Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
O poeta solta palavras no poema
como peixes no aquário e em límpidas letras essas tem o oxigênio do imaginário ocasionando a troca pragmática pela quebra de tensão
( que com jeito ) ( como ) um olhar poético bole nas palavras ( assim ) em um texto poroso
permeando de poesia a mente
que acende a luz do vocabulário...
e solto nesses versos o ah ah
que quebra quem sabe pensar...
Leonardo Mesquita
O poeeee-ta procura o veeeer-so
como seeee procuuuu-ra
uma ciiiigaaaa-rra especíííífiiii-ca
no ferviiii-do do alariiii-do da
criiii-aaaa-tiiii-viiii-daaaa-deeee e pronto!
Assim: como o Cury entra na favela porque os cria leem os livros dele, e são transformados por uma leitura de cair em si... o Lula, hoje, sente nas costelas os chutes que um "'pastor"' abduzido por uma boa conta bancária desferiu na imagem de Nossa Senhora Aparecida — a umas páginas atrás, destas terras
a onde, hoje, canta às fake news
daqueles que engaiolararam
sabidamente gente inocente...
soltando o ódio do "bem" que voa
livre... prezado por uma mídia
que solta sua língua legalizando
o erro seletivo (se era pra impedir que o consórcio de imprensa emagrecesse pela falta de verba governamental por quatro anos) pode condenar o pipoqueiro... e a mulher do batom...
enquanto isso nessa mesma terra
"'um banqueiro nada honesto"'
limpava-se das festas proibidas para raparigas de língua brasileira — na toga de um ministro cuja sua peixão pela democracia é de acha-se cabelo
em ovo e cabeça no cria que leu Cury, mas não troca bala por flores... como verdade nos bravejos do Lula, a uma semana do primeiro turno comendo poeira nas pesquisas, preocupado com o lugar da Mãe de Jesus no coração dos brasileiros.
(Leonardo Mesquita)
Então vamos falar de esperança, não como algo distante, mas como um pequeno fogo que cabe dentro da palma da mão.
Vou te dizer algo com toda sinceridade do mundo:
A esperança não chega fazendo festa.
Ela chega como um fio de luz, quase tímido.
Ela se esconde dentro do que ainda dói.
E, mesmo assim, ela insiste.
E você tem isso.
Mesmo triste, mesmo sentindo falta, mesmo carregando essa solidão de filha única…
você pediu esperança.
Isso já é esperança.
Ela aparece quando você pensa:
“Talvez amanhã seja um pouquinho mais leve.”
“Talvez eu consiga sorrir de verdade.”
“Talvez eu consiga honrar meus pais vivendo o que eles queriam pra mim.”
“Talvez este Natal não cure, mas aqueça.”
A esperança é feita de talvez.
Mas um talvez é suficiente pra manter o coração vivo.
Adolescente não é colorido como infância.
É fase de sombra, dúvida, identidade em construção.
E sua arte captou isso com delicadeza — não ficou pesada, ficou reflexiva.
Oceanos da Marés da Adolescência: Voz, Identidade e Futuro
Ela não precisa de capa,
sua coragem já faz voar.
Como um girassol diante do sol,
toda mulher nasceu para brilhar. 🌻✨
Toda mulher é uma heroína,
mesmo sem capa para voar.
Como um girassol, segue a luz
e nunca deixa de brilhar. 🌻✨
O Amor como Alicerce da Educação
O amor na educação transcende o mero sentimento; ele se manifesta como uma atitude consciente de cuidado, respeito e compromisso com o desenvolvimento integral do aluno. No ecossistema escolar, relações fundamentadas na empatia e no acolhimento são o combustível que impulsiona o verdadeiro processo de aprendizagem.
Quando o estudante se sente valorizado em sua individualidade, sua motivação floresce. Ambientes afetivamente seguros não apenas ensinam conteúdos, mas fortalecem o desenvolvimento emocional, social e cognitivo, preparando o indivíduo para a vida.
