Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov

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Ninguém contou,

Mas eu sei de tudo,

E como tudo começou,

O pássaro sobrevoou,

Foi Ele quem te consagrou.



Ele te buscou,

Para seres soldado da paz,

A Guerra te marcou,

Mas a tua alma não roubou.



Ele sempre te Deus sinais,

Como deu à São Bento,

Todos divinais, - naturais,

Ele testemunho o quanto orais;

E fostes sempre o apóstolo da paz.



A doutrina da fé,

A pedra fundamental,

Pastor espiritual,

Estar com Ele sempre foi natural.



Continuar com Ele,

E por Ele,

E em n'Ele,

Ao renunciar pela Trindade,

Mistério da idade,

Libertação, fé e humildade,

Para crescer a Igreja em caridade,

Gesto divino e de humanidade,

Um raio caiu na Basílica central da cidade,

- país de Pedro, apóstolo

Cidade do Vaticano,

Mais um sinal,

Dado por Ele, que é chegada a hora

Da renovação,

Para a revolução do amor por toda a eternidade,

Um aviso para a Humanidade crescer em fraternidade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu me encontro com você

Em todos os lugares,

Como o vento e as areias

Carregando as conchas,

- e as saudades;

Eu me encontro com você

Por todos os lugares,

De preces em preces

Em todos os altares.



Sou o total atrevimento,

E cortesã da sedução;

Nasci para ser a tua paixão.



Por isso eu me encontro com você,

Do jeito que nós dois sabemos,

- sempre confiantes

Em versos íntimos, e celebrantes;

E nos reversos radiosos do bailado,

Somos bons amantes – indecorosos,

É assim que nós somos amorosos:

cuidando um do outro

Como uma mina de diamantes.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Como num transe que não tem explicação,

Eu caminhei até a praia,

Só para ver se eu ganharia

o teu sorriso,

Como uma divina moção,

Mas você lá não estava,

Lembrei-me do tempo,

que eu era a tua amada.



Graciosamente o mar marulhava,

- todo formoso ele cantava

Uma linda canção que me tocava,

Dos pés ao último fio de cabelo,

Lembrei-me da época que não tínhamos

- nenhum segredo -

E o medo do escuro

era uma doce desculpa,

Para pular no teu colo

- o meu grande enredo.-



No ápice do inexplicável transe,

Que só reforçou a lembrança,

- do nosso lance

Vi um jovem casal de namorados,

Os dois atravessando a duna,

Recordaram que nunca deixei de ser completamente tua.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O mistério dos teus olhos,

Castanhos e nordestinos,

Lembra os dias coloridos,

Marcante como passos,

Na areia e no coração,

O étereo beijo não dado,

Pela poesia sublimado,

Mas não esquecido,

Ainda me balança,

Tal como a palmeira

Ao vento de maracaípe,

Confundo Pernambuco,

Com Sergipe, e até parece

Que bebi um alambique.

Eu te vejo em boas letras,

Invernais e de verão febris,

Porque és meu chão,

És meu Norte e meu Sul,

Nem desconfia que és meu,

Tu és meu tudo e meu nada,

Tens todas as misturas,

Do que chamam de raças,

És verdejante por tuas matas,

Auri e profundo pelo teu ouro,

Azul pelo teu céu e teus mares,

Pleno, celeste e Sudeste,

Lindo até no seu Centro-Oeste,

Em berço coroado de estrelas,

És a minha constelação - e meu país.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Festa e luz interior,

Iluminando o exterior,

Assim é o Rio de Janeiro,

Soberano como um poema de amor,

Belo e sempre em pleno esplendor.



Em busca do teu olhar penetrante,

Olho para o céu só para te encontrar,

- grande é o amor que tenho para dar

Da ternura boa para plantar,

- todas as veras faces reveladas pelo amor

Ipês floridos a coreografar,

Balançando e soltando flores pelo ar,

Para o nosso caminho de amor enfeitar.



Festa do Sol, verão estrelar,

Assim é o Rio de Janeiro,

Brilhando sem parar,

Sambando no salto da cabrocha,

Explosão sensual que te fez apaixonar.



Em busca de desvendar ousadamente,

Olho para a tua constelação solar,

Para melhor nos entrosar,

Escrevo para fazer a fazer engrenar,

Para você não esquecer, e sempre lembrar,

Que não existe limite para o amor amar,

E nada que seja impossível que o amor

in natura não possa contagiar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Como se desperta para um sonho:

temos que nos descobrir.

Como se voa para um país distante:

temos que nos seguir.

Sem nada a temer, e nada a dever;

Temos que nos entregar...

Os outros podem até nos condenar,

É preciso não perder tempo,

e escrever a poesia galante que

celebre o verão amante.



