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Confiar em Si Mesmo

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Sabe, por mais que os seus sonhos pareçam distantes, difíceis ou até mesmo impossíveis... Eles podem ser realizados. Mas por que a maioria das pessoas desiste disso? Porque essa maioria olha o seu sonho diretamente lá no final, no ponto mais alto, e isso faz com que ele pareça impossível, sim. Um sonho funciona da mesma forma que uma escada. Se você olhar somente para o final, parecerá difícil chegar até lá, mas quando você olha, analisa e sobe degrau por degrau, essa se torna automaticamente uma tarefa mais fácil. Portanto, sonhe bem alto, mas vá com calma, um degrau por vez. Foque sempre no próximo degrau que você tem que subir e não diretamente no seu objetivo. Eu li que, quando um pássaro se senta em um galho de uma árvore pra repousar, ele não tem medo de cair, mas não é porque ele confie no galho, e sim porque confia nas suas asas. Portanto, confie mais em você, no seu potencial, e assim siga degrau por degrau , sem ansiedade de chegar rápido ao objetivo, e, quando menos esperar, já estará desfrutando do gosto da vitória e vivendo o seu sonho.

⁠Seja você mesmo do jeito que se sinta à vontade, seja uma pessoa autêntica.
Do seu jeitinho.
Quem gostar de você reconhecerá sua essência e estará ao seu lado.

A língua que calunia mata 3 pessoas ao mesmo tempo: a que profere a calúnia, a que escuta e a pessoa sobre a qual se fala.

De novo, meus olhos se encheram de lágrimas, e fiquei triste por perdê-lo mais uma vez e, ao mesmo tempo, feliz, porque sabia, com certeza que ele ainda é único para mim.

De: mim, Para: Eu mesmo!

Aqui se faz, aqui se paga.
Aqui se tens ou não tens nada.
Aqui se esconde aqui se ve.
Não tenhas medo de viver.
Aqui se fala, aqui se cala.
Aqui se ouve e não diz nada.
Aqui se julgas sem saber.
Não tenhas medo de viver.
Aqui se ama, aqui se odeia.
Aqui se plantas e semeia.
Deus fara algo por voce.
Não tenhas medo de viver.

Me deixe ter ciúmes, raiva ou até mesmo nojo. Mas não me deixe sentir ódio de você, porque quando eu odeio, eu odeio mesmo. O ódio não é igual ao amor, que às vezes temos que deixar de lado e esquecê-los.

O amor é complicado. Ele é a única coisa no mundo, que do mesmo jeito que te ergue e do mesmo jeito que te enaltece, pode te destruir e pode te causar dor.

Sabe o que importa mesmo? É ser feliz! Hoje acordei com uma vontade de viver, ser feliz, sorrir, dançar, amar, fazer loucuras.

Sim, são 5 da manhã, estou sem sono e há algum tempo pensando em você. Coisa de louco mesmo. A gente só se falou uma vez! Porém, preciso de algum modo parar de pensar, descarregar meus pensamentos e dormir. Então aqui ficam meus pensamentos: você é bonita demais!

Eu não quero que minha mulher seja nem mesmo objeto de suspeita.

Júlio César
Plutarco, Vidas Paralelas, cap. X

E pra cessar esse frio, só mesmo algo bem quentinho:
Abraço
Amor e muito
Carinho.
•⊰✿

É uma coisa extraordinária, me apaixonei no seu sorriso, sem mesmo ter conversado com você.

Eu queria tanto te ouvir falar
O que eu dizia tanto pra você se recordar
Sentimento que nem mesmo eu consigo suportar
Eu te quero tanto
Mas não posso esperar.
Você não sabe o quanto
Eu esperei você ligar.

Mas eu sempre espero mais
Mais um pouco de você
Na esperança de que um dia
Eu volte a viver
Eu volte a esquecer
Que eu saiba lidar
Que eu possa me entender.

Mas eu não posso mais
Eu não posso mais te ter
Só queria que fosse mais fácil
Quando o assunto é esquecer.

