Condolências de Falecimento
Às vezes, a gente sente saudades de um romantismo, de um gesto de carinho, de um toque mais afetuoso, de mais emoções.
Hoje em dia, parece que as pessoas estão mais frias.
A solidão e a saudade, são intangíveis para aqueles que ainda não conheceram o verdadeiro amor!
020124
APRENDA SE CURAR SOZINHO.
Ainda não encontraram uma solução para a saudade porque nenhum médico emitiu um atestado de óbito dizendo que a causa da morte foi a ausência, e aos poucos essa ausência se transformou em saudades.
Nunca encontraram a cura para o amor, nunca ouvi falar de alguém enlouquecendo por amar, nunca vi uma pessoa sendo internada em um hospício por amor.
São coisas que não podemos ver, apenas sentir, às vezes elas nos consomem por dentro, e no fundo, ninguém quer saber das suas dores, ninguém quer saber dos seus amores.
Esteja preparado para curar suas próprias feridas.
Na vida tudo passa só não passa essa saudade e esse amor imenso que eu sinto por você.
E é essa saudade e esse amor que me faz lembrar de você a cada segundo que respiro.
Acho que só vou conseguir te esquecer quando um pintor transferir para uma tela o barulho de uma pétala caindo, molhada de orvalho que corre sob minhas faces como lágrimas suplicando sua presença que me faz tanta falta.
Ah, que saudade de amar uma pessoa, de dizer eu te amo milhares de vezes, alguém que some sempre e que esteja do seu lado a todo tempo.
Lembra com saudades gostosas, e no coração vai sentindo como se um pião estivesse a rodar, girando, girando e girando em torno da sua vida. Saudade daquela manhã, quando o amor nasceu na gente. Daquela porção de filhos brincando em volta da gente. De ver, depois, os noetos, crecendo aos olhos da gente. Como andou depressa a vida, deixando pra trás a gente...
Lembrei, com saudade, dos Jarlich, três irmãos gêmeos, negociantes estabelecidos, com negócios de jóias, na Rua da Conceição, quase em frente a prefeitura. Se eu não me engano, Crisólita era o nome da loja. Quando eu ia lá com meu avô, era, na época, uma das melhores do ramo da cidade. De origem judaica, esses negociantes, extremamente simpáticos, gozavam de um vasto círculo de amizades grangeadas nos longos anos de comércio que exerceram com muita capacidade. Delicados ao extremo, lembro que, sorridentes, bastava conhecê-los para que uma amizade tivesse início. Sua freguesia era certa no ramo de jóias. Entendidos no assunto, honestíssimos, não eram como donos da H Stern ou Sara Jóias com a família Cabral. Vendiam a prazo, contou uma vez meu avô, muito antes dos serviços de proteção ao crédito (SPC) o que demonstra o alto grau de confiança que depositavam nos fregueses, mais selecionados pelas amizades do que, propriamente, pelas informações que pudessem obter em qualquer ficha cadastral hoje tão prática. A Crisólita, ou melhor, a calçada fronteira à loja, era o ponto obrigatório de todos os amigos e colegas do comércio dos irmãos Jarlich que, ali, às primeiras horas da manhã, iam provocar os parceiros infalíveis, para uma partida de "porrinha" valendo café. Nesses encontros não falava-se em política internacional. Isso porque, os parceiros, sem que houvesse acordo nesse sentido, sabiam que não seria conveniente qualquer comentário ou opinião sobre a luta travada entre árabes e judeus. Ainda mais sabendo que Hajjat e outros patrícios árabes evitavam comentar sobre a luta na qual os judeus levavam nítida vantagem na ocasião. Essa, aliás, é uma das características da comunidade niteroiense no que tange ao relacionamento de estrangeiros lá residentes. Como é natural, todos têm suas religiões, clubes e festejam suas datas festivas tradicionais, mas, uma coisa é certa, jamais deixam de cooperar juntos pelo progresso de Niterói. E, o que é mais importante, o conceito social de todos eles é dos mais respeitáveis e sempre nivelados pelo trabalho honesto e pelas atividades executadas nos clubes de serviços e em obras sociais diversas. Amam suas pátrias de origem, como não podia ser de outro modo, mas, sem dúvida, há em todos eles e em seus descendentes um demonstrável amor por Niterói, onde vivem, crescem e terminam seus dias. Mas, voltando à reunião habitual pela disputa do café, os anos foram passando e consolidando cada vez mais, a amizade entre os componentes da roda, até que, um dia, um dos irmãos gêmeos, o Isaac, morreu. Foi como se num tripé faltasse um dos apoios. Os sobreviventes sentiram demais a perda. Não eram mais os mesmos. Vislumbrava-se, agora, nos seus semblantes, a marca triste das perdas irreparáveis. Não passou muito tempo, Moysés, o segundo irmão, partiu também para o eterno descanso. A ruptura deste vínculo fez desaparecer no sobrevivente o sorriso que, antes, era o traço marcante da sua fisionomia. Taciturno, já não sentia prazer em conversar com os amigos e a impressão que nos dava era o desânimo. Até que um dia, Germano também foi se unir aos irmãos, deixando um vazio imenso na roda que, com o tempo, foi-se desfazendo pelo mesmo motivo, a morte. E lembro o meu avô dizer: "Meu neto, quando você for mais velho, vai começar a ver as pessoas indo embora." E não deu outra. Já um pouco mais velho, fui vendo, ao lado do meu avô, o Serrão, da casa de ferragens, Souza e Carvalho, os banqueiros, Hajjat, da camisaria Sul América; e outros mais, indo embora, até que chegou a hora mais difícil: ver também o meu avô, meu ídolo, partir. Devem estar hoje em qualquer plano do espaço, fechando as mãos com os três fósforos, disputando qualquer coisa sem valor com os irmãos Jarlich, os saudosos companheiros da disputa do cafezinho matinal. Nós, que ficamos apenas com saudades deles, não podemos deixar de reconhecer que, no fundo, a morte não é tão ruim. A chatice dela está no vazio que provoca, quando arrebata, sem apelação, pessoas que amamos. Os Jarlich deixaram saudades. Homens assim fazem falta à comunidade. Eles, sem dúvida, contribuíram para o progresso de Niterói. Sua loja primava pelo bom gosto. No gênero, em certa época, foi das melhores em instalação, e, inegavelmente, é uma forma eficaz de ajudar uma cidade, dando-lhe vida, através de um estabelecimento comercial bem montado e sortido. Niterói que possui, hoje, nesse gênero de comércio, vistosas e excelentes lojas, que tanto contribuem para o seu progresso como a Gran jóias, dirigida pelo Antônio, a Garbier, da propriedade do Alberto, a Jóia Niterói Ltda, sob a direção do Salomão, não pode esquecer dos irmãos Jarlich que alinhavam a competência comercial ao bom gosto uma excepcional capacidade de fazer amigos. Mas uma amizade que, sem dúvida, passava longe da amizade desses novos empresários de jóias com a família Cabral. Saudades dos irmãos Jarlich.
Ficou imobilizado naquele instante. Sentiu o sangue correr quente. A saudade foi tanta, que tentou fragmentar visões sobre o seu futuro.
O ontem será apenas saudades, o hoje será eternamente esquecido, o amanhã sera passado e aqui já não mais estarei, então serei no futuro um mero passado esquecido por você e por todos,
Sei que sabe que choro com tigo as dores das suas saudades. Choro por amor. Porquê quem ama sente as mesma dores. Serei seu abrigo. Sei que sabe que me machuca sem piedade. Mais sabe a falta dessa pele morena que leva toda minha felicidade. Por isso choro as dores de tua saudades. Porquê só eu sei a dor da saudade que sinto por ti. Choro as suas dores. Porquê sei que são as mesma dores que sinto por amar-te
Pra não sofrer mais, aprendi a amar descaradamente, agora é paixão sem dor e nem saudades, desta vez é uma paixão carnal verdadeiramente sacana, chega de amores platônicos ou imaginários até mesmo mentirosos, agora quero olhos nos olhos, quero pele quero suor e cheiro de desejo no meu lençol, chega de recado ou talvez sim talvez não, quero tudo que qualquer paixão de verdade tem direito, não ponho mais a prova meu coração, e não sofro mais decepção, minha paixão sacana e salada, estou imune a dor de qualquer sofrer referente ao amor, me fiz safado pra não maid sofrer por amor, escrito por Armando Nascimento
Sinto falta das amizades que não fiz. Das falsas amizades que desfiz, sinto saudades da ilusão de uma amizade.( Walter Sasso)
Será que posso definir nostalgia por incompletude causada pela palavra saudade de épocas, lugares e pessoas afastadas pelo tempo?
Será que são mágoas, intuições, pressentimentos e percepções de conhecimentos de tantas experiência em lutas para conseguir uma vida feliz?
Ou será apenas lembranças inesquecíveis que se vislumbraram meus encantados momentos da Vida. Somente isso!
Essa bromidrose d'alma, e esse Mistério de santidade buscando a saudade de Deus...
Um beijo celeste em forma de uma oração
saboreadora de um instante, a verdadeira
felicidade !
Consequentemente, provoca em nós, de maneira de um inefável e deslumbrante Mistério, numa eterna epíclese de um inaudito e eterno Amor !
E quando eu achei que tinha esquecido, a saudade bateu a porta do meu coração e disse que o amor de fato, ainda não havia morrido.
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