O amor tem um caminho próprio,

Ele se faz lar por duas pessoas,

O amor tem uma lógica própria,

Ele transforma notícias ruins em

notícias boas - e sem retórica,

Transforma o ébrio em sóbrio.



Como se voa ao ponto mais alto céu:

temos que nos amar.

Como se desperta para a vida:

temos que nos transformar em mel.

Sem nada a resistir, e nada excluir;

Temos que nos servir...

Numa servidão doce, mútua e terna,

É preciso não ter limites,

e traçar o destino (com devoção);

Para eternizá-lo em versos de paixão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não se castra a poesia de [ninguém,

Quem castra - age como quem rouba a fé,

Uma poesia castrada,

- é como o brilho dos olhos roubados de

[alguém

Não se castra a poesia de [ninguém.



Das vezes que eu tentei te procurar,

Você não quis deixar,

O meu amor te amar,

E no teu coração eu penetrar.



Não se abafa o canto de [ninguém,

Quem abafa - age como quem acaba com o oxigênio,

Um canto abafado

- é como um país que virou terra de

[ninguém

Não se abafa o canto de [ninguém.



Do meu escrever sobre o amor,

E sobre o teu sentir,

Eu quis falar,

E você não quis me ouvir.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Palavras não são como folhas ao vento,

Dizem até que o vento as leva,

Mui diferentemente das folhas,

Elas - as palavras - sempre chegam ao

destino, - não duvide disso.



Lá do alto do Monastério,

Com os braços em direção ao céu

De tom opala e repleto de mistério,

Em busca de retirar todo o véu,

Ele que abriga o mel que te aflige,

Assim bem doce tu redige.



Palavras não voam com o vento,

Elas só trafegam,

Mui diferentemente do que pensam,

Elas ocupam o teu coração,

E tomam conta do teu pensamento.



Vejo no firmamento

do teu corpo,

Tatuadas as setes artes

liberais,

Inscritas deliciosamente,

Capazes de me endoidecer,

E de me invadirem ardentemente,

Rendendo-me severamente.

A tua retórica hipnotiza

a minha dialética,

A tua música a minha gramática

não traduz,

O teu beijo é expressão

- e o teu corpo seduz.

A tua aritmética domina

a minha geometria,

Somos uma constelação

- e uma só astrologia...

Inserida por anna_flavia_schmitt

A liberdade de expressão existe,

Alegre, muda, falante ou triste;

Ela é como uma rua que resiste.



A liberdade de expressão resiste

Em passos 'salsos' - ela insiste,

De tanto dançar - ela persiste.



A liberdade de expressão vive

No peito que bate altissonante,

Dono de uma fé que não desiste.



A liberdade de expressão persiste,

Ela no teu peito reside,

Sempre ela dá um jeito

- ela [sobrevive].


A liberdade de expressão reside,

No coração de quem intensamente vive;

É sinal fecundo de tudo nesta terra

- tu [construíste].

Inserida por anna_flavia_schmitt

Lua e estrela,

Estrela e Lua,

O teu beijo como um cometa,

O teu amor é o meu planeta.



Um toque de fantasia,

Para quebrar a rotina,

E alegrar a retina

Para enfeitar a vista.



Estrela e lua,

Lua e estrela,

O teu corpo me esquenta,

O teu amor é o meu planeta.



Um toque de carinho,

Para enfeitar o ninho,

E alegrar o coração,

Para viver a vida com paixão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Escrevo como quem planta girassóis,

Descansando ao som dos rouxinóis.

Imaginando a cena debaixo dos lençóis,

Porque busco estar contigo a sós.



Eu percebi que jamais irá me abandonar,

Li nos teus olhos a vontade de ficar,

E todo o amor que há de me dar,

Um dia a gente irá se entregar,

Sou a poesia que chegou para abalar.



Escrever versos mal comportados é arte,

Escrevo como quem a ideia persuade,

Para despertar a imaginação,

E despertar em ti a mais louca vontade...



Eu li nos teus olhos a verdade,

Tens loucura por mim,

E bem sabes que sou um caminho sem volta,

Uma verdadeira paixão sem cura.

Uma real presença para a eternidade.



O teu cuidar e a tua palavra dita:

"- Não irei te abandonar...".

Escrevo como quem premedita

As noites de amor que estão para chegar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Como se não houvesse o amanhã,

Pedi um pouco da tua atenção.

Vem, vem, vem, meu amor,

Só um pouco da tua atenção,

Para abandonar a ideia vã

de que não me tens no coração.



O teu carinho é como o solzinho

de verão se despedindo da tarde,

do canal de Barra do Sul

O teu jeito de ser faz iluminar,

e torna sempre o mundo ainda

mais azul...



