Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
A intimidade não habita no tempo em que estamos com alguém, assim como quanto alguém nos faz feliz também não, o tempo e o gostar são de universos distintos. Nem todos os planos do mundo podem prever o que um encontro é capaz de realizar na alma e no coração.
Não vamos colocar a culpa no destino e sim na crueldade do ser humano... e como as pessoas sao capazes de fazerem mal umas as outras para usufruir do seu proprio bem.
A verdadeira natureza do amor
Como é o amor?
O amor é complicado, é caprichoso, é cruel, é egoísta? O amor é injusto? O amor é possessivo e ciumento? O amor é angústia todos os dias? É um desencontro permanente? O amor é traiçoeiro?
O amor dói? O amor desilusiona? O amor é solidão? O amor vai e vem?
Qual é a verdadeira natureza do amor?
Todos nos preocupamos que nos amem. Fazemos qualquer coisa para que nos amem. Mas, é mais importante ser amado ou amar? O que ama não será mais feliz do que aquele que só quer que o amem?
Se algo dá errado, aquele que ama não se importa, vai contra vento e maré, custe o que custar, o que ele quer é amar.
Quando alguém ama, o outro é mais importante do que ele mesmo. Quando amas, fazes qualquer sacrifício pelo outro, e nada te faz mais feliz do que ver ao outro feliz e nada te faz mais triste do que ver ao outro triste.
Quando amas, amas até o ponto de renunciar a teu amor, por teu amor. E quem de nós faria algo assim? Não, porque nada nos basta, queremos que os outros renunciem a tudo, que se sacrifiquem, que sejam heróis para nós, e se isso não é assim significa que não nos amam? Se dão conta? Nada nos basta.
Porque aquele que ama, ama. Ama aquilo que gosta, aquilo que não gosta, aquilo que nunca vai gostar. O que ama não é como aquele que sempre está aí procurando cabelo em ovo, uma falha para dizer: "Ta vendo, não me amas tanto quanto me falas, não me amas como mereço, não me amas até o infinito."
O amor é entregar-se, é que o outro seja mais importante que você.
Você não encontra o amor, o é que amor te encontra, e quando te encontra, te arrasa, te dá voltas, te tira o ar, e o único que te importa é amar, amar de frente, sem razões, sem especulações, amar e só amar porque essa é a verdadeira natureza do amor.
Faça o meu desejo
sedento de te seduzir e sentir
como as aguas de uma cachoeira
banham o leito do rio.
Sou frágil, como asas de borboletas, mas tenho a coragem da águia que voa sem medo e, mesmo sem destino, nada teme.
Hui Tzu caminhava com Chuang Tzu pela beira do rio, e Chuang comentou: “veja como os peixes estão alegres no riacho!”
“Um momento”, disse Hui Tzu. “Já que você não é um peixe, como sabe que eles estão alegres?”
“E já que você não sou eu, como sabe que eu não sei que os peixes estão alegres?”, disse Chuang Tzu.
Hui contra-atacou: “se eu, não sendo você, não posso saber o que você sabe, imagine você, que não é peixe, saber o que eles sabem!”
“Deixemos de discussões inúteis”, replicou Chuang Tzu. “Voltemos a pergunta original: como eu sei que os peixes são felizes?”
“Exato”, disse Hui.
“Porque me fazem feliz”, concluiu Chuang. “A felicidade contagia”.
Canção da Saudade
Saudade, palavra doce,
Que traduz tanto amargor!
Saudade é como se fosse
Espinho cheirando a flor.
Saudade, ventura ausente,
Um bem que longe se vê,
Uma dor que o peito sente
Sem saber como e porquê.
Um desejo de estar perto,
De quem está longe de nós;
Um ai que não sei ao certo
Se é um suspiro ou uma voz.
Um sorriso de tristeza,
Um soluço de alegria,
O suplício da incerteza
Que uma esperança alivia.
Nessas três sílabas há de
Caber toda uma canção:
Bendita a dor da saudade
Que faz bem ao coração.
Um longe olhar que se lança
Numa carta ou numa flor,
Saudade – irmã da esperança,
Saudade – filha do amor.
Uma palavra tão breve,
Mas tão longa de sentir
E há tanta gente que a escreve
Sem, a saber, traduzir.
“Gosto amargo de infelizes”
Foi como a chamou Garrett;
Coração, calado, dizes
Num suspiro o que ela é.
A palavra é bem pequena,
Mas diz tanto de uma vez;
Por ela valeu a pena
Inventar-se o português.
Saudade – um suspiro, uma ânsia,
Uma vontade de ver
A quem nos vê à distância
Com os olhos do bem querer.
A saudade é calculada,
Por algarismos também:
“Distância” multiplicada
Pelo fator “Querer bem”.
A alma gela-se de tédio
Enchem-se os olhos de ardor...
Saudade – dor que é remédio,
Remédio que aumenta a dor.
Quero que saiba que vou te amar
Pra mim você é como minha música favorita
Vive sempre nos meus pensamentos
Você é uma melodia perfeita
Cada nota tocada é amais pura perfeição.
Lagrimas não são argumentos como dizia Machado de Assis, mas ao ver-te partir , partiu contigo minhas palavras, a minha voz ... levaste contigo meu maior argumento : a minha razão. Tiraste de mim a cor, e me deixastes lagrimas. Tiraste de mim amor e eu fiquei só!!! Só assim eu descobri que o amor não tem argumentos, não tem razão.
A amizade verdadeira é aquela que você briga, chora, mas sempre está ali querendo saber como você está se sentindo. Nunca menospreze um amigo, pois amizades se contam nos dedos.
Sonhar em cores desperta o sentido de poesia em mim.
Como se eu pudesse mesclar o arco íris com pincel...
Tirar de cada cor um sentimento..
momento..
É pintar a vida!
Dançar com o verão
Namorar a primavera
É fogueira de inverno
Quando meu mundo é colorido!
Eu já tentei modificar as pessoas que amo. Hoje eu entendi que as amo justamente por serem como são!
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