Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov

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Ressurreição Silenciosa


Eu tenho vivido como quem caminha entre escombros — tentando juntar os pedaços do que sobrou de mim, tentando entender onde foi que o brilho se perdeu. Às vezes, sinto o cheiro do fim antes mesmo de acordar, como se o dia viesse com um aviso: hoje vai ser pesado de novo. E é.
É como viver dentro de um corpo que não responde, uma alma que não sente, um coração que cansou de pedir socorro.


Já tentei gritar.
Aos céus, ao travesseiro, ao silêncio.
Já segurei a própria garganta, tentando expulsar a dor por onde pudesse sair.
Mas meu grito nunca teve som — só ecoava dentro de mim, como um trem desgovernado, como a música que eu sempre escolho porque fala a língua da exaustão que carrego.


E mesmo assim… Deus ouviu.
Eu pedi anjos, Ele me enviou pessoas.
Gente que consegue me alcançar quando ninguém mais vê, que percebe minha ausência mesmo quando estou presente, que insiste em me segurar quando tudo em mim está escorregando.
Eu não sei agradecer, não sei sorrir do jeito que gostaria.
Quimicamente, emocionalmente, fisicamente, estou esgotada.
Mas por dentro, há gratidão — quieta, mas viva.


No meio desse caos organizado que sou — dessas ideias que nascem de sentimentos embolados, dessas certezas plantadas num chão de dúvidas — eu tento existir.
Mas confesso: às vezes, viver dói.
Respirar dói.
Levantar dói.
Ser forte por quem precisa de mim dói ainda mais.
É um dilema cruel: enquanto luto para não desistir de mim, preciso ser força para quem enfrenta batalhas visíveis, enquanto as minhas são todas internas.


E, mesmo assim, algo em mim insiste.
Uma faísca minúscula, quase apagada, mas ainda ali.
Talvez seja fé.
Talvez seja o amor pelo meu filho, meu potinho de mel, que um dia segurou meu dedo como quem segurava meu futuro inteiro.
Talvez seja o desejo de deixar algo meu — um conselho, um afeto, uma verdade — que permaneça quando eu não conseguir mais permanecer.


Eu não quero romantizar nada.
O que eu vivo é bruto, cru, real.
É depressão, ansiedade, burnout, dor física, dor emocional, dor espiritual.
É anedonia.
É o vazio que engole até o que era mais bonito em mim.


Mas ainda assim… há algo aqui dentro que se recusa a morrer.


Talvez eu seja mesmo uma fênix cansada.
As asas queimadas, o peito em cinzas, a voz quase sem som.
Mas ainda assim… cinzas não são fim.
São começo.


Então, Deus, se por acaso ainda houver em mim qualquer sopro de recomeço, qualquer possibilidade de renascer, eu te peço:
seja bálsamo para as minhas dores, sustento para a minha alma.
Me ajude a ressurgir.
A encontrar no silêncio um pouco de paz.
A reconstruir o sorriso que perdi pelo caminho.
A reencontrar a luz que um dia brilhou nos meus olhos.


Porque, mesmo que eu não me sinta viva todos os dias,
mesmo que eu caminhe tropeçando entre sombras,
eu ainda acredito — lá no fundo —
que a fênix que existe em mim ainda pode se levantar.


Nem que seja devagar.
Nem que seja quase sem forças.
Nem que ninguém veja.


Mas eu…
eu ainda quero renascer.




10 de Dezembro 2024

Hogwarts deveria ensinar como entender as cabeças das mulheres, seria mais útil do que as aulas de adivinhação.

A gente não escolhe quem quer amar, o amor simplesmente vem como flecha

Atitudes são como um bumerangue, temos que tomar cuidado com a força com que o jogamos, pois ao voltar ele pode cortar nossos dedos fora.

Distância, você não me vê, mas, assim como o vento, viajo sutilmente por entre as suas lembranças.

palhaço triste
é como pássaro preso
sem alpiste

Hoje a solidão toma conta de mim, me sinto só como se nada mais fizesse sentido algum, te amo demais e não sei como lidar com isso, por sei que esse amor só vem de mim.
Hoje sinto falta de você como nunca sentir, quero viver intensamente pra você. Te amo demais.

Todos nós temos o direito de pensar como quisermos; mas o nosso julgamento e, finalmente, a nossa condenação será sempre uma consequência dos nossos próprios atos. Se somos infelizes neste mundo a culpa não é de Deus, mas exclusivamente de nós mesmos.

Sou como o vento... Apenas passo, não costumo voltar para juntar pedaços.

Tudo mudou sem nada mudar. Muito mudei sem nada mudar. E isso nunca foi tão óbvio como agora. Nada começou, e já quero saber como será o fim. Nada terminou, e eu esqueci como foi que eu comecei.

Já sei, vamos ficar acordados pensando em como consertar tanto estrago e vamos falhar mais uma vez.

Lembre-se dessa noite, porque ela é o começo de sempre. Uma promessa. Como uma recompensa por persistir com a vida tanto tempo sozinho. A fé de um ao outro e a possibilidade do amor. Uma decisão, para ignorar ou simplesmente levantar-se acima da dor do passado. O compromisso, que de uma vez liga duas almas e ainda serve laços prévios. A celebração, de uma chance ganha, e o desafio dos laços à frente. Porque dois é sempre mais forte que um. Como uma equipe, preparada contra à tempestade do mundo. E o amor... será sempre a força guiando nossas vidas. Para esta noite é mera formalidade... só um anúncio ao mundo para o longo dos sentimentos prendido. Promessas feitas há muito tempo no espaço sagrado de nossos corações.

Seria mais fácil fazer como todo mundo faz, o milésimo gol sentado na mesa de um bar

Julgar Aparências

Julgar pela aparência é como olhar um cacto. Não se percebe a água contida em seu interior, nem a beleza de suas flores.

Paixões são como fogo: útil de inúmeras maneiras e perigoso de uma só forma - o excesso.

Não quero que sinta mágoa nem rancor de mim. Só quero que se lembre de mim como aquela pessoa que possivelmente arrancaria o seu coração pra te dar,caso o seu parasse de bater.

Assim como a Arte Cristã sucedeu a Arte Pagã, transformando-a, a Arte Espírita será o complemento e a transformação da Arte Cristã. O Espiritismo, efetivamente, nos mostra o porvir sob uma luz nova e mais ao nosso alcance. Por ele, a felicidade está mais perto de nós, está ao nosso lado, nos Espíritos que nos cercam e que jamais deixaram de estar em relação conosco.

Allan Kardec
Obras Póstumas

As coisas não mudam, nós é que mudamos. O início de um hábito é como um fio invisível, mas cada vez que o repetimos o ato reforça o fio, acrescenta-lhe outro filamento, até que se torna um enorme cabo e nos prende de forma irremediável, no pensamento e ação.

Nem tudo é como você quer, Nem tudo pode ser perfeito, Pode ser fácil se você, Ver o mundo de outro jeito.

"Era como se o mundo tivesse sido feito para deixá-lo infeliz"