Mensagens de pesar pelo falecimento de um amigo que dão conforto
Porque tem dias, em que sentimos um vontade louca de se esconder, de sumir!
De procurar nosso cantinho, ficar bem quietinha...
Chorar baixinho...
E sentir-se invisível ao mundo todo.
(Alessandra Alcântara)
Não consigo não pensar
Enquanto todos dormem ao meu redor
Travestindo rebeldias sem causa
Esperando mudanças por si só...
Os anos passaram rápido demais
E agora os dias são todos iguais,
Como roupas velhas
Numa gaveta empoeirada,
Preservo a inocência
Intestinada na minha alma.
Vou começar com uma prece
Àqueles que ainda se vestem
De sonhos que não envelhecem,
Aos que morrerão velhos
Com alma de jovens,
Sabem que um ideal se sonha acordado,
E que a revolução não é problema
Para a sociedade
É a sociedade que é problema
Para o revolucionário.
Quero romper tua membrana,
Quero adentrar e me alojar entre seus rins.
Em seu útero eu quero estar,
Para nos unirmos pelo cordão umbilical.
Como uma mãe,
Como uma filha,
Como uma cria,
Como um embrião.
Pagar pra ter cultura, saúde e proteção,
Lutar para sobreviver cada dia é um dragão,
Da labuta a penúria a árdua vida da nação,
Tirar da mesa e por na igreja
Esperando salvação.
O choro preso na garganta que inflama,
O grito mudo trancafiado no pulmão,
Colhendo frutos que alimentam a esperança
Como alimentos garimpados no lixão...
Não me defino substancia,
Nem mesmo substrato.
Mas sim, coisa coisificada,
Às vezes, nada nadificado.
Não sei se creio no motor imóvel,
Em demiurgo
Ou que deus esta morto.
Só creio na minha filosofia,
Escrita como poesia,
Como um pensar estético, marginal e torto.
Um cheira cola,
cheirando cola
numa garrafa
de coca cola...
Primeiro mundo,
Terceiro mundo,
eu aqui abismado
no plano de fundo.
A morte de um companheiro de estimação.
A ficha não cai depressa
O fim é tão intenso, que não o sentimos.
A despedida sem se despedir, machuca.
Dizem que os seres sabem quando estão pra morrer,
E devem saber mesmo.
Um animalzinho de estimação, muitas vezes, senão sempre,
É mais companheiro do que alguns que se dizem amigos.
Os anos se passam e lá estão eles,
Os anos se passaram.
Hoje eu chego em casa, minha companhia não está mais lá.
O barulho, o xixi e a bagunça que incomodavam hoje fazem falta,
Alguns, frios, dizem que é só comprar outro,
Outros, entendedores, sabem que não é como um celular que se troca,
Como uma roupa, da qual há pelo menos uma igualzinha na loja,
É o apego, o amor, o carinho.
Carinho do qual, muitos dos que são reservados socialmente,
Encontram nesses animaizinhos.
Carinho sincero, doação d amor, doação de atenção.
Para muitos, balela.
Para outros, paixão.
Deixo meu adeus a quem retribuiu gritos com lambidas,
Coleira com alegria,
Cansaço na chegada com dose frenética de empolgação.
O amor
É uma decadência poética,
O fim de toda inspiração.
A última cena da última peça.
Da última ceia,
O último pão.
Categórico,
Faço justiça poética, divina e com as próprias mãos,
Meu pessimismo é de modo grego:
De superação.
A maior tragédia da vida não é a morte, porque um dia iremos todos morrer. A maior tragédia, é não poder voltar no tempo, é não poder reviver.
Autora: Aurilene Damaceno
Antes de você as coisas eram estranhas e sem graça, e quando você apareceu o estranho passou a ser apenas diferente e começamos a ver graça em quase tudo.
Antes de você as conversas eram superficiais e longe de qualquer verdade interior, e quando você apareceu mergulhamos de alguma forma em nossos corações e encontramos verdades que nem sabíamos que existiam.
