Conflitos

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Um das coisas mais difíceis é conhecer-se a si próprio, tantas confusões, tantos conflitos, tanta coragem e tanto medo ao mesmo tempo. E ainda escolher entre o bem e o mal, entre o fácil e difícil, entre o prazer e dor e entre ódio e o amor.
E assim nos tornamos seres humanos totalmente complicados, convexos... Escolhendo não aquilo que queremos, mas aquilo que sentimos e precisamos. Esse é um rascunho de como ser ... Não julgue pela escolha que cada um faz , sempre escolhemos aquilo que acreditamos ser compatível ao que sentimos.

As vezes a dor de lhe dar como nossos próprios conflitos dói tanto, que precisamos projetar no outro todos nossos defeitos e falhas para poder prosseguir...
A transferência nos alivia de grandes conflitos que não podemos resolver sozinhos, mas transferindo esses sentimentos ao outro, são amenizados.

Em relação aos conflitos no casamento, é bom que se saiba de três verdades:
1)Eu e meu cônjuge não somos inimigos...
2)Eu e meu cônjuge temos o mesmo objetivo: Ser feliz!
3)Eu e meu cônjuge não somos perfeitos...

O advogado tem a função de ajudar a resolver conflitos, defendendo o cidadão na justiça e acompanhando todo o processo para garantir que tudo seja feito de forma justa, evitando qualquer injustiça.

O advogado tem uma missão de solucionar conflitos atuando como guardião do cidadão diante da justiça, fiscalizando para que a justiça não cometa injustiça.

Que possamos ser paz nos dias de conflitos nas lágrimas de alguém.

As batalhas são feitas de guerra e paz, até que o ciclo de conflitos chegue ao fim.

Não se acomode.


Acomodar é o poder que precisamos para permanecermos além dos conflitos de personalidade ou natureza, somos capazes de nos ajustar da forma que a situação pede. Do mesmo modo como o oceano acomoda todos os rios que fluem em direção a ele, nós também deveríamos aceitar todas as pessoas. Deveríamos ser capazes de mudar relacionamentos e circunstâncias, através do poder dos nossos bons votos. Não devemos ser aquele que cria o conflito, deveríamos ser aquele que sutilmente acolhe, acalma e resolve. somos frutos do meio, porem não precisamos apodrecer junto a ninguem.

Nos bastidores da igreja, imersa em crises, conflitos e pequenos cismas, de forma velada, permite-se a tortura e o silenciamento de quem sofreu por seus erros.

"Cada um de nós carrega conflitos internos que precisam ser enfrentados.
Viver é autocontrole diário."

“Amor próprio em
primeiro lugar, conflitos
resolvidos, coração tranquilo,
cabeça erguida, e o que não me
serve… deixa arder."

Uma boa conversa
previne mal-entendidos e conflitos.

A VESTIMENTA DA GUERRA


(Poema sobre os horrores dos conflitos e a injustiça dos inocentes que pagam o preço)


Vestida de cinza, de fogo e de pranto,
a guerra caminha sem rosto e sem canto.
Não tem coração, mas tem ordens em punho,
e assina sentenças num frio conjunto.


Nos salões do poder, bebem vinhos, decidem.
Assinam destinos — mas nunca os vivem.
Mandam soldados, filhos de alguém,
pra morrer por um trono, por petróleo ou por “bem”.


A criança que chora, não sabe o porquê.
Só sabe que a mãe não vai mais lhe acolher.
Que a casa virou entulho no chão,
e que seu brinquedo jaz sob explosão.


O velho, cansado, sem pátria ou abrigo,
sente o chão sumir — não tem mais abrigo.
A sopa que faltou, a reza que escapa,
a lágrima muda que desce e desaba.


A mãe que amamenta no meio do medo,
vê o filho ir pro front — sem querer, sem segredo.
Briga que não é sua, dor que não tem fim,
mas que corta a carne, invade o jardim.


O pai, sem paredes, sem teto, sem pão,
carrega nos braços o resto do chão.
Os olhos perguntam: “Por que, meu Senhor?”
Mas as bombas respondem com mais desamor.


E o soldado que parte, coração em pedaços,
com fuzil nos ombros e culpa nos braços.
Cumpre ordens que o peito não quer,
e destrói o que resta de algum outro lar qualquer.


Ele ora em silêncio, enquanto avança,
lembrando do filho, da esposa, da dança.
Mas precisa apertar o gatilho, sem ver —
que o homem que cai poderia ser você.


Ele não quer matar.
Mas foi enviado.
Com uniforme limpo, mas o espírito rasgado.
Porque é fácil mandar, de poltrona e discurso,
e pôr na mão dos pobres o peso do absurdo.


Enquanto isso, em terno, gravata e cifrão,
os homens da guerra tomam decisão.
Covardes demais pra pisar a trincheira,
valentes demais pra matar por bandeira.


E a vida se perde em nome da glória,
escrevendo de sangue a mesma velha história.
Ganância, poder, dominação, vaidade —
e a morte batendo à porta da humanidade.






A guerra tem roupa, mas não tem alma.
Tem fúria no peito, mas não tem calma.
Quem veste essa dor é sempre o pequeno —
que morre calado, que sofre, que é pleno.

