Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov

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Quando não tenho notícias dele, é como se o ar fosse retirado dos meus pulmões.

Há um discurso recorrente que se apresenta como defensor da democracia, mas que, para muitos críticos, encobre práticas de concentração de poder e limitação de liberdades. Sob essa ótica, o que se vende como ampliação de direitos pode, na prática, resultar em maior controle sobre a sociedade, com decisões centralizadas e pouca margem para divergência.
Nesse contexto, argumenta-se que diferentes setores da sociedade teriam sido gradualmente influenciados: a educação, por meio da formação de narrativas específicas; as camadas mais vulneráveis, por políticas que, embora necessárias, também podem gerar dependência; e o debate público, por mecanismos que restringem vozes dissidentes. A recente discussão sobre regulação e limites no ambiente digital intensifica essa percepção, levantando questionamentos sobre os limites entre organização do espaço público e cerceamento da liberdade de expressão.
Para os que defendem essa leitura, a ausência de reação mais ampla estaria ligada aos benefícios obtidos por grupos que se adaptam ou prosperam dentro desse modelo. Ainda assim, o calendário eleitoral surge como um momento decisivo: é quando a sociedade tem a oportunidade de reavaliar seus representantes e redefinir os rumos do país por meio do voto, instrumento central de qualquer sistema democrático.

Quando você se coloca em primeiro lugar, o resto vem como consequência

A única maneira de alcançar o impossível é agir como se fosse possível

A opinião dos outros é como o vento: passageira. O que importa é o que você constrói

Solidão ou Solitude?

Há um instante em que o silêncio pesa,
como se o mundo tivesse esquecido o meu nome.
A casa respira devagar,
e cada canto guarda um eco que não responde.
Chamavam isso de solidão.
Mas o tempo, esse artesão invisível,
foi mudando a textura dos dias.
O vazio deixou de ser ausência
e virou espaço.
Aprendi a ouvir o que antes doía:
o som do vento na janela,
o compasso tranquilo do meu próprio existir,
a leveza de não precisar ser para ninguém além de mim.
E então, quase sem perceber,
a solidão se desfez em outra coisa—
mais mansa, mais inteira.
Virou solitude.
Agora, o silêncio não pesa: acolhe.
Não cobra: oferece.
É um lugar onde me encontro
sem pressa, sem ruído, sem máscara.
E nesse encontro sereno,
descubro que nunca estive só—
apenas não tinha ainda aprendido
a me fazer companhia.

Eu errei. Errei porque sou humana. Mas, quando errei, as pessoas me trataram como se eu fosse um monstro.

Você luta como um homem mais jovem, sem nada a esconder. Admirável, mas um engano.

Bane
O Cavaleiro das Trevas Renasce (2012)

Sim, eu sou a vilã, mas isso não me impede de ter um bom coração.
Assim como qualquer outra pessoa, eu erro, eu falho, eu fracasso, eu machuco. Se eu ganhasse uma moeda para cada vez que eu machucasse alguém com atitudes ou palavras, eu certamente poderia comprar o mundo!
Grandes são as minhas falhas, mas maiores são as minhas virtudes.
Se eu viver focando apenas nos meus erros, eu não crescerei, não reconhecerei os meus talentos. Posso sim ser a vilã, mas isso não quer dizer que eu não tenha coração, que eu não possa aprender com minhas falhas, que eu não posso melhorar. Eu posso. Mas vai depender de onde o meu foco estará.

Cristãos são chamados para o servir não para serem servidos como satanás.

A arte de amar é viver todo dia como se ele fosse o último e também fosse eterno.

Último que devemos amar todos os dias e fazer o que nunca fizemos.

Eterno pois existe uma outra dimensão que não é comparada a essa aqui.

A arte de amar é viver cada dia como se fosse o último — e, ao mesmo tempo, como se fosse eterno.

Último, porque devemos amar intensamente todos os dias e ter coragem de fazer o que ainda não fizemos, sem adiar sentimentos ou atitudes.

E eterno, porque existe algo além desta vida, uma dimensão maior, que não pode ser comparada a tudo o que conhecemos aqui.

Rótulos.


Desde que me reconheço como ser humano, fui rotulada por pessoas que sempre quiseram me pressionar a me calar, a me deixar em um lugar que nunca foi e nem será meu. Recebi o rótulo de complicada demais, de difícil de lidar; daquela que fala mais do que deveria e que se cala quando poderia falar.
Hoje, sou grata por todas as vezes que me rotularam, que tentaram me fazer desistir da minha autenticidade humana. Só o fizeram porque temiam a mulher que sei que sou! Aprendi a respeitar todo mundo, mas não aceito o desrespeito de ninguém; este é o motivo de tantos rótulos pairando sobre mim.

“Meu desempenho como líder é medido pelo desempenho de vocês. Se você quer crescer na organização — em salário, carreira e oportunidades — faça a sua parte que eu farei a minha.”


Frase usada por mim ao assumir novos times ao longo da minha carreira!


Heteroconhecimento!

⁠Ele via os olhos dela brilhando como estrelas; ele via os lábios dela, e não ficava satisfeito em apenas vê-los.

Ela continuava abraçada a ele como se quisesse fazer daquele abraço a sua morada.


(do livro-Cecilia D'Ávilla)⁠

Rosas que Acolhem


Que cada rosa chegue de mansinho ao teu coração,
como quem pede licença para amar.
Que o amor de Deus te envolva sem pressa,
cuidando das dores,
sustentando os silêncios.
Que a vida te trate com ternura,
que a fé te aqueça por dentro
e que nunca te falte colo, luz e esperança.
Assim, pouco a pouco,
teu mundo aprenderá a florescer
sempre em amor,
sempre em cor.


Por Simone Cruvinel

Sol de Silêncio


Você é como um sol manso
que nasce sem fazer barulho
e, mesmo em silêncio,
ilumina tudo dentro de mim.


Às vezes sua luz me deixa assim…
como o céu diante do amanhecer:
tão cheio de cores
que nenhuma palavra consegue explicar.


Há um calor sereno em sua presença,
desses que despertam a vida na aurora
e ensinam, com a mesma ternura,
que também existe a hora de repousar.


E eu, como terra que recebe a luz,
apenas sinto, em silêncio,
que há amores que não precisam dizer nada.


Eles apenas existem…
como o sol no céu.


Simone Cruvinel

Luz Acesa

Há um lugar em mim
que ainda te espera —
não como quem sofre na ausência,
mas como quem guarda
uma luz acesa na janela da alma.

É um espaço sereno,
onde teu nome repousa
sem pressa, sem cobrança,
apenas com a ternura
de quem aprendeu que amar
também é saber esperar em paz.

Porque certos encontros
não se desfazem com o tempo…
eles apenas se recolhem
num cantinho sagrado do coração,
onde continuam existindo
em silêncio —
mas cheios de vida.

Por Simone Cruvinel

Arte de Viver como Irmãos

Aprendemos a cruzar os céus,
a mergulhar ncas profundezas dos mares,
a conquistar distâncias que antes pareciam impossíveis.
Mas ainda estamos aprendendo o essencial:
olhar o outro com amor, respeito e humanidade.

Porque o verdadeiro progresso
não está apenas no que conseguimos alcançar,
mas na forma como caminhamos juntos.
E quando o coração aprende a reconhecer o outro como irmão,
a vida, enfim, encontra seu sentido mais bonito.

Simone Cruvinel