Confundir
"O erro de muitos é confundir o topo da montanha com quem a construiu. O legado que eu ergo não é apenas trilionário em números, mas infinito em propósito."
Quando a fé é baseada apenas no que se sente, o risco é grande: confundir emoção com direção divina.
Há coisas que a gente sente, mas não vê.
E nem por isso deixam de pesar, ferir ou confundir.
Às vezes, o que mais cansa não é o que acontece,
mas o que vibra no silêncio ao nosso redor.
Por isso, que os ventos levem o que não é bênção.
Que os olhos se fechem ao que tenta ferir a paz.
E que o coração se proteja de tudo aquilo que, mesmo sem nome, nos rouba o sossego.
Que tudo aquilo que não vem do bem…
simplesmente não encontre morada.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
O maior erro de uma nação é confundir integração com dependência. O país deve ser mercado, não tutor. O Estado que controla seus ativos, investe na capacidade produtiva do seu povo e constrói instituições que inspiram confiança cria algo mais valioso que somente crescimento econômico: cria liberdade de decisão e liberdade nacional não nasce dos discursos, nasce quando o governo se torna a primeira demonstração prática dos valores que exige da sociedade.
Pare de se iludir, de se confundir, de se machucar. Pare de se humilhar justificando atitudes injustificáveis! Pare de se desrespeitar enquanto espera respeito de quem não tem respeito por si próprio. Pare de se diminuir para caber no mundo pequeno dos outros. Pare de se desgastar, de se enganar, de chover no molhado, de dar murro em ponta de faca. Pare de procurar ar no vácuo, água no deserto e luz no escuro. Entenda: há situações que o seu pensamento postivo, as suas boas intenções e o seu amor por maior que seja não vão mudar porque as pessoas sabem exatamente o que fazem, o que querem dar e pra quem querem dar.
“Ninguém nasce para amar o próprio cárcere; aprende a confundir medo com afeto quando a sobrevivência depende de quem fere.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O inconsciente não fala para confundir; fala por símbolos porque certas verdades ainda não cabem na linguagem comum.”
Do livro O Livro Vermelho da Alma — Jung, o Inconsciente e a Alquimia Simbólica da Sombra à Individuação, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A alma se levanta quando deixa de confundir ferida antiga com destino permanente.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Precisamos não confundir as coisas
Entenda que não somos os donos da verdade.
Somos seres humanos inatos e imperfeitos.
Sempre procurando dar uma desculpa.
O medo de opinião incomoda.
A gratidão trocamos por distrações.
Levando uma vida vazia de fé e amor-próprio.
O estado do meu quarto é um assunto privado; o estado do mundo, um assunto público. Confundir os dois é apenas uma forma elegante de fugir do debate. Enquanto alguns se preocupam com o quarto, outros se preocupam com a humanidade.
Seja generoso, mas tenha atenção para não exagerar, pois pessoas interesseiras tendem a confundir a bondade com ignorância!
Homem tem que ser corajoso, não confundir com precipitação. Coragem é sequência, manter a vontade imperiosa de amar, apesar das dificuldades e senões. Jamais desistir no primeiro obstáculo.
O Medo é uma ótima estratégia para confundir e justificar a narrativa de políticos sem escrúpulos.
Distorcer a história para validar suas pautas.
Confundir e gerar controvérsia é a estratégia.
Confundir execução com gestão é o primeiro passo para o fracasso.
Saber operar a máquina não te faz dono da fábrica.
Ela deixa ir.
E talvez seja isso a coisa mais próxima de liberdade que existe: não confundir queda com morte. Não confundir mudança com derrota.
As folhas caem e ninguém pede desculpa.
O tronco continua.
E de algum jeito que ninguém explica direito, isso ainda é vida.
É perfeitamente aceitável confundir Tchaikovsky com Dostoievski, o que é inadmissível é confundir bondade com fraqueza.
