Confianca Distancia Amor

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Confiança perdida é como um espelho quebrado: por mais que você una os cacos, as imagens serão sempre reflexos distorcidos.

⁠A única coisa que move alguém para o seu destino é a confiança em si mesmo.

A expectativa fechou meus olhos.
A gratidão os abriu.
O medo fechou meus olhos.
A confiança os abriu.
A reclamação fechou meus olhos.
A apreciação os abriu.
A perfeição fechou meus olhos.
A autenticidade os abriu.
A culpa fechou meus olhos.
O amor-próprio os abriu.

Melody Godfred
Poemas de amor-próprio. Rio de Janeiro: Sextante, 2023.

Não existe distância maior do que a falta de interesse.

Um amigo é alguém que permite distância, mas nunca está longe.

MESMO NAS NOITES EM CLARO... OU TALVEZ NOS DIAS SOMBRIOS,
DIAS DE INTENSO CALOR... OU ENTÃO CHUVOSOS E FRIOS... A AMIZADE É O BRASÃO QUE HÁ DE PREVALECER, MESMO DURANTE A ESCURIDÃO, AINDA QUE CUSTE A AMANHECER.

VOCÊ É UM ELO DA CORRENTE, E EU SOU O ELO AO SEU LADO. UM ELO SAUDÁVEL E DOENTE, UM ELO FIRME E QUEBRADO. MAS MEU LUGAR ESTÁ GUARDADO, NÃO PODE SER DESTÍTUIDO. E SE UM DIA EU FOR LEMBRADO... É POR QUE UM DIA EU FUI ESQUECIDO.

E É ESSE O APELO QUE EU FAÇO PARA VOCÊ: NUNCA ESQUEÇA DESSE ELO, POR QUE EU JAMAIS VOU ESQUECER

Preste atenção... a distancia pode estar perto de você...

Saudade é uma ideia do tempo influenciada pela distância e pressionada pela solidão.
Às vezes, não, saudade pode ser só a alma vasculhando o coração.

⁠Nós éramos tão felizes, tão unidos.
O que aconteceu para você mudar comigo?

O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.

O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.

Virtudes Ociosas e Bolorentas

Mais que amor, dinheiro e fama, dai-me a verdade. Sentei-me a uma mesa onde a comida era fina, os vinhos abundantes e o serviço impecável, mas onde faltavam sinceridade e verdade, e com fome me fui embora do inóspito recinto. A hospitalidade era fria como os sorvetes. Pensei que nem havia necessidade de gelo para conservá-los. Gabaram-me a idade do vinho e a fama da safra, mas eu pensava num vinho muito mais velho, mais novo e mais puro, de uma safra mais gloriosa, que eles não tinham e nem sequer podiam comprar.
O estilo, a casa com o terreno em volta e o «entretenimento» não representam nada para mim. Visitei o rei, mas ele deixou-me à espera no vestíbulo, comportando-se como um homem incapaz de hospitalidade. Na minha vizinhança havia um homem que morava no oco de uma árvore e cujas maneiras eram régias. Teria feito bem melhor visitando-o a ele.
Até quando nos sentaremos nós nos nossos alpendres a praticar virtudes ociosas e bolorentas, que qualquer trabalho tornaria descabidas? É como se alguém começasse o dia com paciência, contratasse alguém para lhe sachar as batatas, e de tarde saísse para praticar a mansidão e a caridade cristãs com bondade premeditada!

Henry David Thoreau
Walden ou A vida nos bosques (1854).

Estou ficando bonito, saudável e corado. Uma gracinha. Agora só me falta mesmo um Grande Amor, assim mesmo com maiúsculas.

O amor não precisa de memória, não arredonda, não floreia:
faz forte estilo. E fim.

Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e muito siso, muita seriedade e pouco riso - para viver um grande amor.

Vou procurar um amor bom para mim - no qual me reconheço e me reencontro, me refaço e me amplio, me exploro, me descubro.

O amor simplesmente é... Não há definições. Amor. E não faça perguntas demais. Apenas ame.

Ele a olhou. Ela, louca de amor por ele, não o reconheceu. Ele havia deixado de ser ele: transformara-se no símbolo sem face nem corpo da paixão e da loucura dela. Não era mais ele: ela amava alguém que não existia mais, objetivamente. Existia apenas dentro dela.

Que setembro venha com bons ventos, que me traga sorte e amor, que não me deixe sofrer...

Escrever e ler são formas de fazer amor. O escritor não escreve com intenções didático-pedagógicas. Ele escreve para produzir prazer. Para fazer amor. Escrever e ler são formas de fazer amor. É por isso que os amores pobres em literatura ou são de vida curta ou são de vida longa e tediosa.

Quando me apaixonei por você eu te entreguei meu coração. Agora, sou refém do teu amor. Não vivo longe de você. Não te afaste de mim.