Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar
Uma das grandes ironias de como as democracias morrem é que a própria defesa da democracia é muitas vezes usada como pretexto para a sua subversão. Aspirantes a autocratas costumam usar crises econômicas, desastres naturais e, sobretudo, ameaças à segurança – guerras, insurreições armadas ou ataques terroristas – para justificar medidas antidemocráticas.
Como não há um momento único – nenhum golpe, declaração de lei marcial ou suspensão da Constituição – em que o regime obviamente “ultrapassa o limite” para a ditadura, nada é capaz de disparar os dispositivos de alarme da sociedade. Aqueles que denunciam os abusos do governo podem ser descartados como exagerados ou falsos alarmistas. A erosão da democracia é, para muitos, quase imperceptível.
Sempre há incerteza sobre como um político sem histórico vai se comportar no cargo, mas, como foi observado antes, líderes antidemocráticos são muitas vezes inidentificáveis antes de chegarem ao poder.
Eu não consigo sair da minha zona de conforto - que não é tão confortável como o nome diz.
Quero dizer que não consigo me "mexer", fazer algo de útil e tornar o meu dia produtivo.
Eu queria ter a facilidade em cumprir deveres. Queria ser disciplinada e ter muita motivação. Mas tudo que sei fazer é reclamar e choramingar.
Minha vida é um completo tédio. Eu poderia está apaixonada e ocupar minha mente em amar alguém que não fosse minha família. Porém, não existe ninguém. Não tem ninguém pra tampar meu vazio.
E os dias passam, passam, as horas passam, e eu não me importo.
Eu não me importo, inclusive, com minhas responsabilidades.
Não sei nem que dia é hoje...
Nada é interessante.
Nada faz sentido, principalmente a vida: viver não faz sentido.
Queria entender tudo e ser um robô como os outros, mas eu simplesmente não vejo prazer.
NÃO HÁ PRAZER EM VIVER. Porque eles são robôs. Robôs prestes a morrer. Robôs que, a qualquer momento, instante, pode falhar e nunca mais ser ligado.
Robôs sim. Eles nascem, vão para a escola, estudam e depois estudam, depois se casam, filhos e filhos, trabalha (muito trabalho) pra poder ter grana e viajar. Pra poder ter grana e viajar...
Sim, apenas por isso.
Chamam isso de vida? Chamam isso de "felicidade"?
O pior de tudo é, e se eu não conseguir nada disso? Serei um fracassado?
O que não entendo é, do que adianta todo esse sacrifício, se no final todos nós iremos morrer?
Se você é rico ou pobre, bonito ou feio, legal ou chato, humilde ou egocêntrico, não adianta NADA.
Todos, todos, exatamente todos nós iremos morrer.
E eu?
Eu prefiro pular essa parte de ter que me sacrificar pelo resto da minha existência, e ir logo para a parte onde eu morro de uma vez.
Não cultive esse sentimento horrível, ódio cresce como erva daninha, a princípio parece inofensiva a gente olha aquele ramo inocente no meio da nossa plantação e quando menos esperamos se torna viçosa e destrói tudo o que plantamos... O certo é que aquilo que não nos agrada devemos desviar do caminho, uma linda e abençoada noite na Santa paz do Senhor pra vc e sua abençoada família.
Não cultive ódio , esse sentimento horrível, cresce como erva daninha ,a princípio parece inofensiva ,pequenina, quase imperceptível. Então, a gente olha aquele ramo inocente,no meio da nossa plantação e matamos sua sede, a alimentamos e quando menos esperamos se torna viçosa ,e ao invés de ser grata ,ela destrói tudo que plantamos...Autora Ada Fronzzi
Aqueles que me respeita e me aceita como sou...Tem de mim mais do que uma sociedade...INTERESSEIRA! Tem de mim minha consideração.
o pó e o amor
como o poema
são feitos
no dia a dia
o pão come-se
ou deita-se fora
embrulhado
(uma pomba
pode visitar o lixo)
o poema desentropia
o pó deposita-se no poema
o poema cantava o amor
graças ao amor
e ao poema
o puzzle que eu era
resolveu-se
mas é preciso agradecer o pó
o pó que torna o livro
ilegível como o tigre
o amor não se gasta
os livros sim
a mesa cai
à passagem do cão
e o puzzle fica por fazer
no chão
Era uma vez uma mulher que tão depressa era feia como era bonita.
Quando era bonita, as pessoas diziam-lhe:
- Eu amo-te.
E iam com ela para a cama e para a mesa.
Quando era feia, as mesmas pessoas diziam-lhe:
- Não gosto de ti.
A paz é um absurdo, como a realidade concreta é um absurdo que é preciso recriar para que se torne afecto do homem, obra sua.
É extraordinário como nos tornamos violentos quando queremos agradar ao mundo. Agradar ao mundo resume o comportamento da sociedade nos seus aspectos mais retóricos.
Como a chuva não cessasse de cair em caudais,
Tiras de tinta começaram a aparecer na fotografia
O tecto da chuva rompera o abrigo da sua alma
E o verde circulava a deriva rompendo as plantas.
Elvira deixara cair seus olhos de objectiva nas
Folhas verdes. Verificava que era sobre elas e como
Elas que sempre olhara a natureza. Ver o real
Em folhas era amá-lo ininterruptamente. Essa
Contiguidade acabara por compor uma rede
Que tinha tanto de próximo como de diferente,
E a chuva não era chuva, transparecia. Eis, pensou.
Por que chove na fotografia, por que chove
Em correntes sobre as folhas?
O poema ensina a cair
sobre os vários solos
desde perder o chão repentino sob os pés
como se perde os sentidos numa
queda de amor, ao encontro
do cabo onde a terra abate e
a fecunda ausência excede
até à queda vinda
da lenta volúpia de cair,
quando a face atinge o solo
numa curva delgada subtil
uma vénia a ninguém de especial
ou especialmente a nós uma homenagem
póstuma.
A inveja é a incapacidade de não se ver como uma pessoa completa. Sempre querendo e desejando o que está distante e não perceber a própria riqueza.Ela é irmã do ciumes e filha de dona Descontentamento e do Sr. Dissimulado.
A morte é algo bastante notável. As pessoas vivem a vida inteira como se ela não existisse e, no entanto, ela é um dos maiores motivos para se viver a maior parte do tempo. Alguns de nós ficam já desde cedo tão cientes da sua existência que vivemos com mais intensidade, mais teimosia, mais fúria. Outros precisam da sua presença constante para ao menos se dar conta de como é a vida. Alguns ficam tão ocupados com ela que sentam na sala de espera muito antes de ela ter anunciado sua chegada. Nós a tememos, e mesmo assim a maioria de nós tem mais medo que ela atinja outra pessoa do que a nós mesmos. Porque o maior medo com relação à morte é sempre que ela vá passar batida por nós. E nos deixar sozinhos.
Como um lindo mantra ouço repetidamente a batida do meu coração, leve, tranquilo e em paz com universo.
A paz mora em mim, o amor e a minha missão maior, a resignação me trouxe tudo o que eu almejava... a paz e a alegria de viver...gratidão.
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