Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
Diálogo mãe e filha
Filha: - Disparou:
-Mãe, estou grávida!
-Não sei como isso aconteceu!
Mãe: - Ô filha como pode?
-O anjo Gabriel não te anunciou?
Haredita Angel
09.01.18
"Assim como as árvores se livram das folhas mortas,
eu me livro dos lixos sociais que me impedem
de seguir feliz e em paz."
-Paz, a melhor das conquistas!
Haredita Angel
13.08.18
"O que se deve dar a um homem
que pensa que tem tudo?
-Uma mulher para ensiná-lo como funciona!"
Haredita Angel
04.08.13
Ah, como seria bom abarcar o mundo num abraço só,
de simplicidade e significância...
Ah, como seria bom se as pessoas fossem arco íris a beber na fonte divina e sem tirar vantagem dessa vantagem...
Ah, como seria bom...!
Haredita Angel
01.09.23
"Dizem que os olhos são as janelas da alma.
- Mas como tem janelas fechadas!"
Haredita Angel
06.07.25
"É tão bom ter alguém como você,
me sentir completa.
É bom sentir sua mão me levando
além do horizonte"
Haredita Angel
24.10.12
"Que cada um seja o que quiser;
Viva como quiser;
Sem críticas;
Sem criticar.
Isso é viver com leveza.
Isso é ter paz!"
Haredita Angel
02.12.24
"Ah o amor...!
- Amar é a gente perdoar o imperdoável e seguir amando como se nada tivesse acontecido..."
Haredita Angel
20.02.24
"Nunca mais vou encontrar alguém como você.
E todos os dias agradeço a Deus por isso!
Haredita Angel
14.07.18
Garantias no amor
Como é fácil destruir o que amamos! Com que rapidez surge uma barreira entre nós, uma palavra, um gesto, um sorriso! A saúde, o humor e o desejo nos entristecem e o que era maravilhoso torna-se insípido e opressivo. Pelo uso, nós nos desgastamos, e aquilo quer era vivo e claro torna-se cansativo e confuso. Por meio de constantes atritos, esperanças e frustrações, aquilo que era belo e simples torna-se terrível e cheio de expectativas.
Relacionamentos são complexos e difíceis, e poucos conseguem sair deles ilesos. Embora quiséssemos que fosse estático, duradouro e contínuo, o relacionamento é um movimento, um processo que deve ser profunda e completamente entendido, e não forçado a se conformar a um padrão interno ou externo. A conformidade, que é a estrutura social, perde seu peso e autoridade somente quando há amor. O amor no relacionamento é um processo purificador, pois revela os mecanismos do Eu. Sem essa revelação, o relacionamento tem pouca importância.
Mas como lutamos contra essa revelação! A luta assume muitas formas: controle ou submissão, medo ou esperança, ciúme ou aceitação e assim por diante. A dificuldade é que nós não amamos; e se nós de fato amamos, queremos que isso funcione de uma forma particular, não lhe damos liberdade. Nós amamos com nossas mentes e não com nossos corações. A mente pode se modificar, mas o amor, não. A mente pode se tornar invulnerável, mas o amor não; a mente pode sempre se retrair, ser exclusivista, tornar-se pessoal ou impessoal. O amor não é para ser comparado e tolhido. Nossa dificuldade está naquilo que chamamos de amor, que é realmente da mente.
Enchemos nossos corações com as coisas da mente e mantemos nossos corações sempre vazios e cheios de expectativas. É a mente que se apega, que é ciumenta, que controla e destrói. Nossa vida é dominada pelos centros físicos e pela mente. Nós não amamos e deixamos em paz, mas ansiamos por ser amados; nós damos a fim de receber, que é a generosidade da mente, não do coração. A mente está sempre buscando garantia, segurança; e pode o amor ser garantido pela mente? Pode a mente, cuja própria essência é temporal, perceber o amor, que é sua própria eternidade?
Mas mesmo o amor do coração tem seus próprios truques; pois corrompemos tanto nosso coração que ele é hesitante e confuso. É isso que torna a vida tão dolorosa e cansativa. Em um momento nós achamos que temos amor e no próximo ele é perdido. Aí entra uma força imponderável, que não é da mente, cujas fontes não podem ser sondadas. Essa força é mais uma vez destruída pela mente; pois nessa batalha a mente, invariavelmente, parece ser a vitoriosa. Esse conflito dentro de nós mesmos não será resolvido pela mente astuta ou pelo coração hesitante. Não há um meio, uma maneira de fazer esse conflito terminar. A própria busca por um meio é outro anseio da mente por domínio, para livrar-se do conflito e ficar tranquila, para ter amor, para tornar-se algo.
