Condolências de Falecimento

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Sou arisca porque me deixei toda em feridas. Assumo minha culpa por não ter conseguido dar e receber amor. Não é fácil. Só quem não sabe as fórmulas do amor é que consegue amar.

Inserida por literaturanacional

⁠Cansada Gauchada
Bah, que canseira! O passado na frente, feito sombra comprida.
Nem deu pra ajeitar o cabelo, nem pra lavar bem a vista.
Ele não espera a gente acordar, já chega dando pitaco,
Com a voz grossa que nem carreta atolada no barranco.
Tem dia que ele vem que nem potro xucro, relinchando de raiva,
Me xingando que nem se eu tivesse roubado a última prenda.
Me bate que nem peão castigando o bagual teimoso,
Quase quebra a alma da gente, deixando um gosto amargo.
Cada dia uma prosa diferente, um jeito de chegar mais perto.
Hoje ele veio que nem chuva de outono, pesada que só.
Tão pesado que a cabeça ficou baixa, os olhos sem brilho certo,
Quase que nem consegui olhar pra cima, feito gado no brete.
Botou um peso nos ombros, na mente fez um nó apertado,
Me senti um nada, que nem folha seca varrida do terreiro.
Tem dia que ele me leva pra longe, num rancho abandonado,
Me bota num sofá velho, de frente pra um caixote preto.
Aí ele liga a tal "televisão" da memória antiga,
Bota umas fitas empoeiradas, de quando a vida era outra.
Cada dia um filme diferente, uma história que me castiga,
De um tempo que eu mesma vivi, mas que a alma não mais suporta.
Ele grita no meu ouvido, que nem vento minuano na janela,
Como se Deus tivesse virado a cara pra essa pobre chinela.
Hoje a lágrima escorreu cedo, que nem orvalho na grama,
Pedi pras forças do céu, pra aguentar essa cruz que me chama.
Sei que não errei tanto assim, pras palavras do passado doerem tanto,
Sei que muitas vezes não devia escutar, mas a gente se entrega.
Mas lá dentro também tem uns "e se" que a gente carrega no canto,
Umas verdades que eu escondo, pra não piorar essa peleia que me pega.
Amanhã, ele vai ter mais fitas pra mostrar, pode apostar,
De coisa que eu não fiz, de rumo que não consegui mudar,
De quando a cabeça era mais fraca, sem tento pra lidar.
Me agarro nas rezas, nas conversas longas com o Divino,
Pedindo perdão pras pisadas tortas, pras dores que me abatem.
Sentei com Deus hoje cedo, com o passado ali, ladino,
Um café quente na mão, o cabelo em desalinho, os olhos que ainda batem.
E chorei que nem criança perdida na neblina, sem ter pra onde correr.
Porque sei que agora, nessa hora amarga que me invade,
Não consigo achar um jeito de botar um ponto final nessa saudade.
Só Ele, lá de cima, pode me dar um milagre, um perdão verdadeiro,
Pra esse passado que judia tanto do meu presente altaneiro.
Só assim, quem sabe, consigo rabiscar um futuro mais inteiro

Inserida por adnaline

⁠Há algo que não se altera ao longo do tempo, nas coisas
que realmente nutrem minha alma.
Anseio pela conexão que vai além do físico e do emocional,
pelos momentos raros e desprotegidos em que os corações se conhecem além das palavras.
Saudades curtas.

Inserida por WilsonAlberto

Para de ficar pensando em coisas ruins.
Lembre-se: a cada dia um passo de cada vez, não tente fazer nada as pressas, seja vc, para que não tropece entre pedras.
Coloque Deus a frente do seu caminho e tudo dará certo⁠!

Inserida por Clarah_08

⁠Lembranças
É inverno outra vez, e nesta estação, eu penso um pouco mais em você.
Seja feliz para que possa ser feliz também.
Não se engane, não é amor, é lembrança.
Lembrança é pior que saudade, saudade é ausência de algo, já a lembrança é cheia de boas memórias.
São felizes, por isso doem, mas na maioria das vezes nos arrancam um sorriso amarelo.
Rezo para que vc se torne uma saudade, que eu não sinta vontade de olhar para o passado.
Ainda bem que não conseguimos ver as flores de cerejeira daquela vez, seria ruim ter que odiar minha flor preferida.
Já me basta não conseguir ouvir algumas músicas, ver alguns filmes , sentir aquele perfume ou ser chamada de vida, sem querer voltar no passado por um instante.
Isso não é amor , mas é lembrança de uma vida cheia de amor.

Inserida por adrianadpaulo

⁠A dor não virou passado,
ela é uma visita diária,
sempre chega sem avisar
e se deita no sofá da sala da alma.

Inserida por V_K

meu coração vai escrever versos que vão trazer luz aos sonhos
vou escrever no horizonte mais uma chance de te ver de novo

Inserida por rizdeferelas

⁠oceano de lágrimas
onde vai terminar?
uma lágrima para cada sonho
cada batida de coração querendo te encontrar

Riz de Ferelas

Inserida por rizdeferelas

⁠quando o sol se põe no horizonte
penso em você que está tão longe
navego esse oceano que nos separa
acho o caminho no mar entre lágrimas

Inserida por rizdeferelas

⁠um oceano preenchido com minhas lágrimas
não descreveria a extensão de minhas mágoas

Riz de Ferelas

Inserida por rizdeferelas

⁠fiquei anos à deriva
uma gota no oceano
vivendo de poesias
eu sobrevivi amando

Riz de Ferelas

Livro de poesia Novos Ventos

Inserida por rizdeferelas

⁠posso ver, hoje, sim,
que perdi a direção
naquele dia chuvoso
que soltei a sua mão

Inserida por rizdeferelas

Era uma vez um quase-amor...
Desses que não se nomeiam com facilidade, mas se sentem na pele, no peito e até nas pausas da respiração. Um sentimento que nasceu rápido demais, intenso demais — talvez demais para caber nos moldes do que se espera de um amor tranquilo.

