Conforto da Morte de um Filho
Não me considero um escritor, nem um pensador, muito menos um poeta, simplesmente sou um realista com a mente aberta.. L10!
"Na verdade todos somos animais,mas com um pouco menos de paciência,uma espécie não brigam consigo mesmos,eles se ajudam,nós só pensamos nos nossos egos,eles dividem território,nós brigamos pelo território,eles dividem comida,nós não dividimos a comida,se alguma outra espécie ameaçar um do bando todos defendem,nós nos matamos por que nós atacamos nós mesmos,então quem é mais racional?"
"Tudo que quero ouvir de você é que me ama,pois nunca vou te amar,vai ser mais um qualquer,não terei nenhum apego ou culpa em te machucar,eu sou diferente não construo amores com o tempo,eu amo ou não amo,e já amo,e ele pertence a outra,você entrou em minha vida,então que pague por sua ousadia."
Revendo Minhas memórias no face uma dúvida me veio à mente. Na verdade um desejo q na condição humana, é totalmente impossível de realizar. Quisera eu voltar no tempo. Exatamente ao final da faculdade. Tantos sonhos por realizar. Tantos planos q deixei passar. Tantas viagens que nunca fiz. Festas q nunca fui por falta de tempo, ( pasme naquela época era convidada ) ou até me faltava a coragem.
Amigos que deixei, passar por timidez .
A seriedade foi sempre minha companheira, embora por muitas , diria milhares, de vezes tive vontade de mandar tudo aos ares.
Quisera eu voltar ao tempo em que eu tive que escolher entre ficar e partir. Com certeza não ficaria. Até porque poderia ir e voltar. Mas experimentar ...
O medo e a comodidade falaram mais alto. Fui ficando . Aqui estou.
Reclamar não é a questão. Mas o talvez sempre vai fazer parte dos meus pensamentos.
Uma aprendizagem porém trago comigo.
Nenhum "talvez " ou "se" fará parte de meus dias daqui em diante.
Minhas vontades mudaram , Minhas prioridades também,
A Vida pode até não voltar , mas o futuro existe. Esperar que ele passe ... Nunca mais... Vou ser feliz ...
Assim como todas as coisas no mundo têm sua validade ou seja um estimado período de existência. Com a vida não seria diferente, podemos durar um pouco mais do estimado ou nos extinguirmos antes. Mas tudo pode depender de fatores, que podem serem cruciais.
Um trovão.
Se eu ouvisse um trovão
pelo menos como aviso
pra que esse pobre coração
traga de volta o seu sorriso
e novamente ver o sertão
se tornar um paraíso.
Manda avisar lá que pra mim derrubar é preciso mais granadas, é preciso ser forte, é preciso ter um Deus mais forte que o meu.
A vida me ensinou muito,
Um pouco de tudo.
Sempre mirei o futuro
e as pessoas mais experientes.
Eu observei tudo e todos
E hoje sou resultado de tudo que vivi,
Tudo que vi, tudo que experimentei
EM CADA RUÍNA
Em cada ruína já tecida
Um garotinho sem um trocado fizera parecer
Que costumava andar sem rumo e descalço
Para da terra se sentir vivo. Dela crescer
Foram vários espinhos Que o furaram
E vários cortes que sangrou
Dos solos ruins e os bem cuidados
Que aquele menino já pisou
Não se cansa nem descansa
De trilhar este rio de eixos
Mesmo sabendo que irá se ferir
No mar das incertezas de enfermos
E quando não menos, em cada sã relance de ruínas
Que vaga, sonda e prevalece
O garoto descalço que não conhece
Abraça o mundo que o entristece
Volta e meia o tempo que enfraquece
A força de ventos fortes que devastam
As dores não são ilusões que aqui padecem
Deste rio de descompassos.
Feito um psicólogo, um livro fechado.
A barca do Porto, ou o ubar que vem e vai
Vivo este momento de menino, um desdém
Um fim de outono que não me satisfaz.