Nossa maior dificuldade é estar ampla e profundamente atentos ao fato de que não existem meios para o amor como um objetivo desejável da mente. Quando entendemos isso real e profundamente, há uma possibilidade de receber algo que não é desse mundo. Sem o toque desse algo, façamos o que quisermos, não poderá haver felicidade duradoura no relacionamento. Se você receber essa graça e eu não, naturalmente estaremos em conflito. Você pode não estar em conflito, mas eu estarei; e em minha dor e tristeza eu me desligarei. A dor é tão exclusiva quanto o prazer, e até que exista aquele amor que não seja uma construção minha o relacionamento será dor. Se houver a bênção daquele amor, você nada poderá fazer a não ser me amar pelo que sou, pois então não moldará o amor segundo o meu comportamento.
Quaisquer que sejam os truques da mente, somos independentes; embora possamos estar em contato um com o outro em alguns pontos, a integração não é com você, mas dentro de mim. Essa integração não é resultado da mente em nenhum momento; ela forma somente quando a mente está inteiramente silenciosa, tendo alcançado o limite de suas forças. Somente assim não existe dor no relacionamento.
Diante da dor, que parece insuportável, muitos perguntam como irão prosseguir?
E o Pai responde que a fé é a luz que irá cicatrizar todas as feridas e nos mostrar um novo caminho.
Diante do desafio que destrói muitos sonhos, muitos perguntam como resistir à tentação de abandonar a jornada?
E o Pai responde que a prece é o remédio que sempre renova nossas forças nos momentos de maior provação.
Diante da tristeza, muito perguntam como reencontrar o prazer de viver?
E o Pai responde que a alegria é uma semente que está dentro de cada um de nós e só quando cuidarmos do nosso terreno íntimo, ela poderá germinar.
Diante da queda, muitos perguntam como irão se reerguer e continuar?
E o Pai responde que a perseverança e a confiança são as ferramentas que nos ajudarão a atravessar qualquer tempestade.
Diante dos espinhos, muitos perguntam como suportar o sofrimento?
E o Pai responde que o mesmo espinho que hoje nos fere, amanhã será a flor a perfumar nossa vida.
Diante do erro, muitos perguntam como não se entregar ao desespero?
E o Pai responde que somos Espíritos eternos, em constante evolução e que a cada dia progredimos rumo ao Alto e com fé, lá chegaremos, independente dos desatinos já cometidos.
Diante da perda, muitos perguntam como não temer a morte?
E o Pai responde que a morte é apenas a porta para um novo caminho, que o fim não existe e sim a chance de um novo recomeço.
Por isso, sigamos nosso caminho, vencendo nossos melindres, perseverantes em nossa reforma íntima, acreditando em nós e na Providência Divina e continuando a perguntar, porque o Pai jamais nos deixará sem resposta...
É sempre um prazer estar em companhia de pessoas queridas como vocês, que nos motiva e nos faz sentir melhores do que somos.
Política é como nuvem: você olha e ela está de um jeito; olha de novo e ela já mudou.
No Brasil, porém, parece que o céu político ficou permanentemente dividido entre dois extremos: de um lado, o PT; do outro, os bolsonaristas. No meio dessa tempestade de polarização, discursos radicais e uma crescente influência da extrema direita, surge um psiquiatra chamado Augusto Cury.
Será apenas coincidência?
Ou, diante de tanta confusão, o país finalmente está precisando de uma boa dose de reflexão?
Talvez não seja remédio que esteja faltando.
Talvez seja lucidez.
É assustador como a Polarização política no Brasil e no mundo, acirrou a disputa pelo pódio da imbecilização entre a TV e a Internet.
Como são chatos os que confundem nossa solitude com solidão, e a interrompem sem a menor intenção de nos dar Inteira Companhia.
Em honra aos Mestres, o Maior de Minas dá aula — de futebol, de resiliência e de como não se deixar abater pelos Menores que acreditam que a grandeza se sustenta no grito.
Se soubéssemos ao menos admirar a disciplina dos japoneses como eles admiram o nosso futebol, talvez a nossa primeira derrota não fosse tão vergonhosa.
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