Conforto da Morte de um Filho

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Poeminha para o amor

Fiz um poeminha para o amor
Assim, tão simples,
Mas tão sincero
Como o aroma de uma flor

Ainda penso a quem irei dedicar
Ao namorado, talvez
Ao melhor amigo, quiçá
A quem quiser, quem deseja sonhar!

Inserida por anom873

A vida realmente é um absurdo. Não sabemos se construímos ou se destruímos. Se levantamos ou se continuamos no chão. A recíproca é verdadeira. Uns ajudam, outros atrapalham. Há quem nasceu para julgar e outro para sofrer o brocardo. Literalmente, é a vida, um jogo do provido e desprovido. Forte e fraco. Grande e pequeno. Bonito e feio. O suicídio está a porta, basta que você faça uma coisa errada para que chegasse ao fim da vida, um individuo que poderia fazer algo melhor e benéfico. Porém, o que me inquieta mesmo, é saber que o bem desfrutável e o bom (essência) da vida muitas das vezes, pode ser incapturável. Isso anseia em qualquer indivíduo, um ser, seja um deus ou um humano, mas algo ou alguém que nós façam feliz e preencham as lacunas de uma vida literalmente vazia e cheia de rumores.

Inserida por alvers

A vida não é como um livro é melhor.

Inserida por Minage

Exílios
Fechei-me em ti.Desfiz-me do segredo e da chave.Joguei-os no infinito.Não há um só registro.Nada escrito.De que possam revelar,não tenho medo.Fechei-te em mim.Segui o mesmo enredo,segredo,chave,registro,igual o rito,fiz sumir de vez.E,muito cedo,de ninguém encontrar,fiquei invicto!Eu em ti.Tu em mim.Acorrentados pelas algemas do amor.Perenizados.Eu escravo.Tu senhora e escrava,eu senhor.Eu em ti,tu em mim.Exilados na alma um do outro.Eternizados!Pois não é desse mundo o nosso amor...

Inserida por LurdesZwirtes

O caráter de um homem revela-se nos momentos críticos de sua vida.

Inserida por JOLIVET

Não é nada, só, de vez em quando, um amor que transborda e desarruma tudo dentro de mim.

Inserida por BrenoBotti

Eu sempre achei que tinha um pouquinho do destino no nosso amor.

Inserida por BrenoBotti

Ela era de um encantamento magnífico, pena que como todos, foi embora.

Inserida por BrenoBotti

E o que foi um sonho? Repenso, recrio e revivo tudo outra vez.

Inserida por BrenoBotti

Pensou, então, que sem forças não chegaria a lugar algum. Voltou, pegou uma roupa, tomou um banho como se lavasse a alma e, assim, virou e recomeçou sua história.

Inserida por BrenoBotti

No fundo, todos temos uma casca, um escudo próprio pra fugir das armadilhas do amor.

Inserida por BrenoBotti

Um ontem mal resolvido, um amor errado e uma tristeza incurável.

Inserida por BrenoBotti

Seca, dentro e fora, cansada de sofrer, ela, desabrochava, então, um tom de ternura.

Inserida por BrenoBotti

Muito me intriga ser chamado de “doutor” em certos ambientes sofisticados, onde não me pedem um diploma ou currículo. Tenho sempre a sensação que se descobrirem que não passo de um simples escritor, serei expulso do ambiente...

Inserida por helenachiarello

Depois de algum tempo, fomos morar juntos. Depois de um tempo um pouco mais longo nos casamos. E, alguns anos depois, decidimos ter um bebê, afinal, meus ovários pareciam estar prontinhos, os espermatozoides dele não registraram nenhuma queixa a respeito, meu útero não levantou nenhuma objeção e, então, engravidei. E dei à luz uma menina.

Inserida por cintiaml

Uma vez, um professor de português me perguntou como ficaria "eu amo" no passado, eu respondi "eu amo". Todos riram, disseram que estava errada e responderam ao professor "eu amei". Eu sorri de lado, e lhes disse que errados estavam eles e que eles não entendiam nada de amor porque não existe amor no passado, quem ama, ama pra vida toda.

Inserida por BiibiFerreira

Boca pequena sorriso faceiro
doce encanto de pessoa de cabelo castanho tipo da menina que merece um beijo..

Inserida por Jhosue

Eu preciso de um jeito te odiar
Ao invés de amar .

Inserida por matheusalmeida

O mundo de um escritor é da forma e no tempo que ele desejar.

Inserida por heidicris

Eu andei só.
Andei com medo, no frio.
A garganta já dava um nó
E o coração, coitado, vazio.

Meus pés descalços sofriam
Minha boca, tão seca, rachava.
No meu pensamento, pessoas riam.
E eu ainda não sabia onde estava.

Restos humanos espalhavam-se pelo chão
Um sinal da quase unânime desistência.
E, em busca de evasão
Tentava ativar minha inteligência

Eu já não tinha mais controle
As pernas, esbanjavam teimosia
Tudo parecia desmoronar
Corpo e mente estavam fora de sintonia.

Perdi meus óculos, levados pelo vento
ESte que levou também parte da visão
E ali, ao relento,
procurava uma saída daquela imensidão

A lua brilhava com um ar sombrio
Era evidenciada no céu fechado
Refletia na nascente do rio,
Sujo, imprevisível, maltratado.

A fauna local era medonha
Pior que ela, só a flora.
De marcante, uma coruja tristonha
Encima de uma árvore senhora.

Eu continuava caminhando
A cada passo, menos esperança
A força ia, com rapidez, cessando
Na mente, sequer uma boa lembrança.

E eu, àquela altura,
Já não tinha família.
Andava só, numa realidade obscura
Sem pai, sem mãe, nem filha.

Após dois quilômetros, talvez três,
Encontrei uma caverna
E ali, encima de uma pedra
Havia uma pequena lanterna.

Era uma velha lamparina
bem resistente, por sinal.
Tudo parecia ser uma sina.
Uma sequência.
Início, meio e final.

Eu segui pela gruta
Quase para desistir.
Com o sentimento de luta
Mas, com o mundo a ruir.

De repente, algo inusitado.
Um espaço arejado abrigava um violão
Deixei minha lamparina de lado
E, com certa estranheza, sentei no chão.

Um acorde aqui, outro acolá
E eu me renovei
Senti que algo bom ia chegar.
Continuei...

Dali, uma voz me guiava
Uma voz rouca, marcante.
O sorriso, que se ausentava
Surgiu por um instante.

Eu já estava esgotado
As pernas destruídas
Imundo, pessimista, desolado.
O corpo cheio de feridas.

Até que, como mágica
Uma luz irradiou
Aquela história trágica
teve um fim, acabou.

Andei por mais uns cinco minutos
E cheguei a um parque natural
Era tudo muito lindo, perfeito.
Paraíso no meio de um arraial.

Tudo era cheio de vida
Do grão de areia à bela lagoa.
E a vida passada, já esquecida.
Foi trocada por uma sensação boa.

A felicidade finalmente apareceu
Como toda flor tende a brotar.
E todo aquele breu
Foi-se pra nunca mais voltar.

Eu consegui! Triunfei!
Estava risonho como uma criança
E tudo isso que conquistei
foi devido à fé e á esperança.

Pois, quem acredita, sempre alcança!

Inserida por gabrieltarrao