Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov

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Ser pai de família, é como se o marido pegasse um carro para fazer uma viagem longa, e sua esposa e filhos apagados e o marido segurando firme o volante, calculando cada ultrapassagem, cada buraco desviado, sem poder pregar os olhos, a mente trabalhando sem parar, pois ele sabe que se ele falhar todos pagaram o preço com ele. Isso não é sobre a viagem e sim sobre a realidade de muitos pais de família.

Até parado estou sendo. Difícil é deixar de ser, e se eu quiser parar, como paro? Não paro. O coração segue batendo mesmo que eu não queira. Até quando durmo, a mente sonha, o corpo faz questão de lembrar que eu estou aqui, mesmo que sem missão.

É desaconselhável que um sorriso por si só seja interpretado como cartão de boas-vindas.

As relações são como brinquedos. Durante um tempo brincas⁠, até que cresces, e depois já não o queres mais. E te joga fora para o lixo

Nas cinzas do que fomos, o inverno se fez morada, aconfiança, como névoa, sumiu na encruzilhada.
Onde havia o toque, resta o rastro do abandono, e a alma, exausta, já não encontra o seu sono.
É um luto sem corpo, um adeus que não se disse, como se a vida, num sopro, de mim se despedisse.
A ferida não sangra, ela gela o que resta de luz, ea memória do teu beijo é agora a minha cruz.
O silêncio é o carrasco que aperta o nó no peito, transformando o nosso ninho em um vazio estreito.
Trair foi o punhal que não matou o meu pulsar, mas condenou meu coração a nunca mais saber sonhar.

⁠O que é arte?

Arte é como eu me apaixonei por ti, igual aqueles quadros que você vê cheio de cores e significados diferentes, quanto mais tento explicar mais me pareço com Jackson Pollock, para mim você tornou-se lírios de V. Gogh não posso mais apreciar, você não é como aquelas obras famosas que todo mundo conhece e tem o nome na ponta da língua

Sinto em minha mente ecos de uma época distante.
Estranhamente vejo passar o que sinto como:
O espírito retratado da maneira de pensar,
Sentado à uma cadeira, observando o movimentar.

Quem diria este voltava-se ao universo, novamente
Para aprender sobre o passado e o presente, entre
Expanções e contrações de uma consciência direcionada,
a tentar compreender sobre esta evolução premeditada.

COMO ÁGUA IMPETUOSA.


A água não teme fronteiras, ultrapassa limites e rompe barreiras.
Em seu mover impetuoso, arrasta tudo pela frente, mas cumpre seu propósito glorioso.


Teu Espírito, ó Senhor, como água impetuosa, o meu ser inundou.
Já não vivo mais eu, sou completamente Teu; Teu favor me alcançou.


Diante do Teu altar, vem minha alma saciar-se desta água cristalina,
que jorra do Teu trono, impetuosa e contínua.


Teu Espírito, ó Senhor, como água impetuosa, o meu ser inundou.
Já não vivo mais eu, sou completamente Teu; Teu favor me alcançou.
Cícero Marcos

Cuide do seu sonho como quem protege uma chama: com silêncio, fé e constância.

Sim, eu sou um bruxo, a sabedoria tá no fluxo. A morte nessa natureza infernal serve como um refúgio. Mas as horas passam e pela tecnologia eu vejo o mundo. As notícias sempre as mesmas na luta entre a vida e a morte a morte sempre reina. Um ato cruel é existir, fazer parte de tudo que o universo proporcionou a mim. A vida em meio à guerra é matar ou morrer, então eu tenho que fazer as mortes valer. Muita coisa pode acontecer antes da morte chegar, então nessa existência eu tenho tarefas a práticar.

Todos nós somos iguais! A não ser na forma como lidamos com as pessoas. Nesse ponto, tenho que admitir que somos totalmente distintos.

Uma lembrança esquecida é como uma borboleta que já não é mais lagarta. Liberta do casulo, ela voa entre as flores e nesse instante é para sempre borboleta, pois o presente é inexorável e, se há sol, a chuva é esquecida, como girassóis que não se lembram da semente. A vida acontece no agora e o arco-íris não permanece no céu.
Há em nossas mentes uma cidade que só existe quando ninguém pensa nela. Nessa cidade mora o passado esquecido e todas as pessoas que passaram como vertigem ignorada. Aquela velha preocupação já esquecida mostra que o tempo passa e não há bem ou mal que dure, como um rio que corre para o mar e ignora a margem transitória que o delimita. A cidade dos temores esquecidos e das alegrias peremptória. Restam dois olhos que observam, na agudeza da retina subjetiva, como o espaço que a câmera enquadra.
O universo está de tão forma organizado que se um objeto decide abandonar sua função, um efeito cascata acontece. Digamos que o relógio já não marca as horas, todo o mundo entra em desordem, pois nem sempre há o sol para marcar o tempo universal. Se um tanque de guerra passasse a lançar flores, não haveria cheiro de morte, nem corações pretos de luto.
O som pede desculpas com o silêncio. Antes de haver som havia o silêncio. O som é sempre uma quebra na ordem cósmica, um ruído que reverbera como uma flauta desafinada, que incomoda os ouvidos. Apenas a música como obra de arte vale mais que o silêncio, mas não é possível viver de aplausos. O silêncio é a resposta da natureza quando uma semente brota sem anúncio.
Eu me encontro em mim mesma em vários momentos do dia. Sou aquela que escolheu a direita e a esquerda e estive no céu e no inferno. E o inferno era a própria terra tomada pela ganância e seus horrores. No céu não havia nuvens, havia paz. E a paz é o silêncio primordial que organiza o caos em melodia. Não há inferno que ofusque a grandeza do paraíso. E então minha alma repousa e adorme em meio à natureza harmônica.