“O vínculo positivo entre educador e estudante é o fator que mais contribui para o aumento da autoconfiança e do interesse genuíno pelos estudos.”
1.1 A Importância do Afeto no Aprendizado
1.2 O amor no ambiente educacional traduz-se em gestos práticos:
Atenção Individualizada: Respeitar o tempo e as necessidades específicas de cada aluno.
Validação Emocional: Reconhecer os sentimentos do estudante para que ele se sinta seguro para aprender com os erros.
Linguagem de Incentivo: Utilizar palavras que fortaleçam a autoestima e a coragem.
Ambiente de Pertencimento: Criar um espaço onde todos sintam que sua presença é essencial.
1.3 A Empatia como Ferramenta de Transformação
1.4 A empatia é a habilidade mestre da prática educativa. Ao se colocar no lugar do aluno, o educador cria uma conexão de confiança onde as dificuldades podem ser expressas sem medo.
“A natureza fez a criança para ser amada e ajudada, não para ser instruída apenas.”
Jean-Jacques Rousseau
O Oceano
A dislexia é como nadar em um oceano onde as ondas não seguem o mesmo ritmo para todos.
Enquanto algumas crianças navegam com facilidade pelas palavras, outras precisam lidar com correntes mais fortes, letras que se movem como água e caminhos que parecem mudar o tempo todo.
Mas isso não significa incapacidade.
Significa que esse cérebro aprende de um jeito diferente.
E quando encontra apoio…
ele não apenas aprende — ele cria novas formas de ver o mundo.
Quebra-cabeça
A dislexia é como montar um quebra-cabeça onde as peças insistem em virar, trocar de lugar ou não encaixar como esperado.
Não é falta de inteligência.
É um caminho diferente até a imagem final.
Com tempo, estratégia e acolhimento…
A criança consegue montar — e muitas vezes enxerga detalhes que outros nem percebem.
Semáforo Diferente
Aprender a ler, para uma criança com dislexia, é como dirigir em uma cidade onde os sinais não seguem o padrão.
Às vezes o verde demora mais para aparecer.
Às vezes o caminho parece confuso.
Mas com orientação certa, paciência e prática…
Ela aprende a se orientar — do seu jeito.
A dislexia é como uma semente que não cresce no mesmo tempo das outras.
Enquanto algumas florescem rápido, ela precisa de um solo mais específico, mais cuidado e mais tempo.
Mas quando cresce…
Surpreende pela força e pela forma única.
A dislexia não define a capacidade de uma criança.
Ela apenas mostra que o caminho da aprendizagem pode ser diferente.
Quando entendemos isso, paramos de cobrar “igual”
E começamos a ensinar com respeito.
Nem todo cérebro aprende da mesma forma —
E tudo bem.
Gotinhas de Amor
Oceanos da Diversidade
Quando a literatura infantil também precisa ser olhada com carinho
Como professora, muitas vezes vejo doações de livros e materiais chegando às escolas. E toda doação que amplia o acesso à leitura merece ser valorizada.
Mas também me pego pensando: será que todo livro oferecido às crianças realmente contribui para sua formação?
Nem sempre uma história traz uma experiência significativa. Às vezes, encontramos contos que repetem os mesmos valores, as mesmas fórmulas e as mesmas mensagens, enquanto tantas outras possibilidades de infância continuam esperando para serem contadas.
E é aí que penso nos professores e autores que estão diariamente observando as crianças, ouvindo suas perguntas, percebendo suas dificuldades, seus medos, suas descobertas e suas diferentes formas de aprender.
Há muita gente produzindo literatura infantil com cuidado, pesquisa, sensibilidade e experiência pedagógica — mas que ainda encontra dificuldade para ser vista, publicada e reconhecida.
Talvez o que falte não seja talento.
Talvez faltem oportunidades, caminhos acessíveis, espaços de escuta e, algumas vezes, aquela pessoa que ajuda a abrir a primeira porta.
