Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov

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​"Ah, eu amei! Amei mesmo! Mas não esses amores que queimam como brasas e com o tempo esfriam como o gelo. O meu amor foi cego, louco, destemido, desses que deixam o corpo mole e a cabeça fervilhando. Fiz loucuras por esse amor. Menti, sim, menti por medo de perder. Fiz trapaças para não perder, mas nada disso ajudou.
​E eu perdi, sim, eu perdi! Nada ajudou, nem trapaças, nem mentiras. Fui pelo lado errado e perdi esse amor, que ainda queima como brasa, arde escorrendo por minhas veias. Mas, mesmo perdendo, sou feliz — um feliz depressivo. Ah, vejo-a linda e fico feliz. A felicidade dela é a minha derrota, que aceito só por saber que ela ainda está dentro do meu coração."

Às vezes, a depressão nos envolve como um manto pesado e escuro, tornando difícil enxergar a luz à frente. Mas mesmo nas horas mais sombrias, há uma centelha dentro de nós que se recusa a apagar. Não importa o quão fracos nos sintamos, cada pequeno passo em direção à cura é uma vitória. E, por mais que a luta seja árdua, a esperança nunca deixa de existir, mesmo que escondida em um lugar silencioso dentro de nós.

“A Tolerância humana está em reconhecer Deus como perfeito, e entender que o homem está em um constante processo de formação”.

“Assim como a escolha errada está para masmorra, a certa está para liberdade; pois a liberdade não é uma possibilidade, mas a certeza é o meio que a possibilita”.

A ansiedade não só nos impede de experimentar emoções positivas, como alegria ou amor, como também não permite que desfrutemos a vida ao máximo.

A cruz é o poder de Deus para nós porque ela carrega tanto a morte como a ressurreição de Jesus Cristo. Esta é a fraqueza que é transformada em força. Este é o poder que emana vida, e vida em abundância.

Fico muito agradecido com vossas palavras, como sabes, é a realização de “um sonho que nunca deixei que roubassem de mim”. Sempre estive confiante em minha trajetória, valorizando um passo por vez, buscando sempre e sempre aprender algo novo a cada novo raiar do sol. E saibas que dentro dos frutos que estão por vir, dos novos passos, das montanhas que serão escaladas e conquistadas, você estará comigo, me dando forças e encorajando-me em novos degraus que vamos juntos apropriar-se. A ti agradeço por ser esta pessoa especial e saibas que na minha história de vida, tem um capítulo que escrevo junto com você.

A ansiedade é como uma tempestade dentro da nossa mente, um turbilhão de preocupações que parecem nunca se acalmar. Mas é importante lembrar: ela não define quem somos. O segredo está em aprender a respirar, a encontrar pequenos momentos de paz no meio do caos. Porque, mesmo quando o medo tenta nos consumir, temos o poder de buscar a serenidade dentro de nós.

⁠Como se sabe ter sido feliz? Olhando para trás e descobrindo que, se pudesse voltar, faria pequenos ajustes aqui e ali, mas nenhuma mudança de rumos ou com momentos a apagar. Antes um mundo de razões para jamais esquecer.

Estudar é como fazer uma obra de arte: é esculpir seu futuro profissional com a caneta, e você é o artista, então capricha!

Os sonhos não tem nenhum significado literal ou místicos como sinais Divinos como se Deus tivesse falando com você em seus sonhos, são apenas restos de informações no seu subconsciente relacionado as emoções reprimidas e imagens vistas no dia-a-dia, e nada além disso.

CHARA simboliza o que faltava explicação. Que cabe como uma luva para a atual geração. Deixa de ser uma necessidade de personalização para mentoria de gestores e passa a ser uma ferramenta poderosa para compreender os profissionais, que querem e fazem, daqueles que esperam pelo milagre.

Visualização de Objecto Abaixo dos Pés (VOAP) como técnica de Relaxamento: Conceito, origem, utilidade e Contraindicação

‎1. Conceito
‎A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento altamente poderosa que se baseia no sentido da visão e que consiste em fixar o sentido de visão num determinado objeto ou numa determinada imagem de objeto abaixo dos pés.

‎2. Origem
‎A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento criada por Amâncio Maurício Xavier Rêgo e deriva do método de desenvolvimento da Autoconsciência designado método FADPAILFA que se encontra descrito no Artigo intitulado "A Alma Humana: Uma caracterização reflexiva e um modo de existência".

‎3. Utilidade
‎A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento altamente poderosa com efeito rápido contra Ansiedade, Insónia e Hipertensão Arterial resultante de estresse.

‎4. Contraindicação
‎A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento que pode causar a Hipotensão Arterial, por isso, não pode ser recomendada para os que sofrem de Hipotensão Arterial!

O Poder pode atuar como indicador dos mais seguros para avaliação do caráter de boa parte das pessoas. Muitas, ao longo de um prolongado período de convívio, se mostram afáveis, acessíveis e até elegantes em suas posturas. Coloque-se-lhes, no entanto, uma boa dose de poder nas mãos, e poder-se-á constatar toda a aparente fidalguia transformada em arrogância, aspereza e desprezo às regras mais básicas do trato no cotidiano, o que mostra que na hipocrisia e na falsa humildade do déspota é que muitas vezes se escondem as ambições e recalques dos ditadores mais cruéis.

Ter a Liberdade é um direito. Como usar a liberdade é uma escolha de cada um, não esquecendo que toda escolha tem seu preço. Precisamos, portanto, pensar bem antes se estamos dispostos a pagá-lo!

A potência para a ação se expressa através da alegria. Entre o grau máximo e o mínimo, definido como tristeza, existe a esperança, como potencial de seguir em frente, e o medo, sua contrapartida para o não agir. Daí porque chamada paraliz...ação.

Há pessoas cuja convivência me permitiu aprender muito sobre como se comete o mesmo erro todas as vezes.

Tem pessoas que se acham inteligentes mas agem como imbecis completos, adotando um comportamento arrogante de poder por meio de usurpação ilegítima sem qualquer base na realidade, já que dependem de todos e se comportam como se não dependessem de ninguém. Com ações calhordas ainda conseguem afastar os poucos que poderiam valer-lhes para estender um pouco mais o momento da queda definitiva e claramente previsível.

O mundo de algumas pessoas é como um castelo de cartas em que a mais leve brisa ou um pequeno “peteleco” o deita por terra. Só elas, no entanto, em suas débeis fantasias, acreditam que construíram fortalezas e se entrincheiram no que, de real, só existe em suas próprias cabeças.

Não se chame de "crítica construtiva" uma opinião não solicitada que se apresente como condição para o resultado acontecer. Por definição, “crítica” é a análise de um feito com o intuito de contribuir com sua melhoria. Mas quando exercida sobre o momento da execução arrogando-se o direito de alterar a concepção de seu criador e subtrair-lhe a autonomia, deixa de ser contribuição e passa a ser censura.