Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov

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"Aos olhos dos outros quer parecer verdadeira, mas como? Pois sendo joio, causa dano ao trigo com sua cizânia."

Inserida por CCF

Desejo...

Pensamentos me envolve...
como doce fresco de uma rosa.
Hoje estou aqui pensando em você,
como desejo te ver neste momento.

A vida não entrelaçou nossos caminhos
quem sabe um dia deste a de encantar
Amor, flui por tudo que vejo
como poesia que toca na alma

Te vejo em todos os lugares
indefinido dizer tamanho sentimento
Que de certo brota e toca este coração
algo inexplicável, quem sabe um dia acontece!
Shirlei Miriam de Souza

Inserida por Shirleimiriam

Como Deus criou o mundo muito antes de nos enviar Moisés e o Pentatêuco, e como Sto. Tomás ensina que nós falamos com palavras mas Deus fala com palavras, coisas e fatos, tenho como orientação pessoal - que nunca me falhou mas não posso impor a ninguém -- entender à Bíblia à luz da realidade conhecida e não espremer a realidade para fazê-la caber na Bíblia.
Se, antes de começar a ler a Bíblia, você já não soubesse o que é Céu e o que é Terra, não entenderia nem o primeiro versículo do Gênesis.

Inserida por LEandRO_ALissON

Somos tão diferente
De almas tão iguais
Como reflexo do espelho
Desejo corre pelas veias
Enlouquecendo os corações
Perfume das rosas pelo chão
Sentimentos florescem a um leve toque
Seria uma doce paixão
Entre dois apaixonados
Seria um encontro de almas
Entorpecidos de amor.
Só o tempo dirá!
Shirlei Miriam de Souza.

Inserida por Shirleimiriam

Quando entro na sala de aula é como se a luz apagasse para alguns. Sou tão invisível, que no escuro dos olhos cegos, as pessoas fazem coisas horríveis. Confiantes em minha neutralidade, se acham sem punição. Então, repousam na segurança de quem também está invisível. Mas, Por que eles querem que eu os veja em seu estado de ignorantes? Os despudorados!

Inserida por Kllawdessy

O tempo faz esquecer o sofrimento, mas não a memoria. E fica como uma ferida cravada no coração... Esquecer não, viver com novas oportunidades e com novos sonhos! Deixando que venha o que Deus preparou... Bola pra frente que atras vem gente...
Shirlei Miriam de Souza

Inserida por Shirleimiriam

São tantas rosas em um jardim, mas uma lembrou de como sou. Todas lindas e formosas e apenas aquela rosa sozinha e desamparada resolvi retirar ela e levar comigo porque seriamos uma companheira da outra nesta solidão... Como eu tão pequena e tão frágil, mas sobrevivente das diversidades da vida.
Shirlei Miriam de Souza.

Inserida por Shirleimiriam

Queria...
Como queria lhe mostrar o mundo
de forma diferente
Só dependia de você e mais nada
A sua insegurança e os seus medos lhe consome
não lhe deixam ver o que alma de luz podia lhe oferencer
Te levaria ate ao céu só
pra ver a cidade la de cima
Só que teus medos não deixa prosseguir
Sabe, que um anjo ama
de uma forma sem igual
não precisa ver pois acredita no amor
Corra enquanto a tempo de segurar seu anjo!
Shirlei Miriam de Souza.