A LINHA DE TEU OLHAR
Vi em teu olhar inquieto
Um olhar aguçador
Este encontrou ao meu repente
O mesmo olhar possuidor
O ponteiro passava como eu passar
Sempre, constante vivo
A espera do olhar passageiro
E na rima deste verso passado
Pincelo o olhar que pude escrever
Aquele que me cativou em sonho
Em cativeiro agora se encontra
Por medo de não o perder.
O olhar...
Penetrou-me em sã verdade
Por um instante
Deparei-me na linha oposta abismal
Como setas do Sul ao norte
Revelando-me caminhos contrários
Do frio eterno e/ou calor consumal.
Equilibro-me nesta linha imaginária
Que duvida o medo desconhecido
À espera de teu olhar
Divido esta face adjacente
Entre o abismo e teu ser
O olhar e querer
O ter ou não ter...
Willas Fernandes 17.12.15.
AMO-TE EM CADA VÃO MOMENTO
Amo-te em cada vão momento
Feito o canto de um sabiá
Como a melodia que soa constante
Que não para, não teme, não se acanha
Amo-te mesmo na mais pura falsidade
Quando digo, não mais, acabou
Que em dor doendo doída
Em pranto, um cisco no olhar
Feroz e tranquilo
O que em raiar
Diz ser o que o vento soprou.
Amo-te na magnitude da palavra proferida
E muito mais que em palavras não pude expressar
Amo-te junto às matilhas ruivando em sossego
Ao escuro da noite que me chega a calar
Amo-te nos abismos dos destinos
Que ferem o que não quero esquecer
Amo-te nas entranhas da vida
Que persistem aqui em pleno sofrer
Amo-te, amo-te, amo-te
Amo-te na saudade que refinei
A ponto de um espinho agudo formado
Que perfura e transfigura o ser que tanto prezei
Amei-te na poesia que fiz,
Amo-te nas que em confeço declamei
Nas dunas e ruínas que nem mesmo sei
Nas curvas dos bares da vida
Dos amores que não contentei
Amo-te no ontem desconexo de teus alvoaçares
Sem antes mesmo de conhecer-te
Sem uma mera palavra contida
No elenco de nossos prazeres
Amo-te como este presente
Que em delírio arde e queima, faz-me sorrir
Poe-me em transe de teu beijo
Mais ainda...
Amo-te em vida após a morte
Amarei-te na morte após a dor
Te amarei em vida no céu celeste
Te amarei depois que me for.
É natal
Dai-nos senhor um cântico novo.
Tempo de agasalhar os sentimentos,
Desembrulhar os sorrisos,
Aproximar as distâncias,
Instigar alegrias nas crianças,
Não deixar que morra a esperança.
Perdoar todas as loucuras,
Rasgar as cartas mal escritas,
Preservar os sonhos,
Tentar salvar o amor.
Mais uma vez é natal.
Dai-nos senhor um cântico novo,
Para encontrarmos a amiga fraternidade,
Despindo-nos das vaidades,
Vestindo-nos de simplicidade,
Virtude em extinção,
Procuro o amor na multidão,
Está vazio, não o encontro.
Em qualquer canto procuro o amor,
Na alegria, na nostalgia, até mesmo na dor.
Mesmo assim é natal.
Com ou sem comida na mesa, ainda assim é natal.
Nós os humanos, tentamos entender o natal.
Precisamos ser um presente para alguém,
Talvez para uma criança,
Aquela que chora na calçada, sem futuro.
Atrás de qualquer muro
Precisamos ao menos secar suas lagrimas,
Segurar as mãos de um idoso,
Ajuda-lo a atravessar a rua,
Por que mesmo sem um verdadeiro amor,
Ainda assim! Hoje vivemos mais um natal.
Feliz natal.
Terê Cordeiro.
Sei que já é chegado o verão, mas mesmo assim sinto um frio que só conseguirei deixar de sentir com o calor do seu corpo. Sinto que estou tão solta no espaço que somente a força do seu abraço me fará sentir novamente no eixo. Sei que estou tão feliz que não consigo deixar de agradecer por ter encontrado você.
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