Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov

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"E não apenas siga seu coração, porque seu coração pode se enganar. Você precisa guiar seu coração."

⁠Se temos apenas horas e minutos, vou gravá-los na memória para poder me lembrar deles como quando fecho meus olhos e vejo seu rosto divino. Você nunca está longe dos meus pensamentos.

Pedir para que você não seja um herói é como pedir para o sol não nascer.

E, à medida que a existência corria, tornava-se mais oca, mais tola. “É como se eu estivesse descendo uma montanha, pensando que a galgava. Exatamente isso. Perante a opinião pública, eu subia, mas, na verdade, afundava. E agora cheguei ao fim – a sepultura me espera."

⁠tenho tanta dificuldade
de entender
como alguém
pode derramar sua alma
sangue e energia
em alguém
sem pedir
nada em
troca

Eu amo você. Como amigo.

⁠A nossa vida é como o jogo de xadrez. Quando o jogo acaba, o rei e o peão voltam para mesma caixa. Quando a vida acaba, o rico e o pobre voltam para o mesmo chão.

Inserida por Valdecir

Freud entrou na psicanálise aplicada ao tratar o savoir-faire do artista como equivalente ao que ele próprio chamou de trabalho do inconsciente, colocando as obras artísticas e literárias no mesmo nível dos sonhos, dos lapsos, dos atos falhos e dos sintomas.

Há enganos que nos deleitam, como desenganos que nos afligem.

Enganamo-nos ordinariamente sobre a intensidade dos bens que esperamos, como sobre a violência dos males que tememos.

A ignorância tem os seus bens privativos, como a sabedoria os seus males peculiares.

Os erros circulam entre os homens como as moedas de cobre, as verdades como os dobrões de ouro.

Os homens em sociedade são como as pedras numa abóbada, resistem e ajudam-se simultaneamente.

Os povos, como as pessoas, variam de opiniões e gostos, e na sua inconstância passam frequentes vezes de um a outro extremo.

Como os sábios não adulam os povos, estes também não os promovem.

A harmonia da sociedade, como da natureza, consiste e depende da variedade e antagonismo dos seus elementos e carácteres.

A aura popular é como a fumaça, que desaparece em poucos instantes.

Os homens disfarçam-se, tal como as mulheres se enfeitam, para agradarem ou enganarem.

É preciso que a sociedade tenha ódios para fazer as transformações com que progride, tal como a terra precisa de ser lavrada para ser fértil.

Para se executarem grandes coisas, há que viver como se nunca devêssemos morrer.