A tua atenção sempre chega

em boa hora,

- tens a ternura de quem te

namora

E o amor de quem escreve

sobre o poente e a aurora.



Portanto, meu amor, não

vá embora, daqui a pouco

já será de noitinha...

Farei-te insinuações e as

melhores carícias até de

manhãzinha...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não sei mais como

me dirigir à você,

Nem tampouco agradá-lo,

Fiz de tudo para cativá-lo,

Não sei nem mais como

me chegar até você.



Por tantas horas

de espera,

E o coração batendo

acelerado,

E eu pedindo um

cadinho de atenção,

Não sei nem mais

o que fazer, estou

pronta para fazer

da Lagoa das Lágrimas a (minha);

- estou perdida

Gostaria de percorrer

de novo o caminho que me

leve de volta

para o seu coração

- agora só tenho

estes meus versos

para me dar uma direção.



Não quis lhe agredir,

só quis um pouco de atenção,

Pela primeira vez senti-me

sentenciada por ser poetisa,

Fui colocada para fora

da tua vida - do teu coração,

Condenada por amar o Brasil

em versos sem malícia.



Estou chorando,

você nem imagina...

Por todas as horas

que me senti ignorada,

Carregaste um pedaço meu para ti,

E abandonaste no meio

da estrada,

Mas tenha a certeza

de uma coisa: você se foi,

e a minha poesia há

de ser fazer refeita, ainda mais

iluminada e eterna.

Afinal, até em Guarapuava

encontrei sementes para

lançar na terra - e fazer-me eterna.



Uma vez encontrado

o sentido do amor no Paraná,

O coração sempre voltará

porque o amor ali está,

Estou esperando daqui

para frente a atitude valente,

que você tomará

- e se o nosso amor

de fato desabrochará.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Rompeu o destino como um cometa,

Para que você não se esqueça:

Que o amor não é fantasia,

E o coração não é Carnaval;

O amor é festa celestial.

Se não tens como dar conta,

Dê chance a outrem

de amar mais e melhor,

Muitos não creem

que o amor seja sagrado,

O amor foi pelo divino gerado;

O amor depende de nós

para ser [propagado].



Proeja pessoa que crê no amor,

Na tranquilidade Manaíra

dê o teu aconchego,

Quem não tem ao menos respeito pelo amor

(não tem motor para continuar a vida),

Vive por viver, tem a alma ressecada

e ressentida,

Quem ama mesmo à distância, nunca estará sozinho,

Crê nisso, voa, busque o amor

e sê poesia;

Quem ama mesmo em letras - tem fé na vida,

Desafia o impossível - tem fé destemida,

Sabe ser uma alma severina e florida.



Entenda que o tempo tem os seus tempos,

Se o amor quer ir, deixe-o ir,

Porque o teu coração partido escreverá

versos ainda mais bonitos,

E o amor florescerá ainda mais belo

dando coragem à outros de persistirem

para encontrarem na vida o sentido do amor.

Portanto, o teu amor em pedaços

semeará com grande fulgor

a terra árida do destino;

E preencherá com grande beleza

não só o seu caminho.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você não entendeu que sou poetisa,

- e vais me condenando por eu

Escrever poesia

Como presa algemada caminhando

Rumo ao Fortim de Atalaia,

- escrevo versos perfumados

Por cevada

Agora estou em Guarapuava,

- apreciando as araucárias

Esperando que você volte atrás,

E juntos nos envolvamos

Novamente como uma primavera

Em plena florada...



Desconfio que você,

Assim como eu que não

Está entendendo nada,

Estou diante do Rio Jordão

Espalhando versos e perfumes

Para chamar a tua atenção:

- quero de volta a tua mão.

Nunca se esqueça que o amor é uma

Primavera que não passa;

Quando olhares para a noite enluarada,

Lembrarás de cada verso que a nossa

História se fez inspirada.



Sob as bençãos de São Francisco e São João,

A Lagoa das Lágrimas refletirá

O nosso amor que permanece no coração.

O teu coração se voltará para a tua poetisa

E baita mulher, que você finge em não querer.

Que o teu coração persiste em renegar,

E que no fundo te falta a coragem

Para lutar - e se entregar.

Da tua mente não irei me apagar,

Porque a minha poesia mora nos

Teus poros e o teu corpo não se

Esquece de quanto é bom me amar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Escondendo o que eu sinto por ti,

Sou como a Lua ocultando Júpiter,

Todos me veem, e logo percebem:

que esse verso que escrevo é para ti.

Eu não deixo ninguém subtender,

Que sou como a Lua que de tanto esconder,

Não resiste, e sempre acaba por aparecer.



A minha natureza é como a tua,

Quanto mais a gente se esconde,

- mais o amor aparece.

De manhãzinha até o anoitecer,

- isso sempre acontece.

