Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov

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Mundo surreal!
Negros como o Cafu apoiam o Bolsonaro e Trump; racismo estrutural é totalmente capital! Tristeza!
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Existem pessoas que nasceram sem o dom de amar! Um gesto de carinho é visto como algo estranho e incompreensível!

Ao reparar a chuva sobre meu rosto eu concebi a eternidade; denotei o infinito como pedaço de um instante.

Estilo é como herpes, você tem ou não.

​Se você tratar a mulher como trata um homem, é considerado misógino; se tentar tratá-la com cavalheirismo e provisão, é chamado de machista.

Ainda que a dor faça eu sentir como se estivesse sendo rasgada ao meio, acredito que Deus é o meu socorro. Nunca deixei de esperar naquele que pode tudo. Porque eu certamente não posso.

Quando você já fez tudo pela pessoa e ela ainda se acha no direito de te desrespeitar como se pissasse em seu pescoço. Faça um favor a si mesmo. Deixe esse titanic no fundo do mar

Como você viveu até aqui não deve definir quem você será amanhã. Erga-se! Aprenda a cair sempre para cima, independente de ter sido um fracasso.

⁠Tudo em vão. Tudo em vão. Tudo passageiro como o vento.

Hoje é dia 24 de setembro de 2025. Como é difícil atravessar esse mês pelo que ele representa. Não vai passar. Nunca vai passar. Até parece que a vida seguiu. Externamente sim, "porque o tempo não para". Nunca pude me dar o direito de parar. Nunca pude, como algumas pessoas, passar dias e até meses chorando o meu falecido. Não. Eu não sou como os outros. Não posso ser. A mim sempre foi imposto um peso maior diante de tudo, desde a infância. Também prometi me manter de pe´, já que você não conseguiu. Sempre peço a Deus que o traga de volta. São meus momentos de insanidade...ou é de desespero? Não aceito, não me conformo, não esqueço, não aprovo, rejeito do fundo do meu coração ter perdido você meu filho!

Voltar para casa e perceber que tudo mudou porque minha mãe não está mais aqui é como entrar em um lugar conhecido e, ao mesmo tempo, completamente estranho. As paredes continuam as mesmas, os objetos ainda estão no lugar, mas falta a presença que dava vida a tudo. Existe um silêncio diferente, um vazio que não é só ausência — é a certeza de que nunca mais será como antes.


Sinto um duplo vazio: o da saudade dela e o da perda daquilo que eu também era quando ela estava aqui. É como se uma parte da casa tivesse partido junto com ela, e outra parte de mim também. Tudo parece mais frio, mais distante, como se o mundo tivesse perdido um pouco do sentido e da cor.


É estranho perceber que o lugar continua existindo, mas o sentimento de lar mudou para sempre.

A distância temporária de um lugar que adotamos como lar revela a profundidade das nossas conexões. Criamos raízes profundas em solos que não são os de nossa origem, e a solidez desse vínculo muitas vezes passa despercebida no cotidiano. É no instante da perda — mesmo que passageira — que despertamos para a realidade de que o temporário se tornou fixo, firme e profundamente real.

“Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22:39).
Essas palavras soam simples até que nos deparamos com o verdadeiro sentido de amar: dar-se por inteiro.


Amar o próximo não é apenas sentir compaixão — é escolher permanecer mesmo quando dói, é perdoar quando o coração sangra, é servir sem esperar retorno. É o amor que se mede não por conveniência, mas por entrega.


Jesus viveu esse mandamento até as últimas consequências. No Getsêmani, o amor O fez suar sangue — hematidrose, a dor física de uma alma em total agonia, mas ainda disposta a amar. Ele não apenas falou sobre amor; Ele o encarnou.


Amar “nem que custe a hematidrose” é um chamado radical:
é amar quando a cruz pesa, quando o silêncio do outro fere, quando o mundo não entende.
É amar como Cristo — não até doer, mas até transformar a dor em amor.
✍🏼 Bispo Ederson Dantas

O desgosto é uma noite profunda da alma,
uma sombra que pousa silenciosa sobre o peito
como se o mundo perdesse, por instantes, a própria cor.


Mas até a noite mais escura
carrega em si o sussurro de uma aurora.
Assim também é o desgosto:
um véu que desce,
não para sufocar,
mas para revelar o que estava invisível na luz.


Ele chega quando a alma está madura o bastante
para compreender o que ainda não queria aceitar.
E no seu amargor, há um convite secreto:
o de voltar-se para dentro,
onde mora um sagrado que não se abala.


O desgosto dobra o ser humano por fora,
mas desperta, por dentro, aquilo que jamais se dobra:
a centelha divina,
o fio luminoso que liga cada coração ao eterno.


A dor, então, deixa de ser ferida
e se torna passagem.
A queda vira caminho.
O silêncio vira oração.


Porque cada desgosto,
por mais duro ou injusto que pareça,
é também um gesto misterioso da vida
guiando-nos de volta ao essencial —
ao que não depende de ninguém,
ao que não se quebra,
ao que é nosso desde antes
de qualquer tristeza.


E quando o espírito percebe isso,
o desgosto não some,
mas se transforma:
vira sabedoria,
vira força,
vira luz que, lentamente,
começa a brilhar onde antes havia apenas sombra.

"Como saber se é zelo espiritual ou TOC religioso?"

⁠Quem vive como se Jesus pudesse voltar a qualquer momento transforma cada dia em uma oportunidade de glorificar a Deus.

Não sabemos o dia da volta de Jesus, mas sabemos como devemos viver até lá: com o coração firmado em Deus e as mãos dedicadas ao bem.

Resolvi falar sobre a tristeza, pois eu sei que ela existe. E como é mais forte a tristeza, depois de termos conhecido a alegria, torna-se então, a tristeza ainda mais triste.

Uma trans querer uma consulta com um ginecologista é como um idoso querer ser tratado por um pediatra dizendo se sentir como uma criança

Anacrônico


Carregar ideias anacrônicas
é como vestir roupas que já não cabem,
forçar o passo em sapatos gastos,
tentar reviver um tempo que já partiu.
Nada mais pesado que carregar pensamentos anacrônicos em tempos de mudança.
Pensar com ideias anacrônicas é viver preso ao passado.
A vida não espera relógios parados,
ela pede olhos que vejam o agora,
corações que se abram ao presente,
coragens que caminhem adiante.


O passado é raiz, não prisão.
O futuro é semente, não ilusão.
E o presente — esse instante vivo —
é o único solo fértil
onde floresce a transformação.