Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar

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Ser vida loka é levar a vida como ela pede pra ser levada.

Não é a dor que nos muda, como há milhares de anos pensamos, mas a utilização inteligente dessa dor que fazemos ao longo da vida.

O amor é como flor, deve ser regado e cuidado todos os dias, quem muito se ausenta de seu jardim, quando volta nao encontra mais suas cores, seu cheiro, mas apenas os restos e a lembrança do que um dia foi lindo.

Mas perdas machucam como
balas, e eu estou começando a
sangrar.

Poesia é... brincar com as palavras
como se brinca com bola,
papagaio, pião.
Só que bola, papagaio, pião
de tanto brincar se gastam.
As palavras não:
Quanto mais se brinca com elas,
mais novas ficam.
Como a água do rio
que é água sempre nova.
Como cada dia que é sempre um novo dia.
Vamos brincar de poesia?

AMO-TE


São as batidas do meu coração
Que regem como uma orquestra
A intensidade desta emoção
Em feliz, divinal e imensa festa.

Apenas amo-te e isto é tudo
Amo-te a todo e qualquer instante
No decorrer do dia e sobre tudo,
Nas noites de saudade constante

Neste desejo profundo e infindo,
Amo-te mais, muito mais e além,
Meu doce menino, meigo, puro e tão lindo!

Amo-te através dos reveses e das agruras
Amo-te apesar da ausência e da distância
Amo-te, pois amar-te é sublimar-me em venturas!

"Como é grande o poder da oração! É como uma rainha que em todo o momento tem acesso direto ao rei e pode conseguir tudo o que lhe pede."

"Eu não sou como muita gente: entusiasmada até à loucura no princípio das afeições e depois, passado um mês, completamente desinteressada delas. Eu sou ao contrário: o tempo passa e a afeição vai crescendo, morrendo apenas quando a ingratidão e a maldade a fizerem morrer."

O amor, isso te mantém. É como mingau de aveia.

Crescemos ouvindo que nossas palavras possuem força, assim como tem um ditado que diz: "a boca diz o que o coração está cheio". Pressupondo que ambas colocações estão entrelaçadas, não é difícil deduzir que, se nossas palavras possuem realmente tal força, as nossas orações podem mover o céu. Portanto, quando tudo aqui na terra não estiver funcionando, se ligue Naquele que tudo sabe e recebe cada oração nossa com o coração aberto e sempre pronto a atender.

Encontrei homens que não sabiam como beijar. Sempre achei tempo para ensiná-los.

Atualmente as pessoas trocam de relacionamento como mudam de roupa. Não valorizando e muito menos se importando com os sentimentos do outro.
Isso nos passa a sensação que, o que vale é a quantidade e não a qualidade. E toda e qualquer aventura amorosa é rotulada como o amor da sua vida. E amanhã um nem lembra mais do outro... Banalizando e tornando descrente o amor. Dando a ideia que as pessoas e seus sentimentos são descartáveis. Não somos objetos, então não devemos ser tratados como tal, fomos criados com valores morais que todos merecem respeito, e que os sentimentos deveriam ser repassados. Podemos constatar que estes estão cada vez mais desvalorizados. Queremos ser amados e não descartados!

Uma coisa certa é que não há amor tão puramente angelical como o amor de um pai por uma filha. No amor às nossas esposas há desejo, no amor aos nossos filhos, há ambição; mas no amor por uma filha há algo que não há palavras para descrever!

Bipolaridade :
Conseguia ser duas em uma só ;
Virtuosa como Amélia .
Dissimulada igual Capitu .
Era os diabos em uma pessoa.
O pior vício já consumido ,
e a droga mas letal de todos os tempos . Você se encantava pela doçura de Amélia e se entorpecia , com os encantos de Capitu .

O surf pra mim é como uma obra de arte:
o mar é o papel,
a prancha é o lápis e
eu sou o artista!

É claro que a gente sempre quer quem não quer a gente. Como iríamos querer alguém que teve a péssima ideia de nos querer?

A morte é como o umbigo: o quanto nela existe é a sua cicatriz, a lembrança de uma anterior existência.

