Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar

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⁠ Esta briga entre esquerda e direita é interessante. Distrai o povo, assim como se apagassem a luz para os espertos e canalhas poderem roubar a vontade.

⁠Nós por nós.
Estamos sós na calçada, olhando para qual pessoa pergunta como chegar naquela rua.
Nesse momento somos alheios ao senso de direção do outro, te levando ao seu destino pelo seu olhar.

Inserida por Dimensoes

⁠ Algum País que tenha um desmiolado como Presidente eleito, reflete bem a inteligência do povo que o elegeu.

Desejo em Pele e Alma

Interessante...
como teus olhos prenderam os meus,
num silêncio que gritava promessas.
Minha boca, atrevida, buscou a tua,
num toque quente
onde o prazer dançava na pele
e o desejo se derramava em suspiros.

Incrível...
como os corpos falaram sem palavras,
numa língua só deles,
arrebatando sentidos,
levando-nos ao êxtase da paixão —
um clímax sagrado e selvagem.

E o tempo?
O tempo se curvou diante de nós,
feito cúmplice de um instante eterno,
gravando em cada detalhe
o mapa secreto de nossos suores,
nossos gemidos,
nossos pecados.

Inacreditável imaginar
que foi apenas um momento...
Tão breve, tão intenso, tão inevitável.
Um acaso que incendiou a alma,
desencadeando um feitiço
que até hoje arde em mim...

Um desejo feroz,
nu, sublime
tatuado na memória do meu corpo,
no suspiro da tua ausência,
na eternidade de um toque.

Inserida por DaviRogerio

⁠Há algo único na experiência de escrever como mulher. Talvez pelo fato de nossa existência ser quase totalmente excluída da história escrita, as escritoras carregam consigo as vozes do invisível, que são tão ricas.

Yuko Tsushima
Hofmann-Kuroda, Lisa. A Passion for Living in the Present: A Conversation with Yuko Tsushima and Annie Ernaux. Lit Hub, 6 abr. 2023.
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Inserida por pensador

⁠Sinto uma certa felicidade quando penso que, como mulher, há infinitamente mais coisas sobre as quais posso escrever do que um homem.

Yuko Tsushima
Hofmann-Kuroda, Lisa. A Passion for Living in the Present: A Conversation with Yuko Tsushima and Annie Ernaux. Lit Hub, 6 abr. 2023.
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Inserida por pensador

Hoje eu estou flutuando, é como se o vento pudesse me mover de um lado para o outro. Como descrever o que estou sentindo em palavras, alguém seria capaz de me compreender sem julgamento, ou seria apenas mais uma história contada e mais uma crítica lançada?

Inserida por SUCHOAS

⁠Homens com poder, mas sem razão, são como mulas lançadas num campo eterno — avançam por inércia, sem consciência, guiados por instinto e vaidade. Sua brutalidade não nasce da força, mas da ausência de lucidez. Paradoxalmente, as próprias mulas — quando livres desse campo e de qualquer trono ilusório — são menos perigosas, pois não fingem compreender aquilo que jamais pensaram. O verdadeiro terror não está na besta, mas no homem que age como ela, crente de ser algo maior."

Inserida por WalyssonLima

⁠Não vejo o frio como ausência de calor.
Na forma mais poética de enxergar o mundo,
é o jeito do inverno falar sobre o amor:
aqueçamos nossos corpos no abraço.
Vem, deita, se aconchega.
Fica mais um pouco.

Inserida por gutoakasaki

⁠Prezado Diário, 28 de maio de 2025

O dia iniciou como de costume, às 05h, com uma oração matinal compartilhada com minha filha. Em seguida, desfrutamos de nosso habitual leite com achocolatado, um ritual matinal que apreciamos particularmente.

Após nos aprontarmos, acompanhei minha filha até a escola. Aproveitamos o breve trajeto para conversarmos, enquanto ela repousava em meu colo. Ao soar o sinal, ela se juntou aos seus colegas.

Dirigi-me à missa e, posteriormente, retornei ao lar. Mais uma vez, minhas tentativas de locação imobiliária foram infrutíferas, sem que me fosse apresentada uma justificativa plausível. Permanecemos, portanto, nesta moradia, sentindo-nos indesejadas. Confesso que a incerteza me assola diante da sucessão de negativas nas imobiliárias.

