Conclusão
Qual o sentido da solidão? O que é solidão?
Ao questionar isso, cheguei à conclusão de que a solidão é uma ilusão. Pois bem, como posso me sentir só, se tudo à minha volta me mostra que nunca estou só?
Respiro o ar e me pergunto: o que é solidão?
Ando por aí e me pergunto: o que é solidão?
Vejo pessoas e me pergunto: o que é solidão?
Como posso me sentir só, se em qualquer lugar onde estou, estou sempre comigo mesmo? Como me sentir só, se habito um planeta com bilhões de vidas? Há mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes, crustáceos, moluscos, anelídeos, artrópodes, insetos, aracnídeos, protozoários, parasitas, micróbios, vírus… Há elementos, metais, minérios, cristais, rochas, terras, areias, águas, vapores, nuvens, chuvas, ventos, atmosferas, astros, luz, energia… Há mundos, galáxias, sistemas solares, planetas, continentes, países, cidades, ruas, casas, lares, mentes, pensamentos, memórias, sonhos, ideias, imaginações… Há vida por todos os lados, em todo canto, em todo lugar.
Como posso me sentir só, se dentro de mim há pele, músculos, veias, artérias, sangue, plasma, órgãos, tecidos, nervos, neurônios, células, organelas, moléculas, átomos, partículas, energia, vibração… vida?
Como me sentir só, se tudo ao meu redor me lembra que não estou só? Minha sombra, meu reflexo, meu eco, minha voz, meu cheiro, minha respiração, meu batimento cardíaco, o som dos meus passos, o calor do sol, o brilho da lua, o movimento das nuvens, a dança das árvores ao vento, o cantar dos pássaros, o sussurrar das ondas, o pulsar da terra… tudo me mostra que a solidão não passa de uma ilusão.
Percebi que a solidão, na verdade, nunca existiu. Porque, no fundo, eu nunca estive só. Apenas me senti só por ter me iludido e, de certa forma, “abandonado” a minha própria companhia.
A conclusão de um poema espreita
o bobo poeta entretido com o ser criança das palavras convidadas pra
brincadeira de serem emoção em vez
da coisa catada do alfabeto, elas entram na brincadeira fluindo nos versos dizendo olha tio, pro poeta,
a catada não cata ela veste essa, e de
fantasia em fantasianesse universo
de repente o Booo! no começo longe da tia chata da norma padrão...
a explosão da palavra criança
o que é um fantasma?
e um dinossauro?
Leonardo Mesquita
Estou tão cansado, cheguei a conclusão que já conclui tudo por aqui! Nada mais tem sentido, um vazio imenso toma conta de mim, tentei preencher de todas as formas mas isso continua...só quero que isso pare...quero me sentir em paz...
"Deus não se apresenta ao homem como uma conclusão ao final de um silogismo, mas como a premissa viva que sustenta toda a realidade; Ele não é provado, é o fundamento de toda prova."
"Existe uma diferença brutal entre 'opinião pessoal' e 'conclusão analítica'. Se os dados textuais e históricos mostram que duas ideias se excluem, a contradição é um fato da realidade, não o sentimento de quem fala."
"Não confunda opinião com conclusão. Uma 'opinião pessoal' nasce de preferências, crenças ou vivências individuais — ela não precisa de prova para existir. Já uma 'conclusão analítica' é o resultado de um processo: você reúne as evidências, cruza os dados e chega a um resultado lógico."
"Uma coisa é opinião, outra é conclusão. A opinião pessoal nasce de crenças e vivências, sem precisar de prova. A conclusão analítica é processo: cruzar dados textuais e históricos para chegar a um resultado lógico.
É aí que entra o peso da contradição: se a análise mostra que duas ideias se excluem, a contradição vira um dado observável. Apontar isso não é ataque pessoal ou 'sentimento' de quem fala; é apenas a constatação de uma realidade lógica."
“Quando todos tiram uma conclusão antes de pensar, basta perceber a conclusão e deixar que ela trabalhe por você.”
Se deus não pode interferir no livre-arbítrio, mas o diabo pode, então a conclusão é inevitável: o único ser verdadeiramente onipotente é o diabo, pois é o único capaz de interferir na vontade humana!
Se para acessar o mundo espiritual, você precisa de drogas. Conclusão: os deuses são drogados ou alucinações. Qual a opção mais provável?
A inteligência rigorosa não confia apenas na primeira conclusão; revisa o caminho percorrido para descobrir aquilo que a própria confiança pode ter ocultado.
Pensar não termina quando produzimos uma conclusão. O METADISCERN começa justamente quando examinamos por que essa conclusão recebeu autoridade suficiente para permanecer em nós.
Carlos Eduardo Balcarse
Quando a conclusão escolhe previamente as evidências que aceita, investigar vira apenas confirmar com aparência de pesquisa.
Carlos Eduardo Balcarse