Não é tão simples assim...
Meu compromisso não é tão simples como me vestir e cantar aos orixás. Não se resume em uma simples festa e jamais se interrompe além das paredes do axé.
Meu compromisso vai além de iniciar um Yawò, um Ogã ou uma Ekedji.
Meu compromisso é com o Tempo que passa pelos vãos de nossos ouvidos e coração.
Meu compromisso é com a dor de nossos ancestrais envoltos em pesadas correntes, dentro de seus cativeiros.
Meu compromisso é com nossas princesas e príncipes que morreram nos porões dos navios negreiros.
Meu compromisso é com o suor e o sangue das chibatas.
Meu compromisso é com o medo de tantas etnias acorrentadas e massacradas na África.
Meu compromisso é de honrar a coragem dos nossos antepassados em manter viva crença nos Orixás e na força da natureza, mesmo com o laço mortal da forca em seus pescoços.
Meu compromisso é com Zumbi do Palmares e sua incansável luta contra o açoitamento dos seus.
Meu compromisso é de alguma forma valorizar todo sofrimento que deu força para nossa crença resistir até os dias de hoje.
Meu compromisso é na contribuição e na transmissão segura dos adurás e fundamentos tão protegidos com dor e sangue dos nossos Reis e Rainhas do Cativeiro.
Meu compromisso é com a fé inabalável e por consequência da humildade dentro e fora do axé.
Meu compromisso é com Olorum, Orumilá, Oduduà e todos os Orixás.
Meu compromisso não é agradar ninguém e sim manter viva e forte a luz de nossa fé.

Dias sombrios...

Vivemos tempos difíceis. Tempos de superficialidade exagerada, ou, como definiu Bauman, de amores líquidos.

Nos dias de hoje, raros são os casos em que se observa uma amizade duradoura e sincera ou um relacionamento intenso e sólido ao mesmo tempo. São tempos de larga mudança nos valores sociais. A sociedade passa por uma de suas mais bruscas mudanças.

A velocidade com que a informação flui no mundo moderno, torna cada dia mais complexa a manutenção do que conhecemos por relações humanas. Pessoas são tratadas como objetos. Ao não terem mais serventia simplesmente descarta-se o supérfluo.

Valores éticos e morais que perduraram por séculos, cito como exemplo a ética kantiana – sintetizada em seu imperativo categórico -, tornam-se cada vez mais inviáveis de serem postos em prática.

Não vemos mais romantismo, o que vemos é a banalização da palavra amor em favor dos vários tipos de experiências superficiais praticadas pelos indivíduos hodiernamente.

Bauman fala de forma brilhante que:

"Para ser feliz há dois valores essenciais que são absolutamente indispensáveis [...] um é segurança e o outro é liberdade. Você não consegue ser feliz e ter uma vida digna na ausência de um deles. Segurança sem liberdade é escravidão. Liberdade sem segurança é um completo caos. Você precisa dos dois. [...]

Hoje, o que vemos na sociedade é a valoração excessiva do “o que você é”, no lugar do “quem você é”. Tempos de relações imediatas, pautadas no momento e no que podemos obter com isso. O imediato não existe mais, apenas o agora. Isso se aplica em toda sociedade. Seja no critério profissional, pessoal ou interpessoal.

A cobrança do que se tem ofusca a expectativa do que se poderá ser. O amanhã não mais existe nos dias de hoje, apenas o agora. A fluidez em que o mundo está embebido trouxe consigo uma mudança permanente no modo como a sociedade se desenvolve, e, na maneira como ela se desenvolverá. Um dia, a história lembrará deste momento, de uma época na qual o homem não mais é o lobo do próprio homem – citando Hobbes –, mas o homem tornou-se o fim em si mesmo. Estamos entrando na era do egocentrismo autofágico.

Lamento


As noites me atravessam como lâminas cegas.
Não cortam de uma vez, mas deixam a carne cansada.
Fico imóvel, presa num corpo que respira
sem me perguntar se ainda quero estar aqui.


A dor não grita mais.
Ela se aquietou como fera domesticada,
um silêncio úmido que escorre pelas paredes.
Choro sem lágrimas, sangro sem ferida,
vivo sem presença.


Há um vazio que pesa.
E pesa tanto que até o gesto mais simples,levantar a mão, virar a chave, abrir a boca
parece impossível.
O tempo me olha e ri:
sou prisioneira de segundos que nunca passam.


Não há música, não há claridade,
não há nem mesmo o consolo do choro.
Só a anestesia.
Um torpor que me segura pela garganta
e me faz existir em estado suspenso,
como quem vive de ausências.


Ainda assim, respiro.
E talvez esse seja o maior dos lamentos:
continuar aqui,
mesmo quando já me despedi tantas vezes de mim.




Jorgeane Borges
8 de Setembro de 2025