Comportamento
Peça um alguém bom, que seja sincero, que seja amável, que seja respeitoso, que seja capaz de parar um jantar de vocês para mandar servir uma pessoa que esteja passando fome ou um animalzinho de rua, que tenha causas boas para lutar para fazer um mundo melhor, que cuide de você e que te deixe sempre tranquila.
Quando se ama não se vê nem mesmo a doação, apenas se ama. O amor não machuca. No amor não há perdedores e nem vencedores. Apenas vive-se para o amor.
A palavra "desculpa" não exclui a culpa. Buscar "desculpa" para tudo é muito ruim. Viver numa sociedade onde não se reconhece os próprios erros é muito pior.
Ofensas intermitentes matam países dentro dos corações das pessoas. Não podemos permitir. Laços de afetos com a Nação não podem ser quebrados por causa de insatisfação política.
Se não conseguem ficar em paz uns com os outros se deem trégua para convergir por tudo aquilo que é essencial. De trégua em trégua a paz acaba sendo conquistada.
O correto não é responder nenhum tipo de ofensa, mas existem tipos de ofensas que são muito mais incorretas de responder quando a vida do emissor não oferece nenhum tipo de testemunho positivo.
A ironia é um veneno para qualquer diálogo. Você pode não gostar de certa atitude, procure contornar a situação de maneira respeitosa.
Diz que ama o Brasil, o Estado e a Cidade onde mora e é o primeiro a destruir até com a imagem de quem procura enaltecer. Definitamente não entendo a lógica de gente assim.
Abastecer o intelecto com conteúdo de qualidade e tornar a delicadeza um hábito são imperativos para não se deixar envolver pelo ambiente de grosseria.
Estamos vivendo um tipo de agressão coletiva que é a normalização do insólito e do bizarro em âmbito cultural, mesmo que individualmente precisamos nos socorrer culturalmente e religiosamente. Até quem repudia tal normalização pode acabar se habituando com esse mal.
Não consigo conviver com essa guerra dos sexos com asteróides da mídia. Prefiro salvar a minha lucidez, o sonho e o romantismo.
A política mundial precisa se alimentar da guerra dos sexos. As sociedades em desarmonia mantém ativistas, políticos e afins.
Cá com os meus botões diante dos últimos acontecimentos: até quando ficaremos enterrando a cultura nacional, dependentes de assitir shows estrangeiros mesmo a distância porque (a maioria não pode pagar entradas e deslocamento) e cultivando o quê há de pior na cultura?
O jargão "empoderamento feminino" flerta com exacerbação, grosseria e vulgaridade. Mulher poderosa para mim é aquela que tem o quê quer sem precisar se estressar, sem levantar a voz e se porta com elegância e discrição.
