Comportamento
Uma vez pedi para Deus uma pessoa capaz de mudar meus hábitos,
meu comportamento, meus sentimentos imutáveis, pois sozinha eu não conseguia.
Deus colocou você na minha vida e você me mudou (Pra Melhor) !!!
Quando encontramos o amor tudo se torna diferente, muda nosso animop, sorriso, comportamento e o que mais queremos é estar ao lado da pessoa amada.
As pessoas falam tanto contra padrões de beleza e comportamento,e que odeiam padrões,mas acabam criando mais padrões para que um dia alguém diga o mesmo deles...
Um indivíduo codependente é aquele que deixou o comportamento de outra pessoa afetá-lo e que ficou obcecado em controlar o comportamento dessa pessoa.
Tentar mudar alguém porque seu comportamento não nos agrada, está longe de ser uma boa ideia. É na autenticidade que o verdadeiro caráter se revela.
Padrões
Sobre beleza ou comportamento, sempre há o que ler ou ouvir. As pessoas emitem suas opiniões e achismos. Todos, consciente ou inconscientemente, fazemos isso. Não há como se abster. (Prova disso sou eu, também dando aqui minha opinião).
A verdade é que todos querem estabelecer regras e ideais. As vezes os próprios criadores, não vivem metade do que discursam, mas a ânsia de opinar é maior do que o esforço para ser alguém melhor.
Se fôssemos exemplo perfeito de algo, não necessitaríamos de remissão. E ao que me consta, o único perfeito que já existiu é o próprio CRISTO. Homem algum, pôde alcançar esse nível. E se pudermos em algum momento galgar algo que sugira bondade ou justiça, também vem dEle, não é nosso mérito. Não quero com isso, dizer que não precidamos ser imitadores dEle. Mas me refiro ao fato de que o padrão à seguir é do próprio, não nosso. Porque ao usarmos a justiça própria, nos colocamos como juízes. Somos totalmente repreensiveis, em nossa condição humana. Por isso, a importância de sermos justificados pelo único que é justo. (Mas isso é assunto para outra instância).
A questão é, quão medíocres são alguns pensamentos que acabamos verbalizando. Como é fácil se colocar como juiz dentro da imundície alheia. Como é fácil ser portador de críticas destrutivas. Como é fácil ser mensageiro da desgraça vizinha. Como é fácil se abster da empatia e não sentir a dor do outro. Como é fácil colocar os nossos gostos e escolhas em oposição a outros. Como é fácil definir o que é aceitável e o que não é, quando o "barulho" não vem da nossa casa. Como é fácil achar soluções, quando os problemas não são nossos. Como é fácil resolver a vida de todos, enquanto temos o nosso telhado de vidro.
Não me encaixo em padrões preestabelecidos de comportamento e beleza. Se fosse para eu me espremer dentro deles, Deus não tinha me feito única.
As pessoas que parecem monstros são apenas seres humanos cuja linguagem e comportamento às vezes nos impedem de perceber a sua natureza humana.
Engraçado como a gente ri chamando de solteiro com comportamento de casado, mas no fundo isso diz muito.
Tem gente vivendo como se tivesse um compromisso invisível. Fiel a alguém que ainda nem chegou. Acorda, trabalha, cuida da casa, da rotina, se recolhe… e diz que é preguiça de socializar. Mas às vezes não é preguiça, é falta de propósito nas conexões rasas.
A gente se fecha sem perceber. Não olha para os lados porque não está à procura. Espera, mas não busca. Vive como se já tivesse alguém do lado, respeitando um lugar que ainda está vazio.
Existe uma linha delicada entre maturidade e isolamento. Entre paz e fuga. Entre estar inteiro sozinho e se esconder do mundo.
Ser seletivo é bonito. Ser fiel aos próprios valores é raro. Mas o amor não entra onde a porta permanece trancada.
Talvez não seja celibato involuntário. Talvez seja medo disfarçado de conforto. Ou talvez seja só alguém que aprendeu que não quer qualquer companhia.
No fim, a pergunta não é se você é um solteiro casado.
É se você está esperando… ou evitando.
E o mais curioso é que me parece que estamos no mesmo barco.
Existe um grupo silencioso crescendo por aí. Pessoas que dizem estar bem sozinhas. Resolvidas. Seletivas. Mas que, no fundo, talvez estejam apenas cansadas de tentar.
Não sei se é uma nova era, uma geração emocionalmente exausta ou apenas o reflexo de relações que nos ensinaram a endurecer. Somos funcionais, independentes, organizados… mas cada vez mais indisponíveis por dentro.
Nos protegemos tanto de sermos quebrados de novo que, sem perceber, começamos a nos blindar. E nessa tentativa de não sentir dor, vamos deixando a vida passar — e às vezes o amor também.
Não é sobre desespero por companhia.
É sobre perceber quando o cuidado vira muro.
Quando a paz vira isolamento.
Quando a espera vira desculpa.
Talvez não estejamos casados com a solidão.
Talvez só estejamos com medo de permitir que alguém nos desorganize outra vez.
E isso não é fraqueza.
Mas também não pode virar morada.
... coisas presas há anos voam livres, prontas para explodir em dor e nos levar a um comportamento perigoso...
Usamos as ações dos outros para decidir sobre o comportamento adequado para nós mesmos, especialmente quando vemos os outros como nossos semelhantes.
Lugar sem comportamento é o coração.
Ando em vias de ser compartilhado.
Ajeito as nuvens no olho.
A luz das horas me desproporciona.
Sou qualquer coisa judiada de ventos.
Meu fanal é um poente com andorinhas.
Desenvolvo meu ser até encostar na pedra.
Repousa uma garoa sobre a noite.
Aceito no meu fado o escurecer.
No fim da treva uma coruja entrava.
A nostalgia pode gerar um comportamento anormal em indivíduos que foram afastados da sua terra natal ou separados da sua família. É um sentimento semelhante à saudade mas tende sempre a aumentar.
É fácil criticar o comportamento ou os hábitos de quem está em situação de conforto pior do que a nossa!
COMPORTAMENTO HUMANO.
Quando paramos para analisar o comportamento humano e a dúvida nos corrói sobre as reais intenções dos que nos cercam, cada vez nos dá a certeza de que é melhor amarmos a nós mesmos do que ficar se alimentando de dúvidas e de falsas esperanças.