Todo mundo vê, qualquer um percebe,

Que eu adoro (você)!...



Talvez esses meus desalinhos,

E até falta de jeito,

É o jeito que tenho, tento e atento,

Para fazer o nosso amor a cada dia mais

- perfeito -

é o jeito que encontrei de tê-lo.

Sempre arrumo um pretexto, quero revê-lo;

Ir além, fazer carinhos e namorar em paz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu procuro por você

como que busca uma sombra,

Como a água do mar

busca pelas areias,

Eu procuro por você

porque você é o sentido

Como o vento balança o mar;

Eu escrevo para te tocar,

Danço para o teu corpo embalar...



Sigo os teus passos

porque você me interessa,

Recolho cada vestígio teu

pelas areias,

- como quem recolhe conchinhas;

Eu quero fazer um presente

para te agradar,

Fazer-te carícias macias

e te dar a minha alegria,

Sonho com a Paraíba noite e dia

- você virou poesia!



Quem sabe um dia em João Pessoa

a gente se encontra?!

O futuro só ao Bom Deus pertence,

- o Cabo Branco é uma bela praia

do litoral pessoense;

Quando fecho os olhos,

sei que você me sente;

É o amor chegando maravilhosamente,

Com o bom jeitinho paraibano

tomando conta da gente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A poesia segue solta

como as ondas do mar,

Poesia que se preze deixa

o amor se chegar,



Como fina dama ela sabe

se comportar,

E como cortesã ela sabe

o quê te dar...



Posso te amar

em todos os ritmos do Brasil,

Com grande competência

que ninguém viu,

E sequer nenhum ser humano ouviu,

Sou a prece que ao Pe. Cícero

você dirigiu.



A existência pode ser fugaz

- falaz,

O amor é que a torna audaz,

E esse teu amor dengoso

que você faz,

Você sempre acaba fazendo

com que eu vá atrás.



Camboinha, Camboinha, Camboinha,

Alguém tocou a campanhia,

Não me sinto mais sozinha,

Eu já tenho você e o Sol

para fazerem companhia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A maior lição do sertão é a superação

Essa superação certeira como a ribeira,

Que como a veia do coração renova



Com bondade e nos enche de paixão,

E invade com a sua pujante pulsação

Colocando o amor em plena flutuação.



O doce amor da minha vida

Dança ao som da viola menina,

Nunca vi nada igual nessa vida

O amor que ele sente por [Jacobina,

Cidade com nome de mulher bonita

Com saia esvoaçante rendada,

Doce rebolado de baiana apaixonada

E com a cabeça com laço de fita.



Quem dera se nessa vida toda cidade,

Ao menos tivesse 31 cachoeiras

Não passariam pelejas d’alma,

O mundo seria invadido de amor

E todo mundo viveria com paz n’alma,

Um dia vou até [Jacobina só para

colocar o meu amor na garupa

Eu irei amá-lo com toda a calma.



Quem dera se as guerras fossem de outro [jeito,

Se elas tomassem a forma de cantoria nordestina,

O mundo inteiro seria perfeito - e tomaria [jeito,

Todos viveriam com a boa fé do povo [sertanejo,

Fé que enfrenta a seca com vibração e beleza,

Porque ele vive o amor com doçura e grandeza,

Essas cachoeiras de [Jacobina parecem rendas,

Que provocam uma cobiça que não se explica,

Ouço cada barulho como uma sinfonia [cristalina.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você fascina a minh’alma,

Dum jeito que me tira a calma,

Ninguém calcula como é;

Esse adocicado pertencer,



Você sabe que eu sou tua,

Eu nasci para você.

Em repentes alegres,

Pensamentos indecentes,

Aliciam para prazeres,

Inda mais atrevidos,

Resolvi trazer-te,

Para pertencer-te,

Do jeito que lhe convier,

Serei tua menina,

Posso ser a tua namorada,

Serei a tua moça,

Posso ser a tua amante,

E também a tua mulher.



Barrosa canta no terreiro,

Assim vou provocando,

Para te deixar queimando,

Aceso como um candieiro,

Os meus quadris sacolejo,

Para deixar os teus faceiros...



Posso ser cachoeira,

- posso ser o teu amor

Sou branca, negra, índia

e cabocla,

E tu nasceste para ser o

meu senhor.

De carmim pintarei

a minha boca,

Vou vestir-me com a

minha melhor roupa,

Para sair um pouco

da fazenda,

Quero que me leves

até João Pessoa.

E aqui no Sertão não

mais me prenda,

Porque amar pede

liberdade,

Não me faça nenhuma

reprimenda.

Quero que saibas que o

meu coração é teu,

Guarde isso de uma

vez por todas – aprenda.

Inserida por anna_flavia_schmitt