Um incômodo persistente tem nos acompanhado: fortes dores de cabeça que se manifestam ao adentrarmos nossa residência. A situação se torna cada vez mais preocupante. No entanto, deposito nossas vidas nas mãos de Deus, nosso Pai Todo-Poderoso.

A vizinha, em mais um gesto desesperado de carinho alienou parte de nossos pertences para garantir nossa subsistência. Nossos recursos se esgotam gradualmente.

Interrompo esta escrita, pois a cefaleia se intensifica. Dedicarei este momento aos cuidados de mim e de minha amada filha.

Quase me esquecia de mencionar o encontro fortuito com uma pessoa extraordinária na escola de minha filha. Sua beleza transcende o físico, revelando uma alma repleta de bondade e amor. A providência divina se manifesta ao colocar pessoas especiais em nosso caminho, nos momentos mais oportunos.

Até amanhã, caros leitores. Que a bênção divina os acompanhe sempre.

Com afeto,

Inserida por AlineCairaG

⁠Pessoas soberbas são como insetos, devemos repeli-las. Elas têm olho gordo, por isso são como são 🐸

Inserida por otavio_mariano

⁠Às vezes ouço o vento passando, sussurrando ao ouvido uma nova esperança... como se a própria natureza quisesse me lembrar que, mesmo em meio ao caos, sempre existe um sopro de recomeço. Ele traz consigo memórias que o tempo não levou e sonhos que a alma insiste em manter vivos.

Inserida por bruno_silvestre

⁠Uma mente fechada é como vaso vazio, não tem conteúdo.

⁠Todos muito preocupados com a IA, como se isso fosse o fim do mundo.
Mecânico é próprio para as máquinas.
Então... está na hora de sermos menos mecânicos e mais humanos.
Se nós humanos nos revestirmos de mais humanidade. Certamente sairemos vencedores nessa nova era.
A máquina nunca conseguirá exercer essa função.
Só uma reflexão.

Inserida por sayminha

⁠Uma mente aberta é como um jardim que tem sempre espaço para uma semente.

"Onde a liberdade é ameaçada, o habeas corpus se ergue como o grito jurídico da dignidade humana, lembrando ao poder que nenhum cárcere é absoluto diante da lei."

Inserida por kleberdsc

⁠Assim como Cristo é mediador entre Deus e os Homens; nós Cristãos somos embaixadores nesta reconciliação.

Inserida por ObjamersonS

⁠Beira a insanidade.
Contorce-se, movimenta o corpo de forma estranha e incontrolável, como se não detivesse domínio sobre si.Espasmos súbitos, ligeiros.
Fita o vazio, os olhos vagam e a mente se perde em um vão de nada.
Tem derradeiras lembranças confusas e alusões sobre o porvir, mas sem conclusões.
Parece uma overdose espontânea, cuja causa é desconhecida, indefinida.
Todo o conhecimento adquirido obscurece-se de repente, esvai-se, adormece nos recônditos cerebrais.

Frequentes são os sintomas descritos acima. Beira a insanidade.

Talvez seja um dom: desprover-se da lucidez.
Talvez, no fim, enlouquecer seja o único jeito de sobreviver.

Inserida por mairany

⁠"Eu me lancei na poesia como uma agulha no palheiro,
Não quero sair daqui, quero expressar,
Tudo aquilo que é difícil de falar,
Seja do amor, o que causa dor,
O que promete cura, e no final nos fura,
O que causa um sorriso, que não vem sozinho, acompanhado, porém, de lágrimas

Fiz meu inverno no verão, mas não de chuva, e sim de lágrimas.
Esqueci dos toques da sua mão,
E nas minhas letras você se tornou um refrão constante.
Te perdi no inverno, e estou, estou no outono esperando,
Haviam me dito que é nessas épocas que as flores aparecem..."

Inserida por jhon_lisboa

Cara Clara,
conte à vida como anda o coração —
reclame dos amores errados, passageiros, atordoantes.
Relate o que houve com aqueles que quase deram certo,
mas que não eram pra ser.

Fale dos seus romances de contos de bruxas.
Pergunte pelos anjos negros:
ficaram loucos? Ficaram cegos?
As flechas foram lançadas — mais de uma, algumas,
mas não se fixaram, só feriram.

É, porém... pensando bem, querida Clara,
senhora do insano,
quem pode permanecer em meio ao caos?
Você é o caos, dona do desvario!
Aturde, espanta seus príncipes —
a culpa é sua!

Admita.
Conte isso à vida também.

Inserida por mairany