Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
Como posso te esquecer!
Se nem o tempo conseguiu.
Queria eu poder te esquecer
fechando os olhos e não mais te ver, mas mesmo com olhos fechados consigo relembrar cada momento ao seu lado.
Como posso eu te esquecer...
Sinto o seu toque sobre minha pele macia
é como se tivesse naquele verão sobre sol do meio dia.
Sentindo seu leve toque de seus lábios sobre sobre meu rosto.
Quem me dera poder te esquecer
nem a distância pode me fazer te esquecer... É um amor que não se apaga que nem estrela pode confundir, nem sei como superar esse sentimento tão belo que a vida separou, mas que o tempo não apagou. É amor que não se apaga.
Shirlei Miriam de Souza
Não sei como você é, nem sei como se chama direito so sei que você me roubou, tomando conta dos meus sentidos.
Se esta sempre na área querendo fazer o mundo do seu jeito.
Você não leva nada sério e sei que eu não sou nada serio pra você, mas isso não impede de repetir diversas vezes... Que quero ficar com você!
Shirlei Miriam de Souza
Assim como a palavra branda desvia o furor, as trevas densas da noite natural e moral, e o anonimato na Net, auxiliado pela distância, desmascaram ou promovem a falsa santidade.
Aprender palavras novas de seu próprio idioma é como se falar outra língua, os mesmos benefícios, assim o dicionário é remédio preventivo para Alzheimer ou "microcefalia".
O professor que quer sobreviver submete-se ao passo-a-passo do aluno herói e o elege como representante de classe para sofrer menos. A ironia é minha arma secreta!
Como arrancar da mente, o que te persegue até nos sonhos? Como apagar do coração o que não quer ser apenas lembrança?
Por muito tempo, esperei por alguém assim como você! Que me fizesse acreditar no amor, porém, seu mundo me afasta de você mesmo que eu olhe pra trás sei que tenho que caminhar sem você, ao meu lado! Adeus, amor.
Shirlei Miriam de Souza
As pessoas não são mistérios que a gente desvenda,
São como caixas de surpresa que sempre surpreendem...
As antologias ou coletâneas impressas ou em versões digitais,são de grande valia como instrumento literário (28.12.17).
AS ANTOLOGIAS...
As antologias convencionais ou não, são de grande valia como instrumento literário.
Confesso que sou fã de carteirinha dessa ferramenta que me revelou ao mundo. São nelas que eu existo e existirei na lembrança de gerações e gerações. Pois não conto até o momento com nenhum livro solo, editado. Estou dando meus primeiros passos no mundo das letras ainda como coautor.
Desse caminho não pretendo desistir de caminhar: andarei nele até quando Deus quiser. Sem desviar-me do foco de chegar à estatura de uma razoabilidade aceitável. Fora nelas - nas antologias, que dei e ainda continuo dando meus primeiros passos como rabiscador de palavras.
Devido à situação econômica que ainda vivenciamos em nossa pátria amada, estou enfatizando mais às coletâneas em livros e revistas virtuais, disponíveis na Internet.
Transpus os mares e atualmente estou em Lisboa, Portugal; – sendo visto e lido em várias partes do orbe terrestre, através da minha arte de escrever.
Lá - em Lisboa, sede dos países de língua lusófona, vive um casal de mestres escritores e poetas, com sensibilidade e paixão pelo fazer literário: Carmo Vasconcelos e Henrique Lacerda.
Que, franquearam-me duas dessas plataformas para postarem meus singelos textos: a revista “EisFluencias” e o livro virtual “Antologias Logos da Fênix”; nos quais já publicaram dezenas dos meus trabalhos.Onde tenho a imensa honra de figurar e interagir-me com escritores - iniciantes e consagrados, de vários países do mundo.
Os titulares das plataformas acima mencionadas - como organizadores - dão tudo de si em tal labor. Prestando um serviço voluntário de imensurável valor e, sem nenhum ônus para os participantes. Tudo pelo simples prazer de servir, e pelo imenso amor que têm pela cultura do seu país. Como escritores e visionários, prestam também por meio desse instrumento um grande serviço humanitário aos povos e nações do mundo inteiro. Tendo o devido reconhecimento e respeito por parte dos entendidos do assunto e de todos nós: brasileiros e estrangeiros que conhecemos suas lides e seus esforços.
São iniciativas de comunicação comunitárias de grande relevância; nelas os escritores contam suas próprias historias; exteriorizam seus sentimentos e suas emoções e deixam seu legado quando registram e perpetua a identidade de um povo.Com facetas históricas de si mesmos e das pessoas que cruzaram seus caminhos, bem como dos lugares onde estiveram ou estão inseridos –exuberantes ou não; que, se assim não fossem possivelmente, tais preciosidades relatadas em seus escritos se perderiam no tempo e no espaço.
Tais iniciativas, além de aprimorar e motivar os escritores de início de carreira e os demais, no trato e manuseio das palavras, na arte da escrita; são parcerias que orgulham e enriquecem as nações envolvidas - representadas por seus denodados trabalhadores da cultura.
Resta-me, a gratidão à amiga filósofa, Fátima Sampaio pela indicação a participar de tal projeto; a Carmo Vasconcelos e Henrique Lacerda, por disponibilizarem as plataformas e a dedicação; organizando e postando em suas páginas os nossos simples e sinceros dizeres de cada dia.
Ribeirão das Neves - MG, Brasil (27.12.17).
Do que adianta falar a verdade se quem escuta não acredita? Por que, em quem mente como falando a verdade, todos acreditam? Resolveria se falasse a verdade como quem mente? A mentira é lazer!
Pedro chorou copiosamente: "como se não bastasse a traição de Judas,eu também neguei Jesus".Deve ter pensado (30.12.17).
Há muita gente que sabe tanto de Deus que parece ser Deus. E dita até como Deus vai me tratar. São mil recomendações que o Deus obediente, "na parede", não terá como não me divinizar! Mas o que me diz Deus te ajude, tem uma vida miserável! Assim, vocês não me enganam mais com esses ares de fé de mais!
O amor é como uma rosa plantada num campo. A gente planta nossa rosa (coração) no campo de alguém; pode ser terra boa então a rosa cresce ( o amor) ou pode haver cascalhos ( o amor é sufocado).
Pois bem! Sou como um menino, sentado à beira de um rio, com algumas pedras na mão.
Volto ao tempo de incerteza, de raiva, de medo… Volto a ser aquele que lança as pedras! E me perco do que as recolhe…
Mas o rio não sente dor! O rio não sente nada… apenas segue! E com ele prossegue, tudo aquilo que nele se encontra…
E esse menino indeciso, jogando suas pedras no rio,chateado, fraquejado. Embora ainda não ciente, do momento vivido. Não se importa com o que há de vir…
Apenas peleja em sua mente, a trajetória da pedra, e onde irá cair.
Apenas no momento se encontra e nele se perde...
Livre de razão, do fato predestinado. Livre por escolha… escolha de momento.
Mas as pedras se acabam, e no fundo do rio elas ficam.
E como todo menino, as descarto! E procuro outras no chão… no fim me canso, e o dia termina. Só me vem a lembrança e o remorso. O momento se foi… outro virá?
Talvez! Mas, como adulto novamente, não quero esse novo momento! Só quero resgatar aquele breve tormento, que joguei na razão… mas agora já foi, e no mais se foi...
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