A VESTIMENTA DA GUERRA

(Poema sobre os horrores dos conflitos e a injustiça dos inocentes que pagam o preço)

Vestida de cinza, de fogo e de pranto,
a guerra caminha sem rosto e sem canto.
Não tem coração, mas tem ordens em punho,
e assina sentenças num frio conjunto.

Nos salões do poder, bebem vinhos, decidem.
Assinam destinos — mas nunca os vivem.
Mandam soldados, filhos de alguém,
pra morrer por um trono, por petróleo ou por “bem”.

A criança que chora, não sabe o porquê.
Só sabe que a mãe não vai mais lhe acolher.
Que a casa virou entulho no chão,
e que seu brinquedo jaz sob explosão.

O velho, cansado, sem pátria ou abrigo,
sente o chão sumir — não tem mais abrigo.
A sopa que faltou, a reza que escapa,
a lágrima muda que desce e desaba.

A mãe que amamenta no meio do medo,
vê o filho ir pro front — sem querer, sem segredo.
Briga que não é sua, dor que não tem fim,
mas que corta a carne, invade o jardim.

O pai, sem paredes, sem teto, sem pão,
carrega nos braços o resto do chão.
Os olhos perguntam: “Por que, meu Senhor?”
Mas as bombas respondem com mais desamor.

E o soldado que parte, coração em pedaços,
com fuzil nos ombros e culpa nos braços.
Cumpre ordens que o peito não quer,
e destrói o que resta de algum outro lar qualquer.

Ele ora em silêncio, enquanto avança,
lembrando do filho, da esposa, da dança.
Mas precisa apertar o gatilho, sem ver —
que o homem que cai poderia ser você.

Ele não quer matar.
Mas foi enviado.
Com uniforme limpo, mas o espírito rasgado.
Porque é fácil mandar, de poltrona e discurso,
e pôr na mão dos pobres o peso do absurdo.

Enquanto isso, em terno, gravata e cifrão,
os homens da guerra tomam decisão.
Covardes demais pra pisar a trincheira,
valentes demais pra matar por bandeira.

E a vida se perde em nome da glória,
escrevendo de sangue a mesma velha história.
Ganância, poder, dominação, vaidade —
e a morte batendo à porta da humanidade.



A guerra tem roupa, mas não tem alma.
Tem fúria no peito, mas não tem calma.
Quem veste essa dor é sempre o pequeno —
que morre calado, que sofre, que é pleno.

A vida e seus conflitos

Ter um relacionamento afetivo exige enfrentar divergências. Se você não tem paciência para lidar com incompatibilidades relacionais, fique sozinho.

Ter um emprego demanda paciência diante das discordâncias nas relações interpessoais. Se você não sabe lidar com as diferenças, fique desempregado.

Ter filhos ou ser mentor de alguém requer dedicação e responsabilidade. Se você não se sente apto a dar suporte ao outro, desista.

Por outro lado...

Se você não tiver um relacionamento afetivo ou um casamento, nunca terá a experiência de amar ou ser amado, de compartilhar as alegrias do cotidiano, de desabafar sobre os dias ruins ou de envelhecer junto.

Se você não tiver um emprego ou um trabalho, jamais terá a oportunidade de exercitar suas habilidades, de sentir-se útil na sociedade ou de socializar e construir amizades necessárias.

Se você não tiver filhos, não assumir alguém como mentor ou adotar um animal, nunca terá o prazer de ser chamado de pai ou mãe, de sentir a gratidão e respeito por ser essencial ou de receber um carinho ao chegar em casa.

Não importa o que façamos, sempre haverá conflitos. O importante é buscar a melhor forma de enfrentá-los e assim adquirirmos a serenidade e resiliência para seguirmos a vida.

Os conflitos existem em todos mundos,até dentro dos nossos pensamentos.

Como posso te amar neste círculo de conflitos,
onde a rotação devora o equilíbrio ingênuo
de um inocente que só quer ouvir o som da palavra amor?
Você descobriu a fórmula exata:
tumultuar meu silêncio,
esse silêncio que vive de regressos vazios,
abraçado a uma felicidade ausente.

Não desejo provocações nem conflitos para estar contigo, amante amada. Hoje paro na próxima saída, sem questionar nada, apenas interpretando meu papel. Nosso passado foi um motim sem vitória, por isso é melhor ficar aqui — amanhã será melhor que hoje.

A sombra da noite confronta a luz do amanhecer.
Envolvidos em conflitos, dia após dia,
descobrem, no silêncio dos instantes,
que seus laços são profundos:
um não pode existir sem o outro.
Dia e noite — iguais e invertidos,
tão próximos e tão distantes.

Prefiro a solidão, onde posso encarar meus próprios pecados, mergulhar nos conflitos que me habitam e decifrar os dilemas que se entrelaçam aos meus tormentos,
a me submeter à lógica de um mundo rígido, que se agarra à superfície da própria imagem,
fingindo perfeição enquanto foge da verdade crua e bela da condição humana,
renegando suas raízes, sua fragilidade, sua origem comum e imperfeita.
Pois há mais liberdade na dor assumida do que na mentira confortável,
e mais dignidade em ser inteiro na solitude do que fragmentado na conveniência social.