Antes de você eu passava horas procurando alguma coisa que não sabia o que era, e quando você apareceu descobrimos que isso acontece com muita gente, e parte disso, desse vazio não é mais do que solidão. Então completamos um pouco o vazio um do outro e a vida ficou menos dolorida.
Antes de você falar de sentimentos era complicado e quase sempre uma conversa com o nada, e quando você apareceu descobrimos que podíamos contar um ao outro suas dores e encontrar um pouco de alento, ainda que ambos em silêncio.
Antes de você o tempo corria de pressa e mesmo assim parecia que nunca passava, e quando você apareceu o tempo passou a ser apenas tempo, sem correr nem ficar, sem forçar nem doer, o tempo nos fez mais fortes e sábios desde então, mas aprendemos que saber um pouco mais a cada dia não significa sabedoria.
Antes de você tinha perdido a confiança e a fé na arte e na música, não queria mais entender o motivo de ser como era, e quando você apareceu descobrimos que não é preciso entender coisa alguma, que arte se faz pra falar na alma e não no cérebro, então voamos alto em nossos dons até conquistar o infinito. Hoje criamos coisas que nunca pensávamos que conseguiríamos, inventamos universos inteiro. Cada conversa era um mundo incrível de papo furado e descobertas geniais.
Antes de você eu mal olhava pro telefone, as mensagens eram raras, sempre gostei mais de conversar pessoalmente do que escrever, e quando você apareceu trocamos tantas mensagens quanto os telefones podem contar.
E agora é assim, não conseguimos mais nos encontrar cara a cara, não achamos caminhos que possam nos promover um abraço ou “oi” tímido por aí e quem sabe um sorriso no canto da boca. Suas palavras agora são uma luz piscando no telefone com uma mensagem curta sobre uma coisa aqui e outra ali, e eu nunca sei o que de fato escrever mas to sempre arriscando algo, com uma saudade doida de tudo, com vontade de gritar com toda força, querendo sequestrar você por uns instantes só pra termos uma conversa a mais.
Antes de você eu achava que mais ninguém soubesse o que é respeito entre o homem e mulher, e quando você apareceu descobrimos que isso ainda é possível.
Sinto sua falta.
Triste fico quando estou longe de você, vem me abraçar, sorrir, esqueçer dos problemas diarios, tocar teu rosto é o meu desejo, olhar nos olhos e dizer: Te quero, sinto que essa chuva reflete meu sentimento, como as gotas caem no vidro da janela do quarto, na mente cria uma melodia insuportavel dizendo te amo, te amo e te amo, gotas caindo formando a melodia mais perfeita e sinistra, por me deixar feliz e triste por não ter voce aqui em meus braços, para poder te abraçar
Sozinha com meus pensamentos, com minhas musicas, com minha sombra, com minha solidão. As vezes é bom, outras me trazem dor. Ao meu redor eu tenho as rosas que você me deu, e arrancou-me sorrisos sinceros, tenho também escritas sobre você, sobre nós, tenho fotos, livros, tenho teu cheiro, canetas que o desenhariam sem nenhum esforço... Em mim, eu tenho saudade.
Destino
Por quê ?
Por quê ?
Por quê Destino?
Por que de mim afastas o amor ?
Será que não sou digno de amar ?
Será que não sou digno de ser amado ?
Ou es tu o problema ?
Destino cruel...
Que de um jovem amante tira a chance de amar...
Será que quando jovem perderá um amor ?
E assim a todos sua tristeza passou a espalhar ?
Ou serei eu ?
Pobre de mim...
A mim o amor é como uma criança travessa...
Bate em minha porta e então sai correndo...
Sempre perto...
Mas nunca ao alcance...
Será que por ventura do que chamam de destino...
Estaria eu fadado a caminhar sozinho pela eternidade...
Sempre perseguindo o amor, mas sem nunca o alcançar ?
No fundo da velha cômoda...
encontrei o meu coração..
guardo as melhores recordações...
deitei fora as mágoas, tristezas.
ventos da incerteza, da inquietação..
tempestades de neve, da incompreensão..
palavras, súplicas, no fundo da gaveta ...
da velha cômoda encontrei o meu coração.!!
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