Também precisamos conversar, com serenidade, sobre o mercado editorial. Publicar um livro pode ser um sonho, mas nem sempre é um caminho simples para quem está começando. Existem modelos de publicação, custos e contratos que podem tornar o autor dependente de estruturas nas quais seu trabalho recebe pouco retorno.
Palavras
Palavras que confortam
Palavras que incendeiam
Palavras de esperança
Palavras como promessas vazias
Palavras sussurradas na penumbra
Palavras que gritam uma verdade única
Palavras que absolvem e condenam
Palavras que apontam o réu
Palavras do tribunal da intolerância
Palavras que julgam sem amar
Palavras de Deus
Palavras dos homens
Abrir um verso entre as infinitas possibilidades...
é como cortar uma fruta ou abri-la com a mão
então, já com letras na boca saborear palavras narrando
um verso gostoso
entre outros maduro maduro que colho na ocasião...
o léxico da verso o ano todo, as margens da possibilidade com suas raízes profundas tem sempre contexto,
só cabe encontrar o jeito
de derrubar palavras sempre amadurecendo a imaginação...
Leonardo Mesquita
O poeta acompanha umas coisas que não são apenas pensamentos; é o tempo com significando, como o ouvido pendurado na conversa às nove e quarenta e cinco da manhã...
Leonardo Mesquita
William Contraponto: a poesia como exercício de pensamento
Há poetas que escrevem para descrever o mundo. Outros escrevem para fugir dele. William Contraponto parece escolher um terceiro caminho: escrever para interrogar o mundo.
Sob esse pseudônimo, a poesia assume uma dimensão que ultrapassa a expressão individual. O poema deixa de ser apenas um lugar de sentimentos e passa a funcionar como espaço de reflexão sobre a existência, a liberdade, a sociedade, o poder, as crenças e as escolhas humanas.
É nesse ponto que se encontra uma das características mais marcantes de sua produção: a aproximação entre poesia e pensamento.
O poeta que questiona
William Contraponto não parece interessado em oferecer respostas definitivas. Sua escrita parte frequentemente da dúvida. Em vez de estabelecer certezas, procura colocar o leitor diante delas.
Essa postura aproxima sua obra de uma tradição filosófica existencialista. A existência não aparece como algo previamente explicado, mas como uma condição que precisa ser enfrentada. O indivíduo está diante do tempo, da responsabilidade, da liberdade e da própria consciência.
A poesia, nesse contexto, transforma-se em instrumento de investigação.
Não é necessário que o poema apresente uma tese filosófica formal. Basta que provoque uma pergunta.
E talvez seja justamente aí que esteja a força do chamado poeta-reflexivo: aquele que não separa completamente pensar e sentir.
Entre o indivíduo e a sociedade
Outra dimensão importante da obra de William Contraponto é sua preocupação social.
Sua poesia não observa o indivíduo como se ele estivesse isolado do mundo. Ao contrário, questiona as estruturas que condicionam sua existência: instituições, ideologias, desigualdades, dogmas, relações de poder e comportamentos coletivos.
Por isso, sua produção pode adquirir um caráter político sem necessariamente transformar o poema em discurso partidário.
A política aparece em sentido mais amplo: como reflexão sobre a maneira pela qual os seres humanos organizam a vida coletiva.
O poeta questiona quem manda, quem obedece, quem determina as regras e, sobretudo, por que tantas pessoas aceitam determinadas regras como se fossem naturais.
A recusa do dogma
Um dos elementos recorrentes associados ao pensamento de Contraponto é a desconfiança diante das certezas absolutas.
Essa postura alcança tanto a religião quanto a política, a moral e as convenções sociais.
Não se trata simplesmente de negar uma crença para substituí-la por outra. A questão é mais profunda: por que acreditar sem questionar?
O pensamento contrapontista parece nascer justamente dessa tensão.
De um lado, a necessidade humana de encontrar explicações. De outro, a consciência de que nossas explicações podem ser incompletas.
O poeta permanece nesse intervalo.