Tente me entender
Foi tudo o que eu ouvi
Caiu o mundo sobre mim
Ao ouvir você dizer

E eu tento entender
Eu tento me conter
Essa abstinência vai passar
Não pensarei mais em te ver.

Perseverar...
É não desistir, é insistir mesmo que tudo seja contrário.
Só persevera quem tem fé, só tem fé quem tem Deus e quem tem Deus não luta sozinho.
É atitude de forte, de corajoso e determinado, porque leva no coração a certeza de que por mais difícil que seja a situação, se perseverar Deus honrará e fará vencedor.

A UM SUICIDA

À memória de Tomás Cabreira Júnior

Tu crias em ti mesmo e eras corajoso,
Tu tinhas ideais e tinhas confiança,
Oh! quantas vezes desesp'rançoso,
Não invejei a tua esp'rança!

Dizia para mim: — Aquele há-de vencer
Aquele há-de colar a boca sequiosa
Nuns lábios cor-de-rosa
Que eu nunca beijarei, que me farão morrer

A nossa amante era a Glória
Que para ti — era a vitória,
E para mim — asas partidas.
Tinhas esp'ranças, ambições...
As minhas pobres ilusões,
Essas estavam já perdidas...

Imersa no azul dos campos siderais
Sorria para ti a grande encantadora,
A grande caprichosa, a grande amante loura
Em que tínhamos posto os nossos ideais.

Robusto caminheiro e forte lutador
Havias de chegar ao fim da longa estrada
De corpo avigorado e de alma avigorada
Pelo triunfo e pelo amor

Amor! Quem tem vinte anos
Há-de por força amar.
Na idade dos enganos
Quem se não há-de enganar?

Enquanto tu vencerias
Na luta heroica da vida
E, sereno, esperarias
Aquela segunda vida
Dos bem-fadados da Glória
Dos eternos vencedores
Que revivem na memória —
Sem triunfos, sem amores,
Eu teria adormecido
Espojado no caminho,
Preguiçoso, entorpecido,
Cheio de raiva, daninho...

Recordo com saudade as horas que passava
Quando ia a tua casa e tu, muito animado,
Me lias um trabalho há pouco terminado,
Na salazinha verde em que tão bem se estava.

Dizíamos ali sinceramente
As nossas ambições, os nossos ideais:
Um livro impresso, um drama em cena, o nome nos jornais...
Dizíamos tudo isso, amigo, seriamente...

Ao pé de ti, voltava-me a coragem:
Queria a Glória... Ia partir!
Ia lançar-me na voragem!
Ia vencer ou sucumbir!...

Ai! mas um dia, tu, o grande corajoso,
Também desfaleceste.
Não te espojaste, não. Tu eras mais brioso:
Tu, morreste.

Foste vencido? Não sei.
Morrer não é ser vencido,
Nem é tão pouco vencer.

Eu por mim, continuei
Espojado, adormecido,
A existir sem viver

Foi triste, muito triste, amigo, a tua sorte —
Mais triste do que a minha e malaventurada.
... Mas tu inda alcançaste alguma coisa: a morte,
E há tantos como eu que não alcançam nada...


Lisboa, 1° de outubro de 1911
(aos 21 anos)

⁠Mesmo a conversa com um amigo só produzirá bons frutos de conhecimento quando ambos pensarem apenas na questão e esquecerem que são amigos.

Friedrich Nietzsche
Humano, Demasiado Humano. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

Você de lá e eu de cá, olhando o mesmo céu, que distância cruel.

Nunca fui normal. E mesmo se quisesse, acho que nunca conseguiria ser.

"Queria que soubesse o quanto já me decepcionou, mesmo me proporcionando tanta alegria. Porque nos piores momentos quando eu mais precisei de você... Você não estava aqui e isso não volta, infelizmente."

"Ficamos um tempão querendo ser iguais aos outros. Quando resolvemos ser a gente mesmo, o negócio rolou. Unimos o útero ao agradável."