Ele chegou como quem não queria nada, mas logo tomou tudo. Fez morada nas conversas, nos olhares trocados, nas entrelinhas não ditas. E ela, mesmo desconfiada, se entregou como quem reconhece uma alma antiga. Havia ali uma conexão que não precisava de explicação. Só existia.

Mas era um laço torto. Um passo à frente, dois atrás. Um carinho de manhã, um silêncio à noite. A ausência dele não era total, mas era constante o suficiente pra doer. Ele aparecia, mas não permanecia. Dizia muito, mas demonstrava pouco. E ela, ainda assim, insistia. Não por falta de amor-próprio, mas porque acreditava — talvez mais do que devia.

Ver o afeto dele derramado em outros cantos era como se olhar no espelho e não se reconhecer. Era se dar conta de que o espaço que ocupava era pequeno demais para o tamanho do que sentia. Ela saiu das redes dele, mas nunca conseguiu sair, de verdade, da memória. Porque amor que marca, marca até no silêncio.

E ele? Ele sentia. Sentia a falta, o peso da ausência dela, o vazio onde antes havia vida. Só não sabia — ou não conseguia — dizer. Talvez porque nunca aprendeu que o amor precisa ser assumido, não disfarçado. Que sentimento escondido vira ferida em quem espera.

No fim, ficaram os dois: ela com o peito cheio de palavras engolidas, ele com a alma carregada de tudo que não soube viver. Não houve briga, nem ponto final. Só um "quase" que doeu mais do que qualquer fim.

Porque há amores que não terminam, apenas se perdem.
E há pessoas que, mesmo indo embora, continuam morando em nós.
Feito eco.
Feito lição.
Feito eternidade disfarçada de acaso.

Inserida por italo0140

⁠Não podemos parar as horas e viver para sempre um momento, mas podemos guardá-lo na memória, longe da efemeridade do tempo e revisitá-lo nas lembranças que inevitavelmente chegarão junto com a saudade.

Inserida por ednafrigato

⁠Coração partido, mas o som tá batendo,
Procuro qualidades, sempre fluindo,
Os defeitos tão no espelho, que vão refletindo,
Mas espero alguém pra somar, o tempo vai ouvindo
minha saudade


Amor é meta, mas sem ostentação,
No morro ou na pista, sempre de mão em mão,
Saudade no peito, vira inspiração,
Dividir o café, nossa sintonia então.


O amor é simples, é dividir o café,
É ver manhã chegar com sabor e fé,
Reconhecer a saudade em todas as manhãs,
que guarda em pé!
É o funk no peito, junto ao que é.


Trap e batida, sentimento que invade,
Rimando sobre noites e nossas verdades,
Se for pra somar, aceito a metade,
Amor que é vivido, não pela metade.

Na favela ou no asfalto, paixão é pulsação,
Entre muros de concreto ou no vasto chão,
A química vibra, nossa conexão,
Procuro no comum, escrevendo canção.

O amor é simples, é dividir o café,
É ver manhã chegar com sabor e fé,
Reconhecer a saudade em todas as manhãs,
que guarda em pé!
É o funk no peito, junto ao que é.

Inserida por jot4pe

⁠Fragmentos para um amor morto

Teu nome
ainda arranha
meu sono.

No prato vazio,
mastigo tua ausência
como pão duro.

Minha boca chama —
mas só responde
o silêncio.

Um lençol,
um cheiro,
uma falta.

Teu corpo foi,
mas tua sombra
não desaprende.

Grito teu nome
e ele volta
sem carne.

A noite me veste
com tua ausência:
lã fria,
sangue lento.

⁠Nota em papel sujo

Te perdi.
Ou você me perdeu primeiro.

Não importa.

Resta a cama vazia,
o cheiro podre da tua ausência
grudado na parede.

Não volto.
Você não volta.
Mas ainda ouço teu nome no escuro.

⁠"Por favor dois drinks, uma dose de amnésia e uma dose de desapego, vou pagar com um punhado de saudade e um cofre de desilusão."

Inserida por sadicacarvalho

⁠⁠Há lugares que nos lembram histórias que ainda não vivemos.

Inserida por danimoscatelli

Guarde as sensações…

Guarde as sensações…
É o que fica de tudo que vivemos.
Sensação de alegria, tristeza.

Mas a sensação de bem estar de um momento especial é tão boa, traz aquela lembrança com todo sentimento que foi sentido na hora.

Quando vejo uma foto sinto a sensação do momento em que ela foi tirada.

Hoje vi uma foto da minha mãe com o penteado que eu fiz nela.
A sensação é a de que eu tinha acabado de mexer no cabelo dela… tão ralo e tão lindo. Minha mãezinha tão linda… não consigo acreditar que ela já se foi.

Inserida por ellen_tosti_rosante