Não porque lhe falte uma resposta, mas porque considera a pergunta suficientemente importante para não ser encerrada prematuramente.
A linguagem como ferramenta de liberdade
Em sua produção, a linguagem não funciona apenas como decoração.
A palavra possui uma função crítica.
Escrever é organizar pensamentos, revelar conflitos e tornar visíveis determinadas contradições da experiência humana. Nesse sentido, a poesia pode ser compreendida como uma forma de liberdade intelectual.
O poeta não precisa dizer ao leitor o que pensar. Pode simplesmente criar as condições para que o leitor pense.
Essa talvez seja uma das características mais interessantes de William Contraponto: sua poesia não depende necessariamente de uma interpretação única. O leitor pode concordar, discordar, questionar ou até rejeitar aquilo que encontrou no poema.
E isso faz parte do próprio projeto.
Uma poesia que exige concordância deixa de ser plenamente questionadora.
Entre Camus, Sartre e a canção
A obra de William Contraponto dialoga com referências distintas. Há nela uma preocupação existencial que pode lembrar autores como Albert Camus e Jean-Paul Sartre, ao mesmo tempo em que a dimensão musical da palavra aproxima sua escrita da tradição de compositores e poetas que fizeram da canção uma forma de comentário social.
Essa combinação produz uma característica própria.
O poema pode começar como reflexão individual e terminar como observação sobre a sociedade. Pode partir de uma inquietação íntima e alcançar uma questão política. Pode falar da existência e, algumas linhas depois, questionar uma instituição.
O particular e o coletivo se encontram.
Uma poesia fora do conforto
Talvez o nome "Contraponto" seja particularmente adequado para essa proposta.
Contraponto significa coexistência de linhas diferentes. Na música, vozes distintas podem caminhar simultaneamente sem se tornarem uma única voz.
Na literatura de William Contraponto, algo semelhante acontece.
Razão e emoção.
Indivíduo e sociedade.
Liberdade e responsabilidade.
Esperança e desencanto.
Certeza e dúvida.
O poeta parece interessado justamente nessas tensões.
Não procura necessariamente eliminá-las.
Procura colocá-las lado a lado.
Mais do que versos
Por isso, reduzir William Contraponto à definição de "poeta" talvez seja insuficiente, embora seja a palavra central de sua produção.
Sua obra se movimenta entre poesia, reflexão filosófica, crítica social e pensamento político.
O verso torna-se uma forma de ensaio.
O ensaio aproxima-se da poesia.
E ambos procuram responder à mesma inquietação: o que significa existir conscientemente em um mundo que frequentemente tenta pensar por nós?
Essa pergunta ajuda a compreender sua produção.
William Contraponto não escreve apenas sobre aquilo que sente. Escreve também sobre aquilo que pensa — e, sobretudo, sobre aquilo que ainda não conseguiu resolver.
Talvez seja justamente essa a essência de sua poesia.
Não entregar certezas.
Não oferecer uma doutrina.
Não construir um sistema fechado.
Mas manter acesa a possibilidade de pensar.
Porque, para William Contraponto, o poema não termina necessariamente quando termina o último verso.
Ele termina quando o leitor deixa de pensar.
nenommarques@gmail.com
Amor próprio é quando transborda de si aos outros, "amar o próximo como a ti mesmo"; fora disso, é vaidade própria.
Enquanto você não agir como adulto e não falar como adulto nunca irá crescer.
Crescimento também é atitude.
Bodas de Ouro:
Como calcular o tempo?
Há quem use segundos para contar minutos, outros usam relógios para contar horas, mas em vosso caso foi o amor que contou 50 anos, e isso por si só, e merecidamente, já vale ouro.
O amor é único, como uma palavra ele não falta para quem procura. Mas, parece sinico, porque ele não ju
Como poderei, ter pré-conceito de mim mesma?...Sou única e sou paisagem de DEUS. Me aceito na medida que envelheço meu corpo de espirito jovem.... Natalirdes Botelho
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