Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar

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Nada transforma a vida de uma mulher como a maternidade.
É o momento de crescer para ver o crescimento.

Eu era como uma concha, como uma casa vazia, por meses sem ninguém - uma casa condenada - eu era completamente inabitável. Nenhum investimento poderia me deixar funcional outra vez.

Às vezes as coisas acontecem exatamente como têm de ser.

Nicholas Sparks
SPARKS, N. Um Homem de Sorte. São Paulo: Novo Conceito Editora, 2011.

Como pode a mulher ter sido criada a partir da costela do homem, se é ele que nasce das entranhas dela.

A vida é como um jardim. Momentos perfeitos podem ser alcançados, mas não preservados, exceto na memória.

Um homem não deixa de ser homem porque se assumiu gay, assim como uma mulher não deixa de ser mulher porque assumiu ser lésbica. Temos que aprender a diferenciar o que é sexualidade e o que é gênero.

Todos olham pra mim como se eu fosse um monstro.

As palavras são como as folhas; e quanto mais abundam, mais raramente se encontram entre elas muitos frutos do bom senso.

Alexander Pope
Ensaio sobre a Crítica

A vida é como um espelho. Quando sorrimos para ela, ela sorri para nós.

Ah vida real, como é que eu troco de canal?

Quando escrevo sobre algo tão sublime como o amor, ou estou profundamente triste, ou estou profundamente apaixonado.

Como num filme, no final tudo vai dar certo
Quem foi que disse que pra ta junto precisa ta perto?

o amor é como o futebol...
quanto mais vc apanha...
mais vc quer jogar

A vida é como um quebra-cabeças, sabe?
Muitas vezes encontramos uma peça muito semelhante com a que procuramos. Então você a encontra e tenta encaixá-la no espaço vazio. Até que ela se encaixa. Fica apertada, diferente talvez, mas se encaixa. Só que dura pouco tempo. Pois aquela não é verdadeira peça. Nunca irá se encaixar com perfeição. E você pode acabar estragando-a, sem querer. Então você se dá conta disso apenas no fim da montagem. Retira a peça errada com tristeza. Sim, tristeza. Pois a peça, mesmo errada, parecia por um instante ótima ali, ao invés do espaço vazio. Mesmo assim, retira ela. Começa a procurar pela peça verdadeira. Sacode a caixa pra ver se ela está ali, perdida. Procura no chão. Procura em todos os lugares possíveis. Procura no meio das outras peças. Procura. Procura. E não acha. Então você decide não montar mais. Deixa o quebra-cabeças de lado. O tempo passa e você decide voltar a montá-lo. Distribuí as peças conforme as cores e vê o vazio daquela peça ainda ali. Não sacode a caixa. Não procura no chão. Não procura no meio das outras peças. Não faz absolutamente nada. Apenas olha e a vê bem ali, na sua frente. Ela se encaixa perfeitamente no espaço. A verdadeira peça. Naturalmente. Sem força. Sem empurrões. E você pergunta a peça porque ela tinha desaparecido. A peça responde que não havia desaparecido. Sempre esteve ali, na sua frente. Esperando ser notada. Esperando ser vista. Não era uma questão de procura. Era uma questão de paciência. O mesmo acontece com o amor. Você procura, procura e procura. Encontra peças erradas que fingem se encaixar. No entanto, a sua peça verdadeira está lá. Em algum lugar. Esperando que você pare de procurar e olhe com calma. Olhe pra frente. Talvez o seu amor esteja bem perto de você. Pode ser que você o já conheça ou não. Pare de ir atrás das borboletas por um momento. E pare de enfeitar o jardim. Apenas fique ali, observando. Deixe o tempo passar. Às vezes quem corre demais não é visto.

O problema do Brasil é ter como prioridade o futebol.

Para um homem sedento, uma gota d’água é como um lago.

Como cristãos, não devemos ficar apavorados, jamais.

É intrigante, como é que essas pessoas, que são tratadas como gado em está sociedade, não tentam destruí-la?

"Pelo menos nós somos melhores do que aqueles pacientes que assistem como isso acontece. Que as pessoas patéticas que querem vê-lo, mas são muito fracas para fazer por si próprios. Aposto que há alguém vendo agora, certo?"

A literatura, como toda a arte, é uma confissão de que a vida não basta.

Fernando Pessoa
Erostratus. in: Páginas de Estética e de Teoria Literárias. Lisboa: Ática, 1966.