperando o fim dele.


Talvez uma das principais ilusões da vida seja acreditar que a idade, por si só, nos entrega a serenidade.


Como se os anos fossem um depósito automático de sabedoria, paciência e compreensão.


Mas basta observar uma criança em uma birra e um idoso em uma teimosia para perceber que o tempo não apaga certas características humanas; apenas muda suas roupagens.


Há algo curiosamente semelhante entre quem está chegando e quem está se despedindo da longa estrada da existência.


Ambos enxergam o mundo a partir de suas próprias certezas.


A criança porque ainda não aprendeu que o universo não gira ao seu redor.


O idoso, porque já viu tanto que às vezes acredita não haver mais nada novo sob o sol.


Entre um e outro, surgem discussões que parecem menos sobre razão e mais sobre a dificuldade de abrir mão do próprio ponto de vista.


Talvez seja por isso que tantas gerações se encontrem na mesma reclamação: a sensação de que o mundo está acabando.


A criança sente o fim do mundo quando lhe tiram um brinquedo.


O adulto sente quando seus planos fracassam.


E o idoso sente quando os costumes que conheceu desaparecem.


Em escalas diferentes, todos experimentamos pequenas versões do apocalipse particular.


A verdade é que o mundo muito raramente acaba.


O que acaba são as versões dele que construímos dentro de nós.


Acabam as referências, os hábitos, as certezas e os cenários que aprendemos a chamar de lar.


E cada despedida dessas exige uma adaptação que nem sempre estamos dispostos a fazer.


Talvez a maturidade não esteja em deixar de esperar o fim do mundo, mas em compreender que ele termina e recomeça inúmeras vezes ao longo da vida.


E que a grande arte de viver não é impedir essas transformações, mas atravessá-las sem transformar toda divergência em batalha.


Porque, no fundo, dos quase 5 aos quase 90 anos, seguimos aprendendo a mesma lição: o mundo não precisa terminar só porque deixou de ser exatamente como gostaríamos que fosse.

⁠Está para
existir coisa mais Chata que pessoas que não sabem ouvir
“Não”.


Porque, convenhamos, um “Não” deveria ser uma resposta completa.


Não precisa de justificativa, de debate, de insistência ou de uma segunda rodada de argumentos.


Tem gente que parece ouvir o “Não” como quem recebe um desafio.


Em vez de respeitar, tenta convencer.


Em vez de aceitar, questiona.


Em vez de compreender, insiste.


E, quando percebe que não vai conseguir o “Sim” que queria, ainda transforma a sua recusa em um problema.


Mas talvez o que incomode não seja exatamente o “Não”.


Talvez seja a incapacidade de algumas pessoas de aceitar que o outro tem limites, vontades e escolhas que não estão sob seu controle.


Aprender a ouvir “Não” também é uma forma de maturidade, sobretudo emocional.


É entender que ninguém nos deve acesso, atenção, companhia, explicações ou disponibilidade só porque desejamos isso.


É compreender que o outro pode simplesmente não querer — e isso deveria bastar.


E existe uma diferença enorme entre insistir por Carinho e insistir por Desrespeito.


A primeira pode nascer da esperança; a segunda nasce da dificuldade de aceitar que a vontade do outro também importa.


No fim, saber ouvir um “Não” é saber respeitar pessoas.


E, talvez, uma das formas mais bonitas de demonstrar consideração por alguém seja justamente não tentar transformar o seu limite em uma negociação.


Porque “Não” não é provocação.


É limite.

⁠Não há
assuntos tão espinhosos que não possam ser debatidos;
há pessoas difíceis.


O problema, muitas vezes, não está na delicadeza do tema, mas na incapacidade de algumas pessoas de conviver com aquilo que contraria suas certezas.


Há assuntos que exigem cuidado, maturidade e até coragem para serem colocados à mesa.


Mas nenhum deles se torna realmente impossível enquanto houver disposição para ouvir, argumentar e reconhecer que o outro também pode ter razões.


O que torna uma conversa árdua não é necessariamente a controvérsia.


É o orgulho de quem transforma opinião em identidade, discordância em ofensa e questionamento em ameaça.


Para essas pessoas, debater não significa buscar entendimento; significa vencer.


E, quando a vitória se torna mais importante que a verdade, qualquer diálogo degenera em disputa.


Há quem confunda firmeza com intransigência e liberdade de expressão com licença para não escutar.


Há também quem só aceite o diálogo quando o resultado já está previamente decidido.


Nesse ambiente, até a pergunta mais honesta pode ser recebida como provocação, e a ponderação mais cuidadosa, como afronta.


Talvez por isso seja tão importante distinguir um assunto difícil de uma pessoa difícil.


O primeiro pode ser enfrentado com argumentos, conhecimento e serenidade.


A segunda exige limites.


Porque diálogo é uma via de mão dupla: pressupõe que ambos estejam dispostos não apenas a falar, mas também a serem afetados pelo que ouvem.


Não precisamos concordar para conversar.


Nem precisamos gostar da opinião alheia para respeitá-la.


E não precisamos transformar toda divergência em uma batalha moral.


Algumas conversas, quando terminam, não produzem consenso — produzem compreensão.


E isso já é o bastante.


Afinal, assuntos espinhosos podem ser desarmados pela inteligência e pela boa-fé.


Pessoas difíceis, porém, às vezes só se tornam possíveis quando aprendemos a não permitir que a dificuldade delas determine a qualidade da nossa própria postura.