Inserida por Shirleimiriam

PAPAI ODIAVA JOGOS DE BARALHO

CRÔNICA
Papai trabalhou como caixeiro ambulante por muitos anos; quando ainda residia no Estado do Maranhão, por volta da década de 50. Sua atividade consistia basicamente na comercialização de jóias de ouro e prata. Como pulseiras, cordões,colares,anéis,alianças,brincos e relógios de pulso e de bolso; Omega Ferradura, Mido... e outras marcas.
Vendia peças novas, e também recebia peças usadas nas transações comerciais que fazia; e como bom negociante não deixava escapar um bom negócio.
Suas mercadorias eram oriundas de uma ourivesaria de Fortaleza - CE. Que fabricava e fornecia tais acessórios a ele.
O trajeto das vendas, acertos de contas e reposição do estoque, e volta para casa, eram feitos em lombos de burros - animais muito resistentes às cavalgadas em longas distâncias. Daí o motivo de papai gostar de possuir bons animais de montaria.
Não é do meu conhecimento, dele ter feito seu trabalho acompanhado de outras pessoas. Exercera essa função, o tempo todo, no fio da navalha, sozinho.
Transportando uma carga valiosa daquelas e muito dinheiro em espécie; apesar de portar boas armas de fogo e brancas, e ser uma pessoa destemida; não lhe garantia muito, sua segurança. O perigo era uma realidade constante que não poderia ser negado.
A única vez que pôde contar com a companhia de alguém nas suas viagens laborais ao Nordeste do Brasil não teve Êxito: deu errado. Trata-se do Fausto Alves seu vizinho que, casado, pai de vários filhos e, desempregado; passando necessidades com a família, papai compadecido, tentou ajudá-lo.
Deu a ele arriado, um de seus melhores animais de montaria e o apresentou ao seu fornecedor no Ceará, garantindo a sua idoneidade. Onde, imediatamente, fora lhe concedido, uma enorme transação comercial de produtos de prata e ouro. Sem nenhuma garantia formal, como cheques, notas promissórias,duplicatas...Ou outras similaridades.
O empresário da capital cearense tinha apenas como garantia, somente a palavra do homem Natanael Vieira de Morais,meu pai, como garantia da transação. Nenhum cadastro sequer fora feito constando dados pessoais e transacionais do fiador ou do comprador. Um bom nome já valeu muito e ainda é a melhor coisa que se pode ter.
Papai explicou o serviço ao moço, e regressaram, cumprindo uma programação das festas religiosas que seguia rigorosamente, pelas cidades grandes e pequenas do interior dos Estados nordestinos do Ceará, Piauí e Maranhão.
Depois de alguns dias do regresso, e de muitas boas vendas realizadas...
Hospedando-se juntos, mas, atuando comercialmente, separados um do outro naqueles lugarejos festivos... Numa cidadezinha que não me lembro do nome no momento, onde as festividades aconteciam e impulsionavam a economia local; as vendas daquele tipo de produtos, naqueles dias, eram expressivas; e portanto, iam bem.
Papai nos dizia que naquela época as pessoas tinham o dinheiro, mas, não encontravam aquilo que desejavam comprar. Como um rádio um relógio, uma bicicleta ou uma joia.
Numa altura do festejo, apareceu o Fausto, ao papai, querendo um dinheiro emprestado que, segundo ele, serviria de troco, pois seu troco havia acabado. Ok! - Então Seu Natãn sem pensar muito concedeu - lhe um montante estipulado, para os repasses de trocos aos fregueses de Fausto. E, não demorou muito lá veio Fausto novamente com o mesmo álibi: querendo mais dinheiro para trocos. Aí papai desconfiou da estória e quis saber do que realmente estava acontecendo. Foi fundo nas investigações e descobriu:
Fausto já havia virado uma noite numa casa de jogos de cartas, e continuava envolvido até o pescoço naquela maldição. Em apostas vultosas em dinheiros; e já havia perdido o apurado de todas as vendas anteriores e todas as mercadorias que estavam sob sua responsabilidade.
Papai foi à loucura!...E pagou sozinho, aquela dívida. Para zelar do nome; e odiou para sempre jogos de baralhos.

(13.02.18).

Inserida por NemilsonVdeMoraes

Um dia a gente está feliz pulando amarelinha como se diz, no outro dia pisa em quiabo uma choradeira só... Como se diz nada é como a gente quer deixe que a onda passa que tudo se resolve se está feliz curta sem demostrar muito... Porque a inveja sempre está de olho... Viva sempre com você mesmo e lembre sempre que sempre é entre você e Deus e não entre você e o mundo!
Shirlei Miriam de Souza.

Inserida por Shirleimiriam

Infelizmente as pessoas planejam o mal, não consigo compreender como alguém pode querer torcer contra? As suas conquistas irão incomodar muita gente. Os seus progressos passarão pelo crivo do olho gordo de alguém. Que o nosso caminho possa sempre ser trilhado com armas de paz, lutando pelo amor, assim seremos sempre vencedores. Agarre causas nobres, reúna sus forças para abençoar vidas e não amaldiçoa-las. Seja do bem, viva para o bem. O mundo precisa de mais bondade, compaixão e amor. Não esquece de fazer pelo menos a sua parte.

Inserida por thaiannevenancio

“... Serei eu como acredito ser, ou como os outros acreditam que sou?”.Aqui é onde estas linhas se tornam uma confissão diante da ignorância e do desconhecido para mim mesmo. Aqui onde eu crio a lenda onde me enterro...”“.

Inserida por profeborto

Assim como o dia surge de mansinho clareando aos poucos,assim também é a nossa consciência com relação ao tratamento que devemos dispensar para com o nosso planeta. (30.07.15)

Inserida por NemilsonVdeMoraes

"Se a lei não se decidir de que lado está, como eu vou determinar de que lado eu fico."