Tens um quê... que não sei dizer o quê? Nasce não sei onde... vem nem sei como e é bom nem sei por quê!

Sentir teu cheiro
é como abrir a porta de um jardim secreto
onde cada flor sussurra teu nome
e o vento me devolve teus gemidos imaginados
em silêncio contido no peito.
Tua presença —
tão simples e tão inteira —
acende luzes onde antes havia espera,
faz meu coração bater descompassado
e meus olhos se renderem à tua forma
como se contemplassem o milagre da carne viva.
Quando te toco,
o mundo encolhe ao tamanho da nossa pele.
Meus dedos aprendem teus caminhos,
descobrem curvas, calor, promessa.
É a certeza quente
de que o tempo foi cúmplice,
guardando o melhor para esse instante
em que teu corpo responde ao meu
como chama que reconhece outra chama.
Quero estar contigo
como se o ar dependesse do teu suspiro,
como se minha própria existência
fosse esse desejo que pulsa
entre o toque e a espera,
entre o arrepio e o beijo que antecede
o inevitável encontro dos nossos corpos.


(Marcos Braga - para musa inspiradora Silvia Zorrila)

⁠Poema de Como te vejo!
Eu te descrevi, te toquei, te criei em mim!
Este é um Poema de como te vejo, de como te tenho, de como te sinto!
Um dia fresco, com chuva revigorante.
Tão livre, uma liberdade tão gritante e leve, quanto a essência do vento.
Essa força, misturada com energia e coragem.
Um calor que aquece o todo e uma breve melancolia que me encanta.
Sempre forte, mas tão frágil, que tenho vontade de te abraçar quando vejo os seus olhos que desvendam o universo, aqueles olhos que descobrem o mundo pela primeira vez, com uma brisa leve de puridade.
Tantas sensações, mesmo quando não fala nada, eu sinto tudo.
Daquelas que tocam e você sente a alma.
Essa conexão, um pertencer tão calmo e belo, mas que muitas vezes me pegam com devasta imensidão.
Transborda, preenche, tudo sente.
Com todo meu interior, no amor, onde te amo mais que tudo!
Obrigada por me despertar tantas sensações!

O amor é como um jardim que floresce a cada momento que o cultivamos.

Bom dia!
Fale com Deus. Conte a ele acerca de suas dificuldades. Diga como está sendo difícil ser feliz. Você verá como é demais experimentar o seu amor eterno. Gratidão e uma abençoada sexta-feira 🌼🌻

Não me recordo como é amar

Não me recordo como é amar,
A doce vertigem de se entregar,
Embriagado por algo tão puro,
Tão intenso… difícil de acalmar, tão duro.

O amor talvez nasça da paixão,
E paixões tive — confesso — um turbilhão.
Mas se meu peito não fosse tão raso,
Talvez durassem além do acaso.

Luta que a gente escolhe viver,
Pois amar é a razão de crescer.
É chama que molda o espírito aflito,
É fogo que purifica o infinito.

Mas ninguém fala da dor da saudade,
Quando o amor ainda arde em verdade.
Só comentam quando tudo esfria,
Quando resta silêncio onde havia poesia.

Entre todos os amores que o tempo levou,
Hoje entendo: só uma vez meu peito amou.
E foi justamente a ela, em meu erro profundo,
Que causei o maior mal deste mundo.

Hoje sofro, agonizo calado,
Carrego o peso de um amor passado.
Mas precisei deixá-la partir,
Pois amar também é saber abrir.

Sua felicidade era grande demais
Para caber nos meus braços frágeis e mortais.
Beleza que ofuscava o pôr do sol,
Aurora viva, meu farol.

Hoje ela segue, encontrou seu caminho,
E eu sigo em oração, sozinho.
Clamando aos céus, com fé e primaveras,
Que ela encontre o que não dei — em outras eras.

E se um dia o amor me visitar,
Que eu saiba, enfim, permanecer e cuidar.
Sem medo, sem fuga, sem dor,
Aprendendo que amar… também é ser melhor.

⁠Meus cílios são como barras de ferro aprisionando meus olhos
eu os sinto pesarem, ando olhando para o chão
a loucura é um espelho que liberta meus dragões
enfurecida, incendiosa
voo, subo alto e sou puxada de volta
não posso ultrapassar muros
as sombras nascem junto com o sol
antes que a realidade queime minhas retinas
vou arranhar paredes, roer as unhas
preciso ser mais leve
me desfazer de mim
comer a boca, me consumir inteira
serrar as grades
e todo dia engolir um sol,
pra fazer parar de chover aqui dentro.

A Arte é como mulher bonita: não é para ser entendida, só apreciada.