Num relacionamento, pessoas dissimuladas são as piores, pois elas fingem que amam, só para ter aquela pessoa doce ao lado, mas depois que aparece uma outra pessoa, aparentemente melhor, a 1ª pessoa simplesmente se torna inútil.

As pessoas mais agressivas são as que mais têm medo de afeto.

O pouco para tanta gente, pode ser muito para muitos que quase nada possuem, mas certas pessoas, que esnobam pelos valores materiais e desfazem dos princípios da caridade, se perdem no mundo das vaidades!
— João Batista Barbosa

-Que ironia!
As pessoas que são a favor do aborto, tiveram mães a favor da vida.
Mulheres que lhes deram o direito de nascer
Haredita Angel
24.09.18

⁠"Há pessoas que, mesmo solteiras, ainda são exclusivas, fiéis à sua forma de pensar e de amar, sem preencher vazios com ninguém."


- By - Marcélio Sena
Sim

Só queria lhe falar sobre o tempo.Porque é sobre isso que as pessoas falam quando não tem assunto ou quando querem evitar um determinado assunto,não é mesmo? Choveu hoje o dia todo.Parecia que o mundo ia desabar,baldes e baldes de água.Bem,as plantas ficaram muito felizes,ganharam um brilho novo coberto pelas gotas da chuva,também,depois de tanta seca…Ventou bastante também.Mas você não estava aqui para ver,não é mesmo? A essa altura eu já devia ter aprendido a parar de lhe escrever,parar de ser tão tola,parar de amá-lo tanto.Mas esqueça a parte sentimental,rasgue-a quando a ver,embora tudo que lhe escrevo seja sempre sentimental…acabe com tudo isso,mas acho que eu queria apenas lhe dizer “cuide-se” ou algo assim antes de eu começar a ser tão prolixa.E já nem lembro o que eu ia lhe dizer.

Fé de Aparências


É impressionante como algumas pessoas conseguem vestir uma personalidade diferente dependendo de quem está diante delas. Quando estão entre os irmãos da igreja, são palavras doces, abraços, sorrisos, “Deus abençoe” e discursos sobre amor, respeito e união; mas basta sair daquele ambiente e a máscara cai.


A gentileza desaparece, o julgamento aparece e aquilo que pregavam como amor se transforma em desprezo por quem pensa, vive ou acredita de maneira diferente.


São bons apenas para os seus, acolhem apenas os que consideram dignos de pertencer e chamam isso de fé. Tratam os seus como irmãos, mas os diferentes como estranhos; oferecem a mão para quem compartilha da mesma crença, mas parecem esquecer toda a bondade quando encontram alguém que não cabe dentro dos limites que criaram.


Talvez o problema nunca tenha sido a falta de religião, mas o excesso de aparência: porque é fácil falar de Cristo diante de quem aplaude, difícil é praticar aquilo que Ele ensinou quando ninguém está olhando.


No fim, não é a roupa de domingo, o louvor ou as palavras bonitas que revelam o caráter de alguém, mas a maneira como essa pessoa trata aqueles de quem não precisa da aprovação.

Santos para a Plateia




Há pessoas que passam a vida vestindo máscaras tão bem ajustadas que já não sabem mais quem são quando estão sozinhas. Diante dos outros, pregam bondade, compaixão e humildade, mas, quando chega a hora de transformar palavras em atitudes, nada existe além do discurso. Falam sobre fazer o bem como se fossem exemplos, embora raramente tenham estendido a mão quando alguém realmente precisou.


E ainda encontram tempo para julgar aqueles que escolheram caminhar por uma estrada diferente. Chamam de perdidos os que não seguem suas regras, de distantes de Deus os que questionam, de sem fé os que procuram respostas por outro caminho. Dizem que falta oração quando, talvez, o que realmente falte seja respeito pelo livre-arbítrio e humildade para aceitar que ninguém é obrigado a enxergar o mundo através dos mesmos olhos.


É curioso como algumas pessoas acreditam que conhecer o caminho certo lhes dá o direito de condenar quem escolheu outro. Esquecem que fé sem bondade é apenas aparência, oração sem compaixão é apenas palavra, e um discurso sobre amor perde todo o sentido quando é usado para diminuir alguém.


No fim, a máscara pode enganar uma multidão, mas não transforma uma pessoa naquilo que ela finge ser. Porque caráter não se veste para uma ocasião, bondade não precisa de plateia e quem realmente carrega luz não precisa apagar o caminho de ninguém para provar que o seu é o certo.

As pessoas sabe muitos dos outros pouco de si mesmas

Não são pessoas,
lugares ou circunstâncias
que nos afastam de Deus.




Mas, a falta de uma
verdadeira transformação
interior.
O resto, é só uma desculpa.




Existe uma enorme
diferença entre falar
que anda com Deus,
e viver como se
com Deus andasse.




Quem anda com Deus,
carrega a presença
de Deus por onde vai.

Infelizmente, às vezes você tem que ser um pouco cruel para fazer as pessoas perceberem que você não é alguém com quem se possa brincar. Nem todo mundo respeita a gentileza, mas eles respeitarão os limites.

As pessoas nunca tem tempo para planejar, mas sempre tem tempo para fazer de novo!

Melhor é ter como alvo uma utopia que envolva pessoas do que viver um sonho que gire em torno de apenas você mesmo.

Pessoas, quando se mostram capazes de mudar, demonstram nossa incapacidade de julgá-las.