Com o Tempo eu Vou te Amando
Não diga que não tem tempo suficiente. Você tem exatamente o mesmo número de horas por dia de que dispuseram Helen Keller, Pasteur, Michelangelo, Madre Teresa de Calcutá, Leonardo da Vinci, Thomas Jefferson e Albert Einstein.
O tempo é implacável
mas nada a reclamar...
Vivo cada dia como se fosse o único,
não conto anos, dias, horas...
Até aboli o relógio! Vantagens da maturidade!
Também não confiro as rugas,
prefiro observar o sorriso, o brilho no olhar.
Enquanto estiver sorrindo de dentro para fora,
enxergando beleza na vida e amando
serei feliz e grata pelo precioso dom de viver!
Perguntei ao tempo como se perguntasse a um velho sábio que estava passando: - Tempo, senhor do meu destino, que remédio é esse que dizem que só você tem, o qual pode me curar deste sentimento, deste aperto que tenho dentro de mim e que parece não ter mais fim? - Ele então como um velho sábio que era me respondeu: - Apenas seja paciente comigo e deixa-me passar primeiro!
Nasci no tempo errado, na época onde o amor virou um "tanto faz". Em uma época onde beijos são dados sem sabor e relacionamentos são criados sem amor. No tempo onde romantismo é bobagem e o que vale é a pegação. Nasci em uma época que o amor ficou banalizado, onde ninguém crê, ninguém se esforça. Tenho princípios que já se perderam, valorizo coisas que já não se dão mais valor. Acredito em circunstâncias que a maioria acha bobeira, acredito que de alguma forma nossa história já está previamente escrita e que certas pessoas já nascem com o destino traçado para encontrar o amor da sua vida, e ficar com ele o resto dos dias, “até que a morte os separe”. Gosto de gestos que estão desacreditados, gosto de declarações amorosas e palavras sinceras. Aprecio palavras sinceras e admiro atos românticos. Nasci no tempo errado, na época errada, sou antiga, aprecio coisas antigas. Aprecio beijos na testa, caminhadas de mãos dadas, abraços apertados, brincadeiras bobas e sorrisos verdadeiros. Aprecio a confiança, o companheirismo, a cumplicidade. Gosto de abraços inesperados, de demonstrações de carinho, de mimos, de cuidados. Valorizo os gestos, os pequenos gestos. Valorizo a simplicidade, o sentimento, a descomplicação, a pureza, a sinceridade. Nasci no tempo errado, na época errada, aprecio o que ninguém mais se importa e valorizo o ue ninguém mais faz questão.
Ciclos.
A vida é feita de ciclos.
Leva tempo pra aprender isso, pra entender que até o "eterno" e o "pra sempre" em algum momento chegam ao fim, e que isso não é negativo, nem ruim, é parte do processo da vida. A cada ciclo que vivemos, nós aprendemos coisas, experimentamos novas sensações e sentimentos, crescemos, nos lapidamos.
Há ciclos que a gente quer mais é que acabe logo, e há aqueles ciclos que cremos querer que durem pra sempre. Mas o "pra sempre" não é natural da vida humana. No mundo real, tudo que tem vida um dia morre, e como nós vivemos os ciclos com vida, eles também se fecham, morrem.
Há que saber, todavia, que o eterno pode ser real também. Isso se olharmos a vida como um ciclo maior, feita de muitos ciclos menores de diferentes tamanhos. Um amor, por exemplo, que faz parte de um desses ciclos menores, que teve/terá fim algum dia, ele pode sim ser eterno na memória do ciclo maior que é a vida.
Por que pensar assim? Porque entendendo os ciclos da vida nós podemos viver cada um deles plenamente, aprender, crescer, sentir e ser muito feliz, sem precisar da eternidade.
Saiba que no mundo real vale mais o "e foram felizes", deixe o "para sempre" pras ilusões dos contos de fadas.
Que um novo ciclo comece e que sejamos felizes!
Vá e ofereça ao seu chefe o que você oferece a Deus, e veja quanto tempo você durará. Ofereça até mesmo aos seus amigos o que você oferece a Deus e veja quanto tempo vocês ainda serão amigos. Ofereça à sua família o que você oferece a Deus e veja por quanto tempo você terá uma família.
Era apenas uma vontade de ir embora, esquecer do tempo, das pessoas, correr o mundo por dentro, inundar-se de silêncio e descansar aquelas raízes vermelhas que insistem em pulsar dentro da mente.
Numa palavra, o diabo, para nós, é a força posta, por um tempo, ao serviço do erro, como o pecado mortal é, a nosso ver, a persistência da vontade no absurdo.
Cadê você que um dia fez parte de algo tão especial que jamais esquecerei? Você que por um tempo deteve o fim da minha vida em suas tênues e delicadas mãos.
Cadê você que pintou de felicidade a minha existência? Você que mostrou a grandiosidade do amor e a pureza de uma paixão?
A mesma pessoa que soube dizer sim e não à esse amor louco e desesperado para ser completo por alguém.
Você, só você teve comigo a chande de compartilhar a beleza de ter um lindo sentimento desfrutado à dois; mas hoje a distância e o tempo fizeram muito mais que nós deixamos de fazer por nós mesmos.
Dizem que a distância pode separar dois corpos, mas nunca dois corações. Quem disse? Alguém provou isso? Eu não tenho certeza, pois sei que você me esqueceu.
Compreendendo ciclos
O tempo todo se fala de começar e fechar ciclos. Chega uma hora na vida em que a gente tem que crescer, sair do comodismo, se adaptar as mudanças e deixar pra trás tudo aquilo que já não se encaixa mais.
Primeiro que ninguém deve exigir reciprocidade por mais que a gente queira, cada um é dono de si próprio, das suas escolhas, ações e dos seus sentimentos.
Segundo que viver não é esperar a tempestade passar mas sim aprender como dançar na chuva.
Terceiro que a nossa vida é dividida em fases como, a ingressão na universidade no curso tão esperado, conhecer novas pessoas, uma adaptação na mudança de cidade, adquirir novas experiências e por aí vai... Cada um está vivendo suas fases do modo tem que ser. É egoísmo querer interferir na vida de alguém para suprir os nossos próprios sentimentos.
Perceberás depois que assim é que deve ser, o que for pra ser vai ser, de nada adianta sofrermos com a realidade dos fatos. Mudam as estações, mudam-se os tempos. Existem pessoas que devem ser excluídas do nosso pensamento. Agora sim recuperei meu senso de ‘’deixa estar’’. Só Deus tem o poder mudar as coisas de lugar. Chega de dor, clichê e drama. Agora é seguir em frente mantendo a fé de que coisas novas estão por vim e também podem ser boas.
Reflito sobre essas coisas, e como sempre, nosso tempo juntos retorna à minha mente. Relembro como tudo começou, pois agora essas memórias são tudo o que me resta.
Eventualmente, com o tempo, nos tornamos nossos próprios sósias. Sabe, essas pessoas completamente diferentes que por acaso se parecem com a gente.
Todos sabemos que nosso tempo nesse mundo é limitado, e que finalmente todos acabaremos debaixo de algum lençol, para não acordar nunca mais. No entanto, é sempre uma surpresa quando isso acontece a alguém que conhecemos. É como subir a escada para o seu quarto no escuro, e achar que há mais um degrau do que realmente há. O pé resvala no ar e segue-se um aflitivo momento em que, colhida às cegas pela surpresa, a pessoa tenta adaptar-se na escuridão
Precisei me desfazer dele por um tempo. Tive que arrancá-lo de mim . Não aquele coração que pulsa. Mas aquele que sente.
Dividir o tempo entre aprender a lutar, cansar e seguir novamente...
Buscar sabedoria para multiplicar nosso melhor apesar do nosso pior... Tentar errar menos, amar mais e ter paz...
Seguir a claridade.
É preciso.