Inserida por CCF

Tal como o entendo, o senso das proporções é uma decorrência lógica incontornável do Primeiro Mandamento. Sem isso, até os outros Mandamentos se tornam meras generalidades.

O senso das proporções não é uma simples expressão da razão. Ele é a razão inteira.

Ignorar o senso das proporções é negar o fundamento absoluto de todo relativo e a relatividade de toda manifestação cósmica ou histórica do absoluto.

Inserida por LEandRO_ALissON

Gosto das músicas que tocam como um hino às pessoas que abraçaram a todas as chances que tiveram de ser jovens ou de viver como eles, e que, sentados do futuro, olham para trás e gozam das boas lembranças por tudo, até de momentos que não eram tão plenos: as estradas, os lugares, os sabores, os porres, os risos e choros, as calçadas, os dias em que temos tudo e os dias em que falta até o ar, os mendigos mais amigos que os que não mendigam, os amigos e tantos amores...
Por tudo, Gratidão!

Inserida por jozedegoes

A sua simplicidade eu percebo no olhar,
Ele é lindo como o céu reluzente igual o mar,
Pessoas igual a você é difícil de encontrar,
Reconheço tudo isso no seu simples ato de amar.

Inserida por leandrandrade22

Tentei...
Como tentei flechar seu coração, mas com flechar um coração brindado.
Não tem como, um dia parti coração de gele deixe que vá.
Quem sabe um dia desse esse coração se lembre de um anjo.
Que morria de amores por ele.
Quem sabe, um dia quem sabe.
Viver é o que resta viver
Longe do ser amado.
Shirlei Miriam de Souza

Inserida por Shirleimiriam

Para os católicos, o trabalho é uma sentença condenatória, como reafirmará a Renum Novarum, 1981. Para os liberais, é uma disputa mercantil. Para Marx, é a única possibilidade de redenção, junto com a revolução, e por isso é um direito a ser conquistado. Somente Taylor, no plano prático, e Lagargue, no plano teórico, consideram o trabalho um mal que deve ser reduzido ao mínimo, ou evitado.

Inserida por pedro_duarte

AS BONECAS DE ISABEL

Antigamente não havia bonecas lindas e cheias de recursos tecnológicos como as de hoje. Mas nem por isso as brincadeiras das meninas com esse tipo de brinquedo deixavam de acontecer e de ser prazerosas.
As garotas e garotos lançavam mão do que tinham disponíveis; e as brincadeiras não deixavam de ser belas e cheias de encanto. Pois o prazer do brincar é a razão da criança e em muitos casos não lhe interessa a sofisticação do objeto.
“Todos os anos, na época em que o milharal trazia a alegria para o agricultor, as bonecas apareciam na roça de papai para alegrar a minha vida e a vida das minhas irmãs”.
Elas nadavam de braçadas no verde mar da plantação: eram tantas bonecas em cada pé de milho enfileiradas - a sumir de vista - que nem davam conta de brincar com todas.
“Depois de passada a colheita do milho voltávamos à boneca de pano que ganhávamos de mamãe.”
“Antigamente as bonecas de pano eram confeccionadas pelas próprias mães ou artesãs que, raramente havia naqueles ermos.”
A boneca de pano de Isabel destacava-se das bonecas das irmãs, pelo porte físico avantajado e cabelinhos de tirinhas de pano e olhinhos de botões pretos pequenos, brilhando,assemelhando-se aos olhos de verdade.
Sob seus cuidados, Sueli, - sua boneca de pano - tinha vida de rainha: era muito paparicada e vivia de braço em braço sendo carinhosamente tratada e muito bem cuidada. Era vestida a rigor, mesmo não sendo em ocasiões especiais.
Suas roupinhas coloridas estavam sempre limpinhas e bem engomadas e eram sempre alternadas no dia a dia; as meias de cores brancas,rosas,lilás... Por incrível que pareça, combinavam perfeitamente com os vestidos; os sapatinhos de saltos-altos davam a silhuetas um aspecto imponente.
Seus bracinhos rechonchudos e flexíveis movimentavam-se quando ela a embalava; boquinha sempre fechada com uma chupetinha dentro. Suas bonecas não falavam, mas Isabel entendia a sua linguagem.
Havia muito calor humano naquelas relações. E isso elevava muito o ego das meninas.
Por certo que a interação de Isabel e de outras crianças com seu brinquedo preferido - a boneca de pano ou de milho – e o amor que dispensava a ele (o brinquedo), proporcionavam-lhe, uma alegria incontida e constante, que chegava mesmo a um estado de felicidade extrema.
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Inserida por NemilsonVdeMoraes