Conforto da Morte de um Filho
“Não tenho medo das pessoas entregarem seus corações a mim, com o intuito de eu cuidá-los bem. Mas tenho medo de eu lhes entregar meu coração e que elas façam como todos fizeram, conquistá-lo e jogá-lo fora!”
"Meu erro foi pensar que todos iriam me amar como eu os amo, mas não, uns amaram, outros fingiram, e o resto? O resto ficaram para trás, quem não esteve comigo na luta, não merecerá quando estiver na glória."
INOCENTE!
VOCÊ QUE ME ENCANTA COM ESSE SORRISO
INOCENTE E LINDO
SEU OLHAR QUE PENETRA
DE FORMA APAIXONANTE
VOCÊ QUE NÃO MEDE ESFORÇOS PRA DIZER O QUE PENSA
E TÃO POUCO ESCONDE SEUS DESEJOS
VOCÊ É SIMPLES E ENCANTADORA ONDE A BELEZA
SÓ EXISTE EM SEU CORAÇÃO
ÉS PURA, ÉS LINDA, ÉS PRECIOSA
JOIA RARA COMO VOCÊ NÃO HÁ.
PARA JEMIMA SOUZA.
Não silencie suas lágrimas.
Lágrimas silenciadas transformam-se em
enfermidades do corpo e da alma.
Quem não se dá
a oportunidade de chorar e
extravasar a dor,
está fechando-se
para os recomeços.
Portanto chore,
chore tudo que precisar,
vire a página e
recomece...
Não é que eu não perceba
os burburinhos de seres famintos por discórdias,
apenas procuro fazer "olhos e ouvidos de mercador"
quando a intuição me avisa que aquilo não será edificante
para a minha alma.
Cika Parolin
Críticas... meras críticas
Fico completamente estupefacta com a facilidade que o ser humano tem em por tantos defeitos em tudo aquilo que foi feito com carinho, com dedicação e com todo o empenho. Por outras palavras, essa facilidade em criticar, destrutivamente, tudo aquilo que em nada foi feito por ele!!
Às vezes (tantas vezes) parece que é muito mais que uma mera vontade de criticar... parece mais como que um prazer em esmiuçar até ao mais pequeno detalhe, quase que um ridicularizar e desrespeitar todo e qualquer trabalho de outrem.
Quantos não aparecem de peito feito com todos as certezas sobre os outros mas com tantas dúvidas sobre si mesmos!
É muito fácil apontar defeitos, aliás as coisas más estão sempre à vista de todo e qualquer olhar... mas as coisas boas... dessas, momentaneamente, convém nem lembrar!!
Ao invés de dedicarem tanto tempo a debater o esforço do outro, porque não despenderem esse mesmo tempo com o próprio?!?!
Não preciso dos outros para mostrarem os meus defeitos - eu sou a que melhor os conhece! Não preciso de críticas destrutivas - eu sou a minha maior crítica, porque todos os dias eu luto, batalho contra mim mesma. pois hoje eu luto para ser melhor que ontem, e amanhã continuarei a lutar para ser ainda melhor que hoje - melhor enquanto pessoa, enquanto mulher, enquanto profissional, enquanto ser humano!!
Confesso que muitas vezes acho que esse "apontar de dedos" vem como que um disfarce por a pessoa pura e simplesmente não gostar.
Ninguém tem que gostar - temos é que respeitar!!
Não vejo o menor problema
em voltar atrás, reconhecer que algo não deu certo,
mudar de rumo, rever opiniões...
Somos seres pensantes e isso, por si só,
é motivo suficiente para não permanecermos em caminhos
e situações que nos escurecem os horizontes.
Cika Parolin
“...Nem existe na prateleira uma alternativa que funcione melhor num quadro de elevada fragmentação partidária. No final das contas, devemos, sim, desejar e
incentivar a formação de novas maiorias para que se façam os aperfeiçoamentos necessários ao sistema.
Antes que a voz das ruas e as forças da sociedade encontrem caminhos menos pacíficos para isso..! ”
“... O Homem é o animal que fala!...”!
“... A voz (fala) empresta a linguagem o que ela tem de mais belo...!”
VISÃO DE ISABEL VIEIRA (II)
O sol doía, estalando mamonas, e o asfalto parecia derreter. Com a alta temperatura e a pouca umidade do ar; o fogo se propagava com muita facilidade, e havia focos de incêndios na vegetação em vários trechos margeando as estradas. A fumaça reduzia bastante a visibilidade e todo cuidado era pouco: pois os acidentes aconteciam com certa freqüência num piscar de olhos, principalmente onde havia o fenômeno do fogo – provocado ou natural.
Presenciamos uma carreta tombada com as rodas para cima, num trecho totalmente plano.
"Meu garoto havia feito uma coisa que motorista nenhum deveria fazer: alimentar-se bastante, com uma comida pesada e em seguida pegar a estrada. Não deu outra: logo depois da nossa refeição em restaurante de beira de estrada já estávamos na BR, Belém Brasília sentido São Luiz; e mais à frente um pouco, comecei a observar o Nemilson a dar seus primeiros cochilos no volante.
Pelo retrovisor interno foi que percebi aquela situação acontecendo, e sabe-se lá há quanto tempo; provavelmente deixaste alguns quilômetros para trás, dirigindo daquela maneira.
Não fiz alarde. Discreta, silenciosa, obstinada... orava em espírito. E a partir de então não tirei mais os olhos dele e nem lhe dei sossego; o sacudia pelo ombro, sempre que percebia seu cochilar.
Bom seria se agente pudesse estar sempre perto dos filhos...
Em dado momento entre um cochilo e outro, do meu menino, o Senhor me deu licença e abriu os meus olhos espirituais por alguns instantes e me permitira ver um ente semelhantemente a uma mulher muito parecida com uma personagem de filme de terror:
Bastante alta, de pernas longas, com cabelos emaranhados como se fosse um ninho de João - graveto; faces murchas manchadas de vermelho de um lado e outro; olhos grandes como nunca vi. Empastelados com algo semelhante ao Rímel, querendo saltar das órbitas; vestida de trapos e andrajos imundos - pastosos de fumaça, tremulando no ar; horrivelmente pintada como um espantalho, a correr emparelhada conosco, empreendendo a mesma velocidade do nosso veículo - um fusca ano 1978.
Eu, pasmada, não sabia se olhava para aquilo ou se despertava o Nemilson que dormia dirigindo. Também não deveria gritar para não causar pânico.
Será que aquela personagem era uma coisa mandada?!...Do outro mundo? Pensei.Pois era sim: e unicamente com o objetivo de causar um dano às nossas vidas.
Minhas pernas tremiam e meu coração batia fora do compasso, e pensava de mim para mim mesmo: - “Meu Deus o que poderá ser isso?!” E a resposta veio no mesmo instante:
- “Esta aí é a grande responsável direta, pelos acidentes automobilísticos que ocorrem nas estradas do mundo inteiro: trabalha sem cessar com esse fim. É especialista nisso.” Disse-me, o Espírito Santo.
Parece que aquele ser esquisito confirmado na maldade,naquela missão, tendo como foco a minha família, percebeu alguma coisa estranha no ar: provavelmente lembrara que eu servia ao Senhor e que, orava o tempo todo em espírito; e desistiu do seu intento, escapando por um buraco que havia numa cerca de arame farpado que margeava o asfalto, e sumiu definitivamente tomando um rumo qualquer, para onde eu não soube" ( 29.05.17).
“Não existe fase mais dramática e aflitiva, mas ao mesmo tempo mais libertadora do que matar uma soma gigantesca de pormenores para iniciar uma nova fase “
“Desculpa não ser do jeito que você quer, sou diferente dos demais, isso me trás momentos especiais ao lado de pessoas (a)normais, pessoas que não largo jamais.”
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