Comportamento Elegante
Na vida é preciso engolir sapos para não soltar os cachorros, não rodar a baiana e não meter os pés pelas mãos.
A traição e o adultério, se dividem em traição concreta e traição abstrata, que, respectivamente, se resumem em realizar o ato, e fazer coisas que induzam a realizar o ato de fato.
Se uma pessoa tem postura enquanto está solteira, provavelmente também tem enquanto está namorando. Mas se não tiver postura quando estiver solteira, provavelmente também não vai ter quando for namorar.
Quando penso em começar a escrever sobre a traição/adultério, lembro da seriedade que esse assunto merece, e em como talvez eu devesse rebuscar o texto. Mas, acontece que trair alguém é algo tão informal, que perde o sentido eu tentar escrever e denunciar isso com tanta formalidade. Parece fazer mais sentido chamar esse comportamento de “filhadaputagem”, ou falta de vergonha na cara, do que só chamar, por exemplo, de insensatez.
Quando muita gente não rechaça uma determinada atitude ruim: ou são culpadas de fazer o mesmo, ou de alguma forma se beneficiam de tal comportamento vindo dos outros.
Se a minha intenção no céu é ruim, não vale de nada, mas se a minha intenção no inferno é boa, talvez valha de alguma coisa.
A pessoa que é muito solta, precisa se prender um pouco, e a pessoa que é muito presa, precisa se soltar.
Quando você termina um relacionamento, ou quando acham que você terminou, as mulheres ficam te olhando pra ver qual vai ser seu comportamento.
Não é falta de sorte, é o jeito que você tá agindo; reclamando de Deus, enquanto pro Diabo tá sorrindo.
A INFLUÊNCIA DA SOCIEDADE SOBRE O INDIVÍDUO
Embora a sociedade tenha uma grande influência sobre o pensamento e o comportamento do ser humano, a consciência sobre os fatos do “certo ou do errado” ainda nos mostra o quanto estamos cientes de toda a situação. O indivíduo que se deixa levar por influências, está dando margens para que toda sua vida seja controlada e dirigida por outras pessoas e não por ele.
Thiago de Mello, Doutor em Ciências Sociais diz que: a visão dicotômica entre indivíduo e sociedade surgiu em um crescente processo de industrialização no início do século XVIII em diante e levou a surgimento de sérios problemas sociais. Essas transformações aconteceram pela transição de um ambiente rural, para um ambiente urbano e industrializado.
Estamos vivendo um período em que a maioria dos indivíduos estão sendo arrastados por uma onda gigantesca e não conseguimos ainda digerir toda essa situação. A mente humana está enfraquecida e não estamos conseguindo elevar a nossa consciência. A era das máquinas está no auge e no controle da nossa vida. Não conseguimos mais sobreviver sem que não nos apoiemos em alguém ou em alguma coisa. Viramos indivíduos deficientes. Usamos uma bengala invisível e nem nos demos conta ainda da situação.
O universo tenta nos ensinar a lição de casa todos os dias, porém, estamos alheios aos acontecimentos. Com isto, seremos uma civilização extinta do planeta sem ao menos deixarmos nenhum vestígio. Apenas a destruição do próprio ser humano e do planeta.
Pessoas compram o que elas querem não o que elas precisam, empresas compram o que elas precisam não o que elas querem.
A autoconfiança permite que o empreendedor tome uma ação decisiva, e ação decisiva é